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15/06 - Missa de 7° dia do cantor Andre Matos reúne amigos e fãs com coro e violões em igreja de SP
Vocalista das bandas Angra e Shaman morreu aos 47 anos no sábado passado; guitarrista tocou e cantou música em homenagem ao amigo. Missa de 7º dia de Andre Matos é celebrada com rock na Igreja da Consolação Ao som de um coro acompanhado de violões, a missa de sétimo dia do cantor Andre Matos reuniu mais de 500 pessoas, entre amigos e fãs, neste sábado (15), na Igreja da Consolação, no Centro de São Paulo. Rafael Bittencourt, guitarrista do Angra, cantou as músicas "Living for the Night", do Viper, e "Carry On", do Angra. O jornalista e guitarrista Felipe Machado, que tocou com André no Viper, fez um discurso representando a família, que não compareceu “por estar muito abalada”, segundo o padre que celebrou a missa. “Tinha desde crianças até pessoas com mais de 70 anos que eram muito fãs. Após a missa muitos deles foram abraçar integrantes da banda que estavam presentes e amigos mais próximos. Estavam todos muito emocionados”, contou o padre. No final das homenagens, o público puxou uma grande salva de palmas para celebrar a memória do cantor. O roqueiro André Matos durante show em carreira solo em 2014 Reprodução/Facebook/André Matos Um dos maiores vocalistas do metal brasileiro, o paulistano Andre Matos morreu aos 47 anos no sábado passado (8). O músico começou a estudar música quando ainda era criança. Na adolescência, fundou sua primeira banda: a Viper. No Rock in Rio de 2013, o cantor fez um show em conjunto com a banda. Veja a trajetória musical do cantor André Matos A criação do Angra aconteceu ao lado de Rafael Bittencourt e André Linhares, na época amigos de faculdade, em 1991. Matos gravou os três primeiros CDs —"Angels Cry" "Holy Land", "Fireworks" e o EP "Freedom Call". A banda alcançou projeção internacional com turnês no Japão e em países da Europa. Após divergências, Matos, Mariutti e Ricardo Confessori deixaram o Angra em 2000, e fundaram a banda Shaman no ano seguinte. Eles tocaram juntos até 2006, quando Matos decidiu seguir em carreira solo. Initial plugin text
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15/06 - Roberta Sá rodopia com brilho pelo cancioneiro de Gilberto Gil em show que engrandece o disco 'Giro'
Dedicado ao jornalista Jorge Bastos Moreno na estreia carioca, espetáculo evidencia a luminosidade do canto da artista no palco. Há discos que, na transposição para o palco, soam esmaecidos sem a maquiagem e o formalismo do estúdio. Em contrapartida, há discos que crescem e ganham luminosidade no jogo da cena. Giro – álbum em que Roberta Sá dá voz a onze músicas inéditas de Gilberto Gil – se enquadra no segundo caso porque o canto da artista se expande no palco e, sem as estranhezas timbradas no disco, emana o brilho e a vivacidade característicos dessa ótima cantora projetada há 14 anos com um primeiro álbum irretocável, Braseiro (2005). Na noite de ontem, 14 de junho de 2019, Roberta Sá eletrizou o público jovial do Circo Voador (RJ) com apresentação exuberante do show Giro na cidade, Rio de Janeiro (RJ), que abriga a artista potiguar desde a adolescência. Roberta Sá na estreia carioca do show 'Giro', no Circo Voador Mauro Ferreira / G1 Exceto pela adição de Girando na renda (Pedro Luís, Sérgio Paes e Flávio Guimarães, 2007) como coerente bônus para o público carioca, o roteiro seguido por Roberta Sá foi o mesmo da estreia nacional do show Giro em Salvador (BA) em 1º de junho. Esse roteiro surpreendeu desde a estreia do show na Bahia por embutir músicas pouco conhecidas do cancioneiro de Gil, além de reproduzir as 11 músicas do álbum Giro. Abra o olho (1974), uma dessas músicas mais raras, atestou o crescimento de Roberta como intérprete. Expansiva, a cantora subiu o tom e mandou os versos "Viva Pelé do pé preto / Viva Zagallo da cabeça branca" para a rede como gritos de guerra. A torcida aplaudiu o golaço nas arquibancadas e na pista do Circo Voador. Sob a direção de Gabriela Gastal e com os movimentos orquestrados por Marcia Rubin, Roberta Sá gravitou leve e solta em torno do repertório de Gil, enquadrando Autorretratinho (2019) em moldura teatral (de encaixe mais apropriado para teatros), rodopiando luminosa pelo samba Giro (2019), evocando a brejeirice da fase inicial no Xote da modernidade (Gilberto Gil, Bem Gil e Roberta Sá, 2019) e armando o arraial no "lerê lerê" de outro xote, Abri a porta (Giberto Gil e Dominguinhos, 1979), lembrança em tom vivaz de sucesso do grupo A Cor do Som. Roberta Sá mostra graça e leveza no show 'Giro' Mauro Ferreira / G1 Orquestrada sob a direção musical de Bem Gil, que reprocessou no toque da guitarra o suingue originalmente donatiano de Deixei recado (Gilberto Gil e João Donato, 1975), a banda mostrou que entende o funcionamento da máquina de ritmos de Gilberto Gil. Peça fundamental da MPB surgida nos anos 1960, essa máquina de ritmos foi acionada com natural contemporaneidade – com os teclados de Danilo Andrade, com o baixo de Alberto Continentino e com Domenico Lancellotti e Marcelo Costa se revezando entre a bateria e a percussão – na cadência dos sambas A vida de um casal (2019) e O lenço e o lençol (2019). Cantora de origem potiguar, Roberta comprovou que sabe falar o idioma musical da nação nordestina em xotes como Cantando as horas (2019) e Fogo de palha (2019) – duas parcerias de Gil com a própria Roberta – e no estilizado ijexá Outra coisa (Gilberto Gil, Roberta Sá e Yuri Queiroga, 2019), cuja letra teve cada verso saboreado por Roberta em um dos (muitos) grandes momentos do show. Roberta Sá encerra o bis do show 'Giro' com 'Bananeira', parceria de Gilberto Gil com João Donato Mauro Ferreira / G1 Terra do ijexá, a Bahia embasou o percussivo solo afro-brasileiro sobre o qual Babá Alapalá (1977) foi adequadamente assentada no bis, encerrado com Bananeira (1975), hit da parceria de Gil com João Donato. Ainda dentro do território musical nordestino, Tá (Roberta Sá, Pedro Luís e Carlos Rennó, 2009) e a apoteótica Ah, se eu vou (Lula Queiroga, 2001) se justificaram no roteiro do show pelo diálogo rítmico com a obra de Gil, ainda em que ambas as músicas não tragam a assinatura do compositor. Roberta Sá evidenciou a crescente segurança vocal e cênica quando, sentada diante de Bem Gil, se entregou à onda da balada Afogamento (2018), parceria de Gil com o jornalista Jorge Bastos Moreno (1954 – 2017), a quem a apresentação carioca do show Giro foi dedicada por ter sido feita exatamente dois anos após a morte de Moreno e, sobretudo, pelo fato de o festeiro jornalista ter sido o mentor do encontro de Roberta Sá com Gilberto Gil. Roberta Sá canta a balada radiofônica 'Tempo rei' no show 'Giro' Mauro Ferreira / G1 Com roteiro corajoso que deixa em segundo plano os hits radiofônicos de Gil, com exceção da filosófica balada Tempo rei (1984), o show Giro roçou a perfeição na estreia carioca. Perfeição que talvez tivesse sido atingida com a ausência no roteiro de algumas músicas menores, como Nem (Gilberto Gil, Alberto Continentino e Bem Gil, 2019), cuja cadência neoabolerada deixou morno, por instantes, show que resultou quase sempre caloroso, inebriante. Pelo canto luminoso da artista em cena, o giro de Roberta Sá pelo cancioneiro de Gilberto Gil se engrandeceu no palco. (Cotação: * * * * 1/2) Roberta Sá comprova a evolução como intérprete na estreia carioca do show 'Giro' Mauro Ferreira / G1
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15/06 - A ‘diretora de intimidade’ da BBC, que auxilia a filmagem de cenas de sexo
Em plena era do movimento #MeToo, algumas produções começam a contar com uma nova figura dentro da equipe para garantir que os atores se sintam à vontade e não sejam cometidos abusos. Ita O'Brian trabalha na série da BBC 'Gentleman Jack', assessorando os atores nas cenas de sexo BBC Para muitos atores, as cenas de sexo são desconfortáveis. Alguns dizem que têm dificuldade de contracenar na cama com alguém que mal conhecem, outros de fingir que estão excitados diante das câmeras, observados pela equipe de filmagem. Há também aqueles que se sentem incomodados ​​pelo simples contato físico. Agora, em plena era #MeToo, hashtag que remete a um movimento contra o assédio sexual, cada vez mais produções contam com uma nova figura dentro da equipe: diretores de intimidade ou de momentos íntimos. São especialistas em interpretação que buscam garantir que qualquer cena em que haja nudez ou contato físico seja combinada e coreografada para que os atores envolvidos se sintam à vontade e ninguém se aproveite da situação. O novo filme de James Bond, previsto para ser lançado em 2020, já conta com uma coordenadora de momentos íntimos. A função dela é ajudar Daniel Craig, que interpretará pela quinta vez o agente secreto 007, e Ana de Armas, a nova "Bond Girl", a conduzir melhor as sequências de maior teor sexual do filme. Daniel Craig durante anúncio do "Bond 25" em Montego Bay, na Jamaica, em abril de 2019 Slaven Vlasic / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP Consequências do movimento #MeToo A BBC também contratou pela primeira vez uma "diretora de intimidade" para algumas de suas produções. Ita O'Brian, coordenadora de intimidade e diretora de movimentos de origem irlandesa, tem mais de cinco anos de experiência. Ela conta que neste período desenvolveu técnicas que ajudam nas cenas de nudez e de sexo em produções cinematográficas, televisão e teatro. Recentemente, ela colaborou com a série da BBC Gentleman Jack, que narra a vida da cronista inglesa Anne Lister, a 'primeira lésbica moderna' dentro da cultura britânica em 1832, em meio à revolução industrial. "O que se busca é um consentimento para contato físico", explica O'Brian à BBC. Para isso, é necessário entender onde estão os limites de cada ator, para saber "onde está o seu 'sim' e onde está o seu 'não'". Uma vez que isso acontece, se fala claramente sobre a estrutura da cena. "Após o fenômeno #MeToo, em que algumas pessoas se levantaram para dizer que algumas coisas não estavam certas, precisamos fazer melhor. Não podemos consentir que haja uma indústria que permita que alguns sejam predadores ou se sintam legitimados a depreciar alguém que consideram mais vulnerável", diz ela. Cenas como um simples beijo, explica O'Brian, são de extrema importância, uma vez que o beijo é geralmente real, enquanto que em uma cena de sexo não há penetração. "(O beijo) tem que ser estruturado, tem que ser combinado qual parte do corpo vai ser tocado: o rosto, o pescoço, as costas... Tudo tem que ser combinado e tem que haver uma coreografia muito clara", acrescenta. Segundo O'Brian, quando uma cena sexual não é coreografada "há pessoas que podem se sentir muito vulneráveis". Mudanças na indústria? Além de trabalhar para a BBC na série Gentleman Jack, a diretora de elenco irlandesa dá aulas de interpretação na Royal Central School of Speech and Drama, em Londres, onde ajuda estudantes a atuar em cenas de sexo. "Se você é jovem e sente que não sabe muito sobre a indústria ou que não sabe como falar com os diretores, é ótimo ter alguém dizendo que não há problema em dizer isso, que você tem o direito de dizer sem se meter em encrenca, sem perder o emprego ou sentir vergonha", diz Chloe Palmer, estudante de teatro em Londres. Para O'Brian, saber que produções grandes com um personagem tão masculino quanto James Bond estão levando em conta o trabalho de uma "coordenadora de intimidade" pode ser um sinal de mudanças significativas na indústria cinematográfica.
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15/06 - Lagum toca 'Coisas da geração' entre baladas, reggaes e rock do segundo álbum da banda mineira
O título do segundo álbum da banda mineira, Coisas da geração, está em sintonia com o universo juvenil desse quinteto originado de Brumadinho (MG), formado em 2014 e já com forte conexão com o público igualmente jovem que consome músicas e emoções baratas pela web. Com amostras dadas nos três meses anteriores pelos singles Detesto despedidas (apresentado em março), Chega de manso (arremessado em abril nas plataformas de áudio) e Andar sozinho (editado em maio com a participação do cantor Jão), o álbum Coisas da geração foi lançado ontem, 14 de junho, com 14 faixas idealizadas para manter a conexão do grupo com a juventude dos anos 2010. Capa do álbum 'Coisas da geração', da banda Lagum Divulgação No ameno tom pop dos três singles que precederam o álbum produzido por Paul Ralphes, Pedro Calais (voz), Otávio Cardoso (voz e guitarra), Jorge (guitarra), Francisco Jardim (baixo) e Tio Wilson (bateria) tentam evocar o toque do violão de Jorge Ben Jor na introdução de Falando a verdade, explicitam influências do pop dos anos 1980 em Grato um tanto, seguem a batida do rock em É seu, apresentam escrita autobiográfica em Pedro e se banham em águas jamaicanas em Reggae bom, Vai doer no peito e já conhecida Detesto despedidas. Entre baladas como Se for pra ser, o Lagum simula conversa entre mãe e filho (sobre a necessidade da liberdade) na letra de Oi, faixa promovida com o lançamento de clipe dirigido por Phill Mendonça. O disco Coisas da geração sai três anos após o primeiro álbum do Lagum, Seja o que eu quiser (2016).
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15/06 - Tássia Reis projeta 'bom olhar para o futuro' na capa do segundo álbum, 'Próspera'
Tássia Reis lança o segundo álbum, Próspera, na próxima sexta-feira, 21 de junho. Precedido pelos singles Ansiejazz e Pode me perdoar, o álbum Próspera chega ao mercado fonográfico com capa que expõe a rapper paulistana em foto de Caroline Lima. "Quis passar a ideia de um bom olhar pro futuro, um olhar que almeja mais vitórias", sintetiza Tássia Reis em nota oficial sobre o conceito da capa do disco. Com edições nos formatos de CD e LP, Próspera é o primeiro álbum da artista desde Outra esfera (2016), lançado há três anos. Cantora e compositora, a rapper debutou no mercado fonográfico há cinco anos com a edição do EP Tássia Reis (2014).
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15/06 - Graça Braga, voz do samba de São Paulo, grava disco ao vivo com a obra de Martinho da Vila
Álbum 'No embalo da Vila' reúne 19 músicas do compositor fluminense. Cantora associada ao samba de São Paulo, Graça Braga dá sequência neste ano de 2019 à discografia iniciada tardiamente há uma década com a edição do álbum Eu sou Brasil (2009). Oito anos após dar voz ao repertório de Candeia (1935 – 1978) no CD Dia de Graça – O samba de Candeia (2011), a cantora paulista aborda a obra do compositor fluminense Martinho da Vila em álbum ao vivo produzido por Thiago Marques Luiz, arranjado pelo violonista Joan Barros e previsto para o segundo semestre. A gravação aconteceu na última terça-feira, 11 de junho, em show no Teatro Itália, na cidade de São Paulo (SP). O disco se chama No embalo da Vila, título de samba lançado há 40 anos por Martinho no álbum Terreiro, sala e salão (1979). Aos 65 anos, a cantora – nascida em Pirajuí (SP), mas residente em Sampa – oferece visão de cancioneiro já decupado em discos de cantoras como Simone (Café com leite, de 1996) e Ana Costa (Pelos caminhos do som, de 2015). Sem sonegar sucessos da monumental obra do compositor, Graça Braga revive um ou outro samba menos conhecido, caso sobretudo de É hora de pintar, lançado por Beth Carvalho (1946 – 2019) no álbum Suor no rosto (1983) e desde então regravado somente pelo próprio Martinho em disco de 1990. Martinho da Vila tem a monumental obra abordada por Graça Braga em disco que será lançado no segundo semestre Reprodução / Página de Martinho da Vila no Facebook Eis os 19 sambas de Martinho da Vila (e um de autoria de João da Baiana, Batuque na cozinha, registrado por Martinho em 1972) cantados por Graça Braga nos 17 números do show gravado ao vivo para dar origem ao álbum No embalo da Vila: 1. Semba dos ancestrais (Martinho da Vila e Rosinha de Valença, 1985) 2. No embalo da Vila (1979) 3. Sonho de um sonho (Martinho da Vila, Rodolpho de Souza e Tião Graúna, 1979) 4. Bandeira da fé (Martinho da Vila e Zé Katimba, 1983) 5. Fim de reinado (1969) 6. Tom maior (1968) 7. Plim plim (1970) 8. Maré mansa (Martinho da Vila e Paulinho da Viola, 1974) 9. Grande amor (1968) 10. Danadinho danado (Martinho da Vila e Zé Katimba, 1995) 11. Samba da cabrocha bamba (1970) 12. Nego vem sambar (1970) 13. É hora de pintar (1983) 14. Disritmia (1974) 15. Cidadã brasileira (1990) 16. Onde o Brasil aprendeu a liberdade (1971) 17. Batuque na cozinha (João da Baiana, 1917) / 18. Balança povo (1972) / 19. Segure tudo (1971) / 20. Casa de bamba (1968)
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15/06 - Após plateia vazia, Gabriel Smaniotto divide palco com Marília Mendonça em Americana
A convite da ‘rainha da sofrência’, cantor foi o convidado especial na abertura da Festa do Peão. Vídeo viralizou nas redes sociais após show tendo como público somente os pais e os bombeiros. Marília Mendonça ao lado de Gabriel Smaniotto cantam na 1ª noite da Festa do Peão de Americana Júlio César Costa/G1 Depois de fazer um show sem público, o cantor Gabriel Smaniotto se apresentou ao lado de Marília Mendonça na primeira noite da Festa do Peão de Americana nesta sexta-feira (14). Em entrevista ao G1, o sertanejo disse ter realizado um sonho. 'Estou vivendo um sonho', diz cantor que viralizou na internet após show quase sem plateia 'Meu coração estava apertado', diz mãe de cantor que fez show quase sem plateia “Estou conhecendo pela primeira vez Americana e estou muito feliz com esse momento. Sempre quis cantar ao lado dessa rainha. Depois de todo o apoio que eu tive, vai ser bem melhor que o show da semana passada”, conta. O cantor viralizou nas redes sociais após postar vídeo em apresentação que fez em Foz do Iguaçu (PR) onde apenas seus pais e os bombeiros estavam presentes. O artista teve apoio de famosos como Tatá Werneck, Felipe Araújo e Mumuzinho. Initial plugin text O convite de Marília Mendonça para Smaniotto foi feito pelas redes sociais. "Ae Gabriel, considere-se convidado para participar do meu show… Deus te abençoe!”, escreveu a cantora, que se sensibilizou com a história do rapaz. "A flor e o Beija-Flor" De mãos dadas com a ‘rainha da sofrência’, o sertanejo realizou o sonho de cantar para uma arena lotada. Oito mil pessoas acompanharam o jovem no palco. Marília Mendonça e Gabriel Smaniotto cantaram abraçados a música "A Flor e o Beija-Flor", de Henrique e Juliano. "Se liga nesse publico aí, Gabriel. Quanta gente achou linda a sua história, assim como eu. Deus te abençoe, nós estamos com você", disse a cantora ao se despedir do convidado especial. Abraçados, Marília Mendonça e Gabriel Smaniotto cantam na Festa do Peão de Americana Júlio César Costa/G1 Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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15/06 - Tom político do rock de Brasília nos anos 80 ressoa até hoje, diz vocalista da Plebe Rude
Banda é uma das atrações do palco Brasil - edição Brasília, ao lado de Capital Inicial, Natiruts, Raimundos , Tribo da Periferia, Dado e Bonfá, no festival João Rock, em Ribeirão Preto, SP. Plebe Rude Divulgação Na década de 1980, o Brasil foi palco de uma grande efervescência musical, na qual o rock se destacou por meio do nascimento de diversas bandas influenciadas pelo cenário político, social e cultural da época – marcado pela ditadura. Além da temática, outra característica uniu muitas delas: Brasília (DF). Foi na capital federal que nasceram grupos que construíram uma carreira sólida e, até hoje, estão na estrada e nas paradas de sucesso. Vai ao João Rock? Confira guia do G1 com dicas para curtir o festival São eles e esse relevante cenário musical os homenageados da 18ª edição do festival João Rock, que acontece neste sábado (15), em Ribeirão Preto (SP). A “capital do rock”, como já foi conhecido nosso distrito federal, será o tema do Palco Brasil. “É um reconhecimento mais que justo, porque, quando o rock brasileiro surgiu em meados de 1980, foi o som de Brasília que deu seriedade. Foi ele que chegou com uma lucidez na postura e nas letras que não existia até então. E isso ressoa até hoje”, destaca Philippe Seabra, vocalista da banda de punk rock Plebe Rude. Formada em 1981, a banda fará parte do tributo, ao lado de Capital Inicial, Raimundos, Natiruts e Tribo da Periferia, além de Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá com o projeto no qual retomam o repertório do Legião Urbana. Brasília também será lembrada no Palco João Rock por Os Paralamas do Sucesso e Scalene, que dividirão o espaço com Pitty, Zeca Baleiro, CPM 22, Baiana System, Marcelo D2, Alceu Valença, e Emicida e Rael (que convidam Mano Brown). Plebe Rude Divulgação Resultado de um movimento Quem for conferir as atrações dessa homenagem pode esperar ouvir muitas letras com conteúdo questionador e consciência social, resultado das influências sofridas pela capital durante aquela década. “Todo mundo era filho de acadêmico. Então os pais impeliram nossa curiosidade intelectual, que é algo que sinto muita falta hoje em dia. Aí você alia isso a crescer no meio da ditadura, na latrina que é Brasília, onde tudo vai ralo abaixo, com os hormônios à flor da pele, mais o movimento punk rock explodindo no mundo, tinha que dar o que deu. Realmente podemos dizer que foi um movimento”, define Seabra. O vocalista, ao lado de André X, no baixo, é um dos membros da formação original da banda, que atualmente conta com Clemente na guitarra e Marcelo Capucci na bateria. Segundo ele, as bandas brasilienses foram reflexos de um momento no tempo e espaço muito particular. “O isolamento físico e cultural da cidade, na época, meio que nos propeliu a buscar nossos próprios caminhos e criar a nossa própria cultura”. Raimundos Divulgação Reencontro Integrante da Raimundos, outra banda que fez parte do movimento descrito por Seabra, ainda que tenha nascido mais no fim da década (em 1987), o baixista Canisso reforça a influência da política no rock nacional. “A proximidade do poder é uma visão privilegiada. Assim, é bastante sintomático o estilo contestatário encontrar grandes representantes na capital”. Ele afirma que, nesse contexto, foi muito legal testemunhar o começo de vários dos nomes que tocarão no Palco Brasil - Edição Brasília, e comemora a chance de todos se reencontrarem. “A expectativa é de uma grande festa tanto no nosso palco quanto no backstage, já que as bandas são amigas e surpresas podem acontecer”, especula. Para o João Rock 2019, Canisso, com a companhia de Digão (vocal), Marquim (guitarra) e Caio (bateria), promete uma apresentação especial, parte da turnê de 25 anos do Raimundos, com os principais sucessos do grupo e uma participação já confirmada: do baterista Fred Castro, parte da formação original da banda. Leia mais notícias do João Rock 2019
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15/06 - Morre o cineasta italiano Franco Zeffirelli
Zeffirelli tinha 96 anos e morreu neste sábado (15) em casa, na Itália. Morre o cineasta italiano Franco Zeffirelli Morreu neste sábado (15) o diretor de cinema italiano Franco Zeffirelli. Ele tinha 96 anos. Segundo a agência de notícias Associated Press (AP), o filho de Zeffirelli, Luciano, confirmou que seu pai morreu em casa por volta das 12h deste sábado na Itália (cerca de 7h do horário de Brasília). "Ele sofreu durante um tempo, mas se foi de uma forma pacífica", afirmou Luciano. Ópera e Shakespeare Zeffirelli ficou famoso por dirigir filmes como "La Traviata" e "Romeu e Julieta", pelos quais foi indicado ao Oscar, mas também por produções de óperas e obras para a televisão. De acordo com a AP, o cineasta encantou as plateias pelo mundo com sua visão romântica e produções muitas vezes extravagantes. O cineasta italiano Franco Zeffirelli em foto de 2009, em Roma Alessandra Tarantino/AP Em uma entrevista em 2013, quando completou 90 anos, ele afirmou que o público em geral se lembraria dele principalemente por sua produção de "Romeu e Julieta", que ganhou as telas em 1968, além da minissérie para a televisão "Jesus de Nazaré", de 1977, e o filme "Irmão Sol, Irmã Lua", de 1972, que foi um tributo a Santo Antonio de Assis, informou a agência Reuters. Nascido em 12 de fevereiro de 1923 em Florença, Zeffirelli foi fruto de um caso extraconjugal entre sua mãe, costureira de sucesso casada com um advogado, e um cliente vendedor de tecidos. Segundo a agência France Press (AFP), a mãe do cineasta, como não poderia dar ao filho o sobrenome do marido ou do amante, escolheu um nome que ouviu em uma ópera de Mozart, que falava dos "zeffiretti gentili" (ventos suaves). Um erro de transcrição no cartório o transformou em Zeffirelli. Franco Zeffirelli, cineasta italiano, em foto de 1974 Jerry Mosey/AP Um dos poucos artistas que apoiaram politicamente o polêmico Silvio Berlusconi, Zeffirelli foi senador do partido fundado pelo magnata das comunicações, Forza Italia, de 1996 a 2001. Em suas memórias, o cineasta assumiu sua homossexualidade e disse que foi apaixonado pelo grande cineasta e intelectual Luchino Visconti, com quem colaborou durante muitos amos. "Sou homossexual, mas não gay, uma palavra que odeio, que é ofensiva e obscena", escreveu. "Com Visconti vivi um amor atormentado, esgarçado, mas nunca apagado. Para mim, Luchino era o modelo de tudo o importante", acrescentou Zeffirelli, que lembrou ainda seu amor por Maria Callas, "a única mulher por quem me apaixonei". Denúncia de abuso Em janeiro 2018, Zeffirelli foi acusado pelo ator Johnathon Schaech de ter abusado sexualmente dele durante as filmagens do filme "Sparrow", em 1992. Schaech, que era um ator novato na época, afirmou que o diretor entrou em seu quarto de hotel enquanto ele dormia e deitou ao lado ele e o tocou sem sua permissão, além de ter sido verbalmente abusivo e agressivo. Na ocasião, a família do cineasta, que já estava com a saúde debilitada, negou a acusação em um comunicado e afirmou que o ator teria raiva do diretor, que, após as filmagens, dublou as falas de Schaech devido a um problema de dicção dele. "As afirmações não são verídicas. Diretores têm estilos diferentes e quando eles estão lidando com atores que não têm experiência, às vezes, eles são mais exigentes e pressionam mais", disse o comunicado. "Me surpreende que o Sr. Schaech tenha esperado tanto tempo e escolhido esse momento exato para fazer suas acusações, agora que o maestro, por causa de sua condição de saúde, não pode se defender", afirmou Pippo Corsi Zeffirelli, filho do cineasta.
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15/06 - Taylor Swift cria hino contra haters e pede paz na internet em 'You Need to Calm Down'
Cantora lança segunda música de sua nova era, mais colorida e menos egocêntrica. G1 analisa versos e arranjo futurista do passado com timbres da trilha da série 'Twin Peaks'. Taylor Swift lança 'You Need to Calm Down' Em vez de falar de si mesma, de seus ex-namorados e detratores, Taylor Swift bota seu poder de observação a serviço de outros temas em "You Need to Calm Down", lançada na sexta-feira (14). No formidável segundo single do álbum "Lover", anunciado para 23 de agosto, a cantora americana versa sobre os perigos da internet, machismo, homofobia e haters em geral. Como "ME" fazia supor, a nova música deixa claro que a nova era na carreira de Swift é mais colorida e menos egocêntrica. Poderia ser o hino da internet, se ela fosse um país. A letra resume bem o sentimento de ódio, aquela revolta que todo mundo parece ter contra tudo. O tom geral é de desapontamento, mas há partes em que ela pede paz e calma. "Controle seus impulsos para gritar sobre todas as pessoas que você odeia / Até porque shade nunca fez ninguém menos gay", explica ela, citando a gíria para indiretas maldosas. A defesa da comunidade LGBT também aparece em outro verso, em que ela canta: "Tem sol na rua na parada / Mas você prefere estar na idade das trevas". Taylor Swift Divulgação Além da homofobia, ela também versa sobre a tentativa de alguns em criar rivalidades entre popstars, sobretudo as cantoras. E na parte musical? Musicalmente, a cantora de 29 anos também dá uma acalmada. "You Need to Calm Down" tem partes mais faladas, às vezes entoadas com certa pressa, na hora de cantar. Ela até se aproxima de rap fofo, como em momentos anteriores da carreira. Mas o arranjo no geral é bem futurista do passado, com timbres que parecem retirados da trilha da série "Twin Peaks". Quem ajudou nessa escolha é o produtor Joel Little, tão neozelandês quanto Lorde, com quem já trabalhou. É ele quem está do lado de Taylor nesta nova fase da cantora, que deve render outros singles antes do lançamento de "Lover". Todos, provavelmente, menos soltos e ensimesmados do que a era "1989" e menos soturnos e reclamões do que a era "Reputation". Taylor Swift começa nova fase com 'Me', com refrão difícil de cantar e pop fácil de ouvir
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15/06 - Semana Pop tem cantor que fez show só para os pais e Paula & Luan nem tão juntos; ASSISTA
Programa fala ainda do perigoso kit de maquiagem de uma youtuber americana, o ataque de hackers ao Radiohead e a pausa do Snow Patrol. Entenda assuntos em alta no entretenimento. Semana Pop tem decepção de Paula Fernandes, lesão de guitarrista e Radiohead contra hacker No Semana Pop deste sábado (15), você vai entender por que o Radiohead lançou 18 horas de gravações inéditas. Tem também a história fofa do rapaz que fez um show só com os pais na plateia e Paula Fernandes e o Lua Santana, que não estão mais tão juntos e shallow now assim. Veja todas as edições Ouça em podcast Desta vez, os temas são: Nem tão juntos e shallow now: Os autores do meme, que continua rendendo, estão mais para separados. Guitarra de um dedo só: Só um herói do rock consegue tocar guitarra com só um dedo. 18 horas inéditas: O Radiohead não se rendeu aos hackers - e fez a alegria dos fãs. Maquiagem com amianto: O perigoso kit de cosméticos lançado por uma youtuber americana. Filho de papai: Esse cantor fez um show só com os pais na plateia, e acabou se dando muito bem.
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14/06 - Cartas de amor de Leonard Cohen a musa são vendidas por U$ 876 mil em leilão
Coleção tem mais de 50 cartas de amor escritas pelo cantor e compositor canadense à mulher que inspirou 'So Long, Marianne'. Leonard Cohen durante entrevista em Estocolmo, na Suécia, em abril de 1972 Lars Olsson/DN/TT/AFP Uma coleção de mais de 50 cartas de amor escritas pelo cantor e compositor canadense Leonard Cohen à mulher que inspirou "So Long, Marianne" foi vendida pelo valor total de US$ 876 mil (cerca de R$ 3,4 mil). Muitas delas foram arrematadas por mais de cinco vezes a estimativa de pré-venda, informou a casa de leilões Christie's. O arquivo de cartas de Cohen a Marianne Ihlen registra seu caso de amor dos anos 1960 e o desabrochar da carreira de Cohen, que foi de poeta iniciante a músico famoso. A principal carta, na qual o artista escreveu em dezembro de 1960 sobre estar "sozinho com os vastos dicionários da linguagem", foi arrematada por US$ 56.250, ante estimativa original de US$ 10 mil, disse a Christie's na quinta-feira. Uma carta de 1964, na qual Cohen escreveu "estou famoso, mas vazio", saiu por US$ 35 mil, disse a casa de leilões. Cohen e a norueguesa Marianne se conheceram na ilha grega de Hidra em 1960, e ela se tornou a inspiração de várias de suas canções mais conhecidas, como "Bird on a Wire", "Hey, That's No Way to Say Goodbye" e "So Long, Marianne", esta de 1967. Ela morreu de leucemia em Oslo em julho de 2016 com 81 anos. Cohen, que também sofria de leucemia, morreu em novembro de 2016 aos 82 anos. As cartas foram vendidas pela família de Marianne, e os compradores não foram revelados. O principal item do leilão virtual de cinco dias foi um sino italiano de bronze do século 15 ou 16 que esteve pendurado na casa de Hidra que Cohen e Marianne dividiram em certa época. Ele foi avaliado em mais de US$ 12 mil e vendido por US$ 81.250.
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14/06 - Perseguição às religiões afro-brasileiras ontem e hoje
Desde os tempos coloniais os brasileiros vivem rodeados por orixás, espíritos de antepassados e das forças da natureza. Casas ou terreiros que praticam religiões de origem africana aqui se transformaram e se enriqueceram com um diversificado panteão de deuses. Segundo as primeiras descrições, os rituais de possessão das chamadas “religiões afro-brasileiras”, hoje denominadas religiões de “matriz africana” ou “matrizes africanas”, eram frequentados por um “resumo de nossa sociedade” como diz João do Rio em seu livro "As religiões do Rio", de 1906. O médico Raimundo Nina Rodrigues em "O animismo fetichista dos negros baianos" também fez descrições acuradas dos rituais praticados em templos “localizados em lugares ermos e de difícil acesso”. Foi também Nina Rodrigues quem denunciou pela primeira vez a perseguição que sofriam os templos das religiões de origem africana e repudiou a violência policial e a inconstitucionalidade dos atos de repressão em um país cuja Constituição sempre propugnou a liberdade religiosa. Estudei no livro "Medo do feitiço: relações entre magia e poder no Brasil" os processos criminais e judiciais originados dessas “batidas” em terreiros ou casas de culto no Rio de Janeiro da Belle Époque para descobrir, estupefata, que a repressão às religiões de “matriz africana” ou “matrizes africanas”, no período que se estende do final do século XIX até os anos 1940, inscrevia-se na crença, como ficará mais claro adiante. Foto Luiz Alphonsus, coleção de objetos apreendidos pela polícia no Rio de Janeiro de 1890 a 1940, vestimentas rituais de médiuns de terreiros não identificados Arquivo Yvonne Maggie O primeiro código penal republicano, promulgado em junho de 1890, proibia no artigo 157 – “Praticar o espiritismo, a magia e seus sortilégios, usar talismãs e cartomancias para despertar sentimentos de ódio e amor, inculcar cura de moléstias curáveis e incuráveis, enfim fascinar e subjugar a credulidade pública”. Se a magia era proibida, supõe-se que o legislador acreditava nela. Comparando nossa legislação com a Lei de Supressão à Feitiçaria datada de 1897 que imperou nas colônias britânicas, me surpreendi ao verificar que os colonizadores britânicos, por exemplo em Zimbábue, proibiam a acusação e, em seus tribunais, processavam quem acusasse alguém de praticar bruxaria ou feitiçaria. Para os povos que viviam sob a égide da Lei de Supressão à Feitiçaria, a lei era inconcebível porque a feitiçaria era tão real quanto a chuva que caia no verão. A magia maléfica, ou feitiçaria é moralmente condenável e, portanto, perseguir os feiticeiros é um dever moral. O legislador britânico não acreditava na feitiçaria dos africanos e, por isso punia quem acusasse outra pessoa de usar poderes para o mal rompendo assim a lógica da crença. Foto retirada de microfilme da Biblioteca Nacional. Diário de notícias, 1 de abril de 1941, Rio de Janeiro Reprodução No Brasil, não só para acusados e acusadores, mas também juízes e promotores, a realidade do feitiço estava inscrita na lei que proibia a prática da magia e seus sortilégios e protegia os acusadores, regulando assim as acusações. Os processos por mim analisados contam a história de como os templos eram invadidos, sob quais acusações e como os acusadores, em sua maioria próximos aos acusados, eram bem recebidos pela corte judiciária e descreviam os rituais para uma plateia que não precisava de explicações de termos e categorias religiosas. O resultado desse processo é que o Estado brasileiro se imiscuiu na crença e a polícia exercia pela perícia o papel de oráculo, separando o joio do trigo, os que praticavam o bem dos que praticavam o mal. Ou seja, disciplinaram o campo religioso e hierarquizaram as práticas religiosas. Nas colônias britânicas e, particularmente na Rodésia do Sul, hoje Zimbábue, onde a Lei de Supressão à Feitiçaria vigorou até 2006, os médiuns eles mesmos regulavam as acusações e a empresa colonial não se imiscuía nas coisas da “tradição”. No Brasil, os acusadores eram bem-vindos pela Justiça. E hoje? O que se passa na baixada fluminense especialmente? O noticiário dos últimos dias fala em mais de cem templos de matriz africana invadidos e seus objetos, especialmente imagens e tambores, destruídos. Em alguns casos até sacerdotes humilhados e agredidos. Alguns médiuns, pais e mães-de-santo contam que os invasores dizem que as praticas ali realizadas são obra do “demônio”. Alguns depoimentos acusam os evangélicos ou pentecostais e até mesmo traficantes evangélicos pela violência. Outros afirmam que os perseguidores são milicianos ávidos por cobrar taxas exorbitantes para permitir o funcionamento dos centros ou templos religiosos. O documento “Intolerância Religiosa no Brasil, Relatório e Balanço” de 2016, organizado por Ivanir dos Santos, Maria das Graças O. Nascimento, Juliana B. Cavalcanti M. T, Mariana Gino e Vítor Almeida é o levantamento mais exaustivo que pude consultar. No entanto, os dados quantitativos e os casos relatados até 2016 não são suficientes para que se compreenda os motivos das ameaças, agressões e violências contra casas de culto das religiões de matriz africana e seus médiuns. A literatura sociológica sobre o tema da chamada “intolerância religiosa” é vasta, mas não cabe uma revisão nos limites desse post. De fato não se sabe de onde partem os ataques. Porém uma coisa é certa: ao contrário dos casos de invasão e depredação de terreiros que estudei, do final do século XIX até os anos 1940, nada do que acontece hoje tem a chancela do Estado que, ao contrário, é chamado a intervir a favor dos templos violados. A Lei 9.459, de 1997 considera crime inafiançável e imprescritível a prática de discriminação ou preconceito contra religiões.
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14/06 - Madonna faz gostoso com Anitta, Bruce Springsteen faz disco cru e Taylor Swift faz hino no G1 Ouviu
Luisa Sonza e Noel Gallagher também estão no programa de lançamentos musicais. Madonna faz gostoso Anitta, Taylor Swift faz um hino, Springsteen faz disco cru no G Nesta edição do G1 Ouviu, programa de lançamentos musicais, os discos de discos de veteranos do pop e rock dominam. Tem Madonna, Bruce Springsteen e Noel Gallagher. Mas esta semana também tem os mais novinhos: com single da Taylor Swift e álbum de estreia da Luisa Sonza. Todos os programas Ouça a versão podcast Madonna - 'Faz gostoso' Madonna lança seu 14º disco nesta sexta-feira e tem de tudo em "Madame X". Em "Faz gostoso", Anitta faz bonito. Madonna lançando um funk é um grande momento para a música pop brasileira, de verdade. Mesmo que a música seja uma regravação de um sucesso em Portugal da cantora Blaya. Só não dá para gostar do final virando meio um samba eletrônico. É meio clichê de gringo. É esse o problema do disco. Ele está cheio de boas ideias ousadas, como cantar funk, mas além de ir longe, ela também viaja errado. Tem reggaeton bem feito, mas também com clichês sobre a Colômbia. Tem batuques de Cabo Verde, mas com ar meio místico, tipo Cirque du Soleil. E tem o fado da cidade onde ela mora, Lisboa, pedindo mais justiça e sensatez no mundo. É um fado português e tem uma letra sensata. O fado sensato. Leia mais. Bruce Springsteen - 'Western Stars' “Western Stars” é o primeiro disco solo do cantor americano de 69 anos desde 2005. Ele está sem sua E Street Bands, neste disco inspirado no rock californiano dos anos 60 e 70. É muito menos energético e grandioso do que a faceta mais conhecida do Bruce. Ele vem dando sinais que querer uma vida mais low-profile e um som mais lo-fi. É também meio country, meio cru. Tem a ver com a onda de de fazer show sozinho na Broadway, senta que lá vem história. Sim, mas ele tem alguns parceiros. Nesta que a gente está ouvindo são 20 músicos, incluindo o Jon Brion, conhecido por trilhas de filmes como Brilho Eterno, Lady Bird e Magnólia. Enfim, um craque. Eu só ouvi o disco duas vezes, quero ouvir com mais atenção. Noel Gallagher - 'Sail on' Semana passada teve Liam Gallagher, e agora tem o irmão e arquirrival Noel com o EP ‘Black star dancing’. E a gente ouve a única faixa que ainda não tinha saído desse EP, “Sail on”. A era pós-Oasis causa cada vez mais polarização na família Gallagher. Parece que um faz força para ser o mais diferente possível do outro. O Liam fez um rock direto e o Noel lançou esse EP de space rock. Essa música nem é a principal - é um baladinha intimista típica de lado b do Noel. Os discos anteriores saíram quase juntos, lá no fim de 2017. E agora com uma semana de diferença o Liam solta um single e o Noel vai lá com o EP. Se bobear até de propósito. O Noel diz que vai lançar mais 2 EPs ainda neste ano. Pelo menos a treta rende música. Agora vamos falar de pop brasileiro. A Luisa Sonza lançou o primeiro álbum dela. E a gente ouve a parceria dela com a Pabllo Vittar. Solta aí “Garupa”. Luisa Sonza - 'Garupa' Luisa é uma cantora gaúcha de 20 anos, surgida no YouTube. Está cantando bem melhor do que no começo, mas essa música é bem rasteira, né? Parece que foi feita com a pressa de um motoboy. O Rodrigo Gorky, produtor da Pabllo e ex-Bonde do Rolê, geralmente acerta a mão. Mas essa “Garupa” é muito esquemática. É tipo pedir delivery, a comida sempre chega ruim. O refrão não cola direito, “Na Garupa-pa-pa”. E o uso do barulho de moto não é tão bem explorado. São dois minutos e oito segundos bem esquecíveis. Até o crescendo falando de gasolina, com as duas gritando, não prepara bem para a chegada do refrão. Enfim, o legado de músicas de moto, do qual fazem parte “Dança da Motinho” e (da MC Betty) e “Deixa eu andar na tua moto” (da Cascavelettes) merecia coisa melhor. Mas o disco da Luísa vai além disso. Tem muito do pop soul americano e tem uma resenha completa no G1. Taylor Swift - 'You Need To Calm Down' Do pop delivery de motoboy para o pop sair para jantar e falar da vida, dos perigos da internet, de machismo, de homofobia, de haters. “You Need to Calm Down” é a segunda música lançada do disco “Lover”, que sai em 23 de agosto. Fica claro que a nova era da Taylor Swift é mais colorida e menos ensimesmada. Em vez de olhar pro próprio umbigo e ficar alimentando sua insaciável mania de perseguição, a Tay agora parece que usará seu poder de observação para falar dos nossos tempos. poderia ser o hino da internet, resume muito bem o sentimento de ódio, de revolta de todo mundo com tudo. Mas o refrão avisa que a gente tem que dar uma baixada na bola. Musicalmente, ela também dá uma acalmada. Tem umas partes mais faladas, mais corridinhas na hora de cantar, meio rap. Mas o arranjo no geral é bem futurista do passado, com uns timbres meio trilha da série "Twin Peaks".
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14/06 - Baterista Marcelo Costa reúne nomes como Caetano Veloso e Gal Costa no disco que lança em julho
Adriana Calcanhotto, Boca Livre e Toninho Horta também participam do álbum. Marcelo Costa com Caetano Veloso Reprodução / Facebook Marcelo Costa Baterista e percussionista, o músico Marcelo Costa é um dos ritmistas mais requisitados e queridos pela nata da MPB. O ótimo trânsito do artista pelo universo pop brasileiro está refletido na estelar lista de convidados do disco que Marcelo lançará em julho. Finalizado em maio, o disco reúne nomes como Caetano Veloso, Gal Costa, Adriana Calcanhotto, Roberta Sá, Boca Livre, Toninho Horta, Péricles Cavalcanti, José Miguel Wisnik, Jaques Morelenbaum e Muri Costa, irmão de Marcelo. Em cena desde os anos 1970, Marcelo Costa já tocou com todos os artistas convidados a participar do álbum.
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14/06 - Marcelo D2 torce o pé durante jogo de torneio amistoso com craques da música em Ribeirão
Cantor foi atendido em hospital na quinta-feira (13) e "tá de boa", segundo assessoria de imprensa. Ele é uma das atrações do festival João Rock 2019, neste sábado (15). Marcelo D2 durante jogo do João Rock Futebol Clube, em Ribeirão Preto, SP Ricardo Nasi O cantor Marcelo D2 se contundiu durante um jogo de futebol, na quinta-feira (14), em Ribeirão Preto (SP). Ele participava do campeonato João Rock Futebol Clube, torneio amistoso que reúne convidados e bandas que integram o line-up do João Rock 2019, quando houve a lesão. O festival é neste sábado (15), no Parque Permanente de Exposições. Marta, seleção sem Neymar: craques palpitam sobre Mundial Feminino e Copa América A assessoria de imprensa do cantor informou que o ‘craque’ sofreu uma torção no pé. Levado a um hospital particular, o cantor “foi avaliado pela equipe ortopédica e dispensado para seguimento com seu médico particular conforme sua solicitação”, informou a assessoria de imprensa da unidade. Em nota, a assessoria de D2 disse que o cantor “tá de boa” e que a “essa perseguição aos craques do futebol brasileiro é que precisa acabar”. Segundo a organização do festival, o show de Marcelo D2 está mantido no line-up. Ele é a penúltima atração do palco João Rock e a apresentação está prevista para ter início às 23h50. A final do campeonato João Rock Futebol Clube acontece nesta sexta-feira (14), no Clube de Campo Recreativa. Os finalistas serão decididos nos jogos entre Tribo da Periferia x Scalene e Natiruts x Fuze. Leia mais notícias do João Rock 2019
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14/06 - Fundador de gravadora de K-pop YG renuncia após escândalos de drogas e sexo
Yang Hyun-suk deixou a YG Entertainment nesta sexta-feira (14). Na quarta, o líder de uma de suas bandas deixou a carreira artística. Yang Hyun-suk, fundador da YG Entertainment YONHAP/AFP Yang Hyun-suk, fundador da sul-coreana YG Entertainment, que agencia grandes nomes do K-pop, renunciou nesta sexta-feira (14) ao cargo de produtor-chefe na esteira de escândalos de drogas e sexo envolvendo seus artistas. Em março, um membro da boy band Big Bang abandonou o negócio devido a acusações de suborno sexual, desencadeando investigações policiais e a renúncia de quatro astros de K-pop, ele mesmo incluído. Subsequentemente, surgiram alegações sobre uma rede de popstars, empresários e policiais que conspiraram e possibilitaram sonegação fiscal, suborno e prostituição, expondo o lado obscuro da indústria glamourosa. "Aguardei pacientemente esta situação, durante a qual palavras vergonhosas e humilhantes estão sendo disseminadas impensadamente como se fossem a verdade", disse Yang, ex-astro lendário do K-pop, em um comunicado. "Mas não acho que consigo mais suportá-la". Yang disse que está saindo para evitar mais danos das acusações aos artistas da empresa. Estas envolvem mediação de prostituição, sonegação fiscal e acobertamento de um escândalo de drogas, todos os quais ele negou. Principal acionista da YG, Yang fundou a empresa de agenciamento de K-pop em 1996. Seu irmão Yang Min-suk, presidente da agência, também renunciou, segundo um registro regulatório. Na quarta-feira (12), o líder de outra das boy bands da YG, iKON, também abandonou o meio artístico devido a reportagens segundo as quais estava tentando comprar drogas ilegais. Kim Hanbin pediu desculpas publicamente por seu ato e saiu da banda.
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14/06 - Clarice Falcão reflete apatias musicais e existenciais na batida eletrônica do álbum 'Tem conserto'
Clima depressivo do repertório autoral distancia a artista da leveza pop do disco anterior. "Minha cabeça me faz / Crer que eu sou doida / E aí me deixa doida / Vê só a ironia", relata Clarice Falcão nos versos da oitava estrofe de Minha cabeça, primeira das nove músicas autorais na disposição do terceiro álbum da artista pernambucana, Tem conserto. Programações e teclados manuseados por Lucas de Paiva, produtor musical deste disco imerso em atmosfera eletrônica, envolvem a faixa em batida cerebral que, além de estar em sintonia com a letra, evidencia a coerente apatia melódica da composição. Seis anos após ter sido projetada na cena musical com Monomania, álbum pautado por minimalismo de origem folk e calcado no espirituosa mordacidade das letras dessa artista multimídia, Clarice Falcão reaparece com disco mais denso que vai na contramão da leveza do antecessor Problema meu (2016). Há, sim, sutis doses de ironia em letras como a de Mal pra saúde, faixa de arranjo inspirado no sintetizado pop da década de 1980. Contudo, Tem conserto é álbum imerso no clima depressivo de músicas como Morrer tanto e Esvaziou, faixa formatada por Lucas de Paiva com a adesão do contrabaixo de Vinicius Paranho. Capa do álbum 'Tem conserto', de Clarice Falcão Pedro Pinho Como produtor musical do disco, Lucas de Paiva entendeu o espírito desanimado de repertório escrito com base em distúrbios existenciais vivenciados pela artista, vítima de depressão e ansiedade. Ainda assim, Lucas joga na pista de dança os temas Horizontalmente – música apática sintetizada pelo verso final "Hoje eu não saio dessa cama nem a pau" – e Dia D, música que cai até em suingue tropical em sintonia com o sol metafórico que insiste em aparecer no horizonte da artista a partir desta faixa. Tem conserto funciona como álbum conceitual. Todas compostas solitariamente por Clarice Falcão, as nove músicas devem ser ouvidas na ordem do disco para que se acompanhe o percurso existencial da narradora. Tanto que os três singles previamente lançados crescem se ouvidos na sequência do álbum. Clarice Falcão lança o terceiro álbum, 'Tem conserto', produzido por Lucas de Paiva Pedro Pinho / Divulgação Espécie de cantada em DJ, feita sobre batidas graves, CDJ inclui até duplo sentido mordaz ("Quando a festa esvaziar / E essa noite tiver fim / Eu queria que você tocasse uma só pra mim") que tem o significado ampliado em Só + 6, a música seguinte, espécie de saideira da festa. No arremate do álbum, a música-título Tem conserto vê luz no fim do túnel escuro percorrido por Clarice Falcão neste disco que reverte expectativas após um luminoso segundo álbum, o já mencionado Problema meu, disco em que a artista migrou do mono para o stereo a reboque da produção de Kassin e de repertório marcado pela diversidade pop. Mais espesso, o álbum Tem conserto reflete apatias emocionais e musicais de Clarice Falcão – compositora de melodias geralmente anêmicas – e deixa a sensação de que a cantora está em crescimento e, por isso mesmo, ainda terá dias e discos melhores, ainda que Tem conserto faça todo sentido no percurso existencial da artista. (Cotação: * * * 1/2)
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14/06 - 'Doutor sono': trailer de sequência de 'O iluminado', com Ewan McGregor, é divulgado; assista
História de 'Doutor Sono' parte do trauma de Danny, filho de Jack Torrance. Previsão de lançamento é 7 de novembro. Assista ao trailer de "Doutor Sono" Foi divulgado nesta sexta-feira (14) o trailer do filme "Doutor sono", sequência de "O iluminado". Veja acima. Ewan McGregor é o escolhido para interpretar o protagonista Danny Torrance na adaptação do romance, sequência do clássico de terror de Stephen King. A informação foi divulgada pela revista "Variety" em 2018. Também estão no elenco do thriller sobrenatural Rebecca Ferguson (“Missão: Impossível” e “O Rei do Show”) e a atriz Kyliegh Curran, que faz sua estreia nos cinemas. Carl Lumbly, Zahn McClarnon, Emily Alyn Lind, Bruce Greenwood, Jocelin Donahue, Alex Essoe e Cliff Curtis completam o time de atores. Mike Flanagan, de "Ouija: Origem do mal" (2016), é o diretor. Ele também é responsável pelo roteiro. Conforme divulgado, “Doutor Sono” continua a história de Danny Torrance, 40 anos após sua assustadora estadia no Hotel Overlook, de "O Iluminado". Ainda marcado pelo trauma que sofreu quando criança, Dan lutou ao longo dos anos para encontrar alguma aparência de paz, que é destrupida quando ele encontra Abra, uma adolescente corajosa com um dom extra-sensorial, conhecido como "Brilho". Ao reconhecer instintivamente que Dan compartilha seu poder, Abra o procura, desesperada para que ele a ajude contra a impiedosa Rose Cartola e seus seguidores do grupo Verdadeiro Nó, que se alimentam do Brilho de inocentes visando a imortalidade. Ao formarem uma improvável aliança, Dan e Abra se envolvem em uma brutal batalha de vida ou morte com Rose. A inocência de Abra e a maneira destemida que ela abraça seu Brilho fazem com que Dan use seus próprios poderes como nunca, enquanto enfrenta seus medos e desperta os fantasmas do passado. "Doutor Sono" tem previsão de lançamento para 7 de novembro.
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14/06 - A fantasia do Rocketman
Taron Egerton é Elton John em 'Rocketman' Divulgação Vestido com a extravagância que o caracteriza nos palcos – e na pele do jovem ator inglês Taron Egerton – ele chega para uma sessão de terapia de grupo dizendo chamar-se Elton Hercules John, ser alcoólatra, viciado em cocaína e em sexo. Assim mesmo, arrogante, sem cerimônia. E se põe a contar sua história num filme por ele mesmo produzido. Longe de me investir no ofício de crítico, para o qual não tenho dom nem vontade, não me atreverei a dizer se “Rocketman” é ou não bom cinema. Meus direitos vão até poder afirmar, como curioso interessado por cinebiografias musicais, que saí do cinema sabendo mais sobre Elton John do que sobre a maioria dos músicos já projetados na tela. Não me refiro aos filmes que Hollywood dedicou, por exemplo, a George Gershwin, Cole Porter, Jerome Kern, nem aos que fizemos por aqui para mostrar quem foram Sinhô, Zequinha de Abreu, Francisco Alves. Não se podia esperar muito de tais antiqualhas, umas criadas pelo gosto americano por enfeitar a vida de seus ídolos, outras frutos da incipiente ingenuidade do cinema brasileiro de meio século atrás. Passo por cima, também, de produções nacionais recentes (Cazuza, Elis, Noel, Gonzagão & Gonzaguinha, os dois filhos de Francisco, Tim Maia) para me limitar ao mais complexo (e mais difícil de retratar) mundo do rock. Nele, destaco o tão bem recebido “Bohemian Rhapsody”, sobre o grupo Queen e seu vocalista Fred Mercury. Quem viu, gostou. Apesar (ou por causa) da forma atenuada e conservadora como foram tratados temas “proibidos” como sexualidade e drogas. Consta que o próprio Elton John, com autoridade de produtor, recomendou ao diretor Dexter Fletcher e ao roteirista Lee Hall que não economizassem tintas ao tratar desses assuntos. Não é por isso, porém, que o filme mostra mais do personagem do que outras cinebiografias. Há quem lhe faça reparos. Mas que importância tem se a música que ilustra cada momento da vida de Elton John esteja cronologicamente fora de lugar? Ou que falte na trilha sonora uma ou outra canção mais representativa? Ou que Bernie Taupin (Jammie Bell), letrista e braço direito, tenha papel mais discreto que o de John Reid (Richard Madden), empresário e amante, explorador de gente da música (entre outras de suas vítimas estão Michael Flatley, sapateador do “Riverdance”, e Fred Mercury, conforme “Bohemian Rhapsody” sugere)? Resposta: nenhuma importância. Também não importa se Taron Egerton é menos parecido com Elton John do que Rami Halek com Fred Mercury. Nem que, nos créditos finais de “Rocketman”, para tornar mais feliz o happy end, diga-se que o moço não bebe nem cheira há 28 anos. Nada disso impede que o conheçamos melhor. Taron Egerton interpreta Elton John no filme 'Rocketman' Divulgação O formato escolhido para contar a história de um dos mais famosos nomes da música pop não foi o da narrativa tradicional, com começo, meio e fim, os fatos mostrados como aconteceram ou, na preferência de tantos, como podiam ou deviam ter acontecido. Tudo mostrado de forma linear, uma cena, uma canção, outra cena, e assim por diante, com direito a licenças poéticas e toda sorte de clichês. Também há licenças e clichês em “Rocketman”. O do astro que sobe rápido, depois desce, vai ao fundo poço e depois se reergue para voos ainda mais altos já foi usado em incontáveis musicais. Mas é a história de Elton John. A liberdade maior está em contá-la não de forma objetiva, sequencial, um dia após outro, mas como uma grande fantasia da qual as canções, ótimas, fazem parte. Jamie Bell (Jamie Bell) e Taron Egerton (Elton John) em 'Rocketman' Divulgação Por exemplo: conhece-se melhor Elton John ao vê-lo, adulto, conversar com Reggie Dwight (Kit Connor), o menino que ele foi um dia. Ou em várias outras cenas que, não funcionando como documentários, explicam o relacionamento com o pai homófobo (Steven Macintosh), com a mãe ausente (Bryce Dalas Howard) e sobretudo, com o empresário e amante que o ajuda a chegar ao topo e depois o explora e maltrata. O breve casamento com uma mulher, a tentativa de suicídio, o carinho da avó, a falta de amor trespassando todo o enredo, tudo isso é tratado nos devidos tempo e lugar, mas como um imenso delírio a explicar Elton John, suas atitudes, sua arte. Pode ser que formatos mais tradicionais dissessem com mais clareza quem foi este grande personagem. Mas não creio. Prefiro ficar com um das sentenças usadas pelos realizadores na divulgação de “Rocketman”: “O único modo de contar sua (de Élton John) história é viver sua fantasia”.
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14/06 - 'Faz gostoso', de Madonna com Anitta ganha capas de single criadas por fãs; veja as melhores
Montagens com as duas cantoras estão sendo divulgadas nas redes sociais. Montagem feita por fã sobre 'Faz Gostoso', de Madonna e Anitta Reprodução/Twitter "Faz gostoso", funk feito em parceria por Madonna e Anitta, ganhou várias capas de single criadas por fãs. Essas montagens com as duas cantoras estão sendo divulgadas nas redes sociais. A capa oficial do single ainda não foi divulgada oficialmente. A música está no disco "Madame X", lançado por Madonna nesta sexta-feira. Madonna já curtia funk de Kevinho com as filhas, então é natural que essa viagem passe pelo ritmo brasileiro. "Faz gostoso" era um sucesso em Portugal com a cantora luso-brasileira Blaya, coautora da música. Veja comentários de Anitta G1 OUVIU novo disco da Madonna Música é regravação de hit português Madonna fala de 'Madame X' Montagem feita por fã sobre 'Faz Gostoso', de Madonna e Anitta Reprodução/Twitter Montagem feita por fã sobre 'Faz Gostoso', de Madonna e Anitta Reprodução/Twitter Montagem feita por fã sobre 'Faz Gostoso', de Madonna e Anitta Reprodução/Twitter
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14/06 - Marta, seleção sem Neymar: craques da música palpitam sobre Mundial Feminino e Copa América
Músicos disputaram torneio de aquecimento para festival que acontece em Ribeirão Preto neste sábado (15) e aproveitaram para resenhar sobre os ídolos do esporte. Músicos das bandas Fresno e CPM 22 no João Rock Futebol Clube, em Ribeirão Preto Rodolfo Tiengo/G1 Em meio à Copa do Mundo Feminina na França e às vésperas da Copa América, a resenha rolou solta entre os astros do João Rock Futebol Clube, torneio que serve de aquecimento para o festival deste sábado (15) em Ribeirão Preto (SP). Os jogos começaram na quinta-feira (13) e se encerram nesta sexta-feira (14), quando será definido o campeão. A ausência de Neymar da seleção masculina e a torcida por Marta e suas companheiras, pela equipe feminina, estão em pauta entre o astros de CPM 22, Natiruts, Scalene e Fresno. Apesar da derrota por 3 a 2 de virada para a Austrália, na quinta-feira (13), a expectativa é grande em torno da seleção feminina. Guitarrista do Fresno e escalado para o time do CPM 22, Vavo minimizou a derrota para a Austrália, por ser uma equipe forte. Pela fase de grupos, as meninas voltam a entrar em campo na próxima terça-feira (18) contra a Itália. "As meninas começaram bem, mas hoje tomaram a virada, estava 2 a 0, foi pra 3 a 2 pra Austrália. Mas dá pra se classificar ainda, tem alguns grupos que classificam até o terceiro colocado", disse. Alexandre Carlo, do Natiruts, também acredita no empenho da seleção feminina, apesar de considerar a parada dura para Marta rumo à artilharia do campeonato. "Acho que está um pouco complicado, porque tem uma nova geração chegando, mas a Marta é a Marta", afirmou. Seleção brasileira feminina de futebol FIFA/Divulgação Copa América Quando o assunto da boleiragem é seleção masculina, a entrada de Willian no lugar de Neymar desperta opiniões distintas, mas a expectativa é grande pelo título. O Brasil de Tite estreia na competição contra a Bolívia, nesta sexta-feira (14), às 21h30. "Willian já conhece o esquema tático do Tite. Pelo momento acho que tem outros caras melhores, mas o Willlian é bom de bola", afirmou Tomas Bertoni, do Scalene. O técnico Tite divulga em coletiva de imprensa no Rio de Janeiro a lista de jogadores que vão compor a seleção brasileira de futebol na disputa da próxima Copa América, a ser realizada no Brasil Sergio Moraes/Reuters Para ele, a preparação da seleção poderia ter sido melhor e não há como antever o desempenho do time dentro de campo. "As preparações começaram com uns times aleatórios, tipo Qatar, que não dá pra realmente entender se o time está bom ou ruim. Acho que vai ter que ser realmente jogo a jogo", disse. Músicos integrantes do time Natiruts, Braza e Toni Garrido, no João Rock Futebol Clube, em Ribeirão Preto Rodolfo Tiengo/G1 Vocal do CPM 22, Badauí acredita que, com a saída de Neymar, o time vai precisar se reinventar, mas tem plenas condições de vencer. "O Brasil não tem que ter essa dependência, tem bons jogadores lá, uma seleção jovem ainda", avaliou. O trabalho em equipe, segundo ele, é essencial. "Em outras seleções vencedoras que a gente teve, mesmo tendo protagonistas, a seleção jogava como grupo. A seleção de 2002 tinha o Ronaldo, mas jogava como grupo, o meio de campo funcionava muito", afirmou. Confronto entre time de Marcelo D2 (de azul) e da banda Scalene (de vermelho) no João Rock Futebol Clube Rodolfo Tiengo/G1 Veja mais notícias da região no G1 Ribeirão Preto e Franca
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14/06 - Carla Diaz interpretará Suzane von Richthofen no filme 'A menina que matou os pais'
Trama se concentrará no contexto dos assassinatos de Manfred e Marísia von Richthofen, em um dos casos policiais mais lembrados do Brasil. Data de estreia ainda não foi divulgada. Carla Diaz em foto publicada no Instagram e Suzane von Richthofen durante saída temporária da prisão, no Dia dos Pais em 2018 Reprodução/Instagram e Luara Leimig/TV Vanguarda Carla Diaz foi a atriz escolhida para interpretar Suzane von Richthofen no filme que contará a história de um dos mais lembrados casos policiais do Brasil, confirmou o diretor Mauricio Eça. "A menina que matou os pais" - título provisório do longa - ainda não teve a data de estreia divulgada. Carla iniciou a carreira ainda criança. Ficou conhecida ao viver a personagem Khadija da novela "O clone" (TV Globo), exibida entre 2001 e 2002. Seu último trabalho na TV foi uma participação em "Espelho da vida" (TV Globo), em 2018. Outros nomes do elenco do filme ainda não foram divulgados. Segundo Eça - cujo currículo inclui o clipe de "Diário de um detento", dos Racionais MC's, e dois filmes da franquia infantil "Carrossel" -, "A menina que matou os pais" se concentrará no contexto dos assassinatos de Manfred e Marísia von Richthofen, pais de Suzane, em outubro de 2002. "A história todo o mundo conhece. O que as pessoas não conhecem é o que precedeu a história", disse em entrevista ao G1, em julho do ano passado. Ele define a produção como um "thriller psicológico de suspense" e promete "detalhes e discussões nunca antes debatidos sobre o caso". Reprodução de foto da família Richthofen. Da esquerda para a direita: Suzane von Richthofen, o irmão Andreas Albert von Richthofen e os pais Marísia von Richthofene e Manfred Albert von Richthofen Sérgio Castro/Estadão Conteúdo/Arquivo O crime O casal Richthofen foi morto a pauladas enquanto dormia. O crime foi cometido pelos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos, à época namorado e cunhado de Suzane. Ela foi condenada a 39 anos de prisão por ter sido considerada mentora da ação e cumpre pena em Tremembé (SP). Daniel já cumpre pena no regime aberto. Cristian estava no mesmo regime, mas foi preso em 2018 após se envolver em uma confusão em um bar de Sorocaba (SP). A pesquisa para reconstituição da história no filme durou cerca de seis meses e analisou arquivos públicos do julgamento, desde o assassinato até a condenação. O roteiro é da criminóloga Ilana Casoy, autora dos livros "O quinto mandamento" (Arx, 2006), que reconstitui o assassinato, e "Casos de família" (Darkside, 2016), sobre a morte dos Richthofen e de Isabella Nardoni. O escritor de literatura policial Raphael Montes também assina.
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14/06 - Eis 15 nomes que André Midani impulsionou no mundo do disco com o aguçado faro de executivo
André Midani com Gilberto Gil e Caetano Veloso Dan Behr / Divulgação GNT Ao dirigir a filial brasileira da gravadora Phonogram / Philips, de 1967 a 1975, o executivo André Midani (1932 – 2019) – morto na noite de ontem, aos 86 anos – fez história ao impulsionar a carreira de grandes nomes da MPB. E depois, na primeira metade dos anos 1980, continuou fazendo história na música do Brasil ao lançar grandes bandas de rock quando comandava a gravadora WEA. Eis uma lista de 15 artistas brasileiros que, sem Midani, talvez tivessem perdido o rumo fonográfico. ♪ Jorge Ben Jor Após causar sensação ao surgir em 1963 com um samba esquema novo, cheio de bossa e soul, o cantor e compositor carioca viu a carreira perder fôlego. Foi Midani quem o trouxe de volta para a Philips, em 1969, ano em que Ben Jor voltou com força às paradas nacionais a reboque de álbum repleto de sucessos como País tropical. ♪ Tim Maia (1942 – 1998) O Síndico bateu cabeça - às vezes literalmente – por outras gravadoras até ter a porta do sucesso aberta por Midani na Philips. Avalizado por Elis Regina, Tim estourou em 1970 com um retumbante primeiro álbum que trouxe hits como Azul da cor do mar e Primavera. ♪ Luiz Melodia (1951 – 2017) Apresentado como compositor na voz de Gal Costa em show de 1971, o artista foi contratado por Midani e, em 1973, lançou um decisivo primeiro álbum, Pérola negra, que mostrou que um negro vindo do morro não tinha necessariamente que cantar (somente) samba. ♪ Raul Seixas (1945 – 1989) O artista baiano já tinha lançado álbum com o grupo Os Panteras e até feito disco de covers do rock'n'roll sem levar crédito. Mas foi ao se apresentar como Raul Seixas, em 1973, com um álbum que deu sotaque brasileiro ao rock, que o cantor ganhou fama e prestígio. ♪ Chico Buarque Projetado nacionalmente como compositor em 1966, Chico Buarque virou rápida unanimidade e lançou três álbuns pela gravadora nacional RGE que confirmaram o talento singular. Mas foi na Philips, gravadora para onde foi levado por Midani, que Chico construiu a parte mais relevante da sólida obra com série de discos que ergueram a voz do cantor contra a ditadura. ♪ Elis Regina (1945 – 1982) A cantora chegou na Philips em 1965, antes de Midani, mas o executivo teve papel determinante no desenvolvimento da carreira de Elis, dando aval à gravação de antológicos discos produzidos por Nelson Motta, Roberto Menescal e César Camargo Mariano. Elis Regina canta "Como nossos pais" em apresentação emocionante ♪ Erasmo Carlos O Tremendão estava sentado à beira do caminho, perdido após o fim da Jovem Guarda, quando Midani o levou para a Philips, gravadora onde Erasmo expandiu o universo musical da obra autoral com cultuados álbuns lançados na primeira metade dos anos 1970. ♪ Caetano Veloso O artista baiano entrou na Philips por intermédio de João Araújo (1935 – 2013), outro importante executivo da indústria fonográfica do Brasil, mas foi com Midani no comando da gravadora que Caetano recebeu o devido estímulo para o desenvolvimento da carreira, sobretudo no período em que amargou forçado exílio em Londres. ♪ Gilberto Gil Midani também manteve Gil produtivo quando o artista se exilou em Londres com Caetano. Ao bancar os discos destes dois artistas vistos como inimigos pelo governo ditatorial do Brasil na época, o executivo comprou a briga da liberdade artística e impulsionou duas obras fundamentais na música brasileira. Gil seguiu trabalhando com Midani quando o executivo se transferiu para a Warner. ♪ Nara Leão (1942 – 1989) A cantora consolidou a carreira antes da entrada de Midani na Philips, em 1967, mas foi Midani quem promoveu a reconciliação de Nara com a Bossa Nova ao propor em 1971 a gravação em Paris de antologia do gênero. O disco duplo foi feito com produção de Roberto Menescal. ♪ Titãs Não foi Midani quem descobriu os Titãs, mas ele avalizou a contratação do grupo pela gravadora WEA e, com tal ação, ajudou a abrir mercado para o rock no Brasil e lançou uma das bandas brasileiras mais importantes no gênero. ♪ Lulu Santos O cantor já vinha tentando fazer sucesso desde meados dos anos 1970. Integrou o grupo Vímana e gravou compacto em 1980 com o nome de Luiz Maurício, mas foi como Lulu Santos que despontou para o sucesso a partir de 1981 como contratado da WEA, gravadora comandada por Midani. ♪ Kid Abelha Representante da vertente mais pop do rock brasileiro, o grupo de Paula Toller também teve avalizada por Midani a contratação pela WEA, numa amostra de que o executivo tinha faro e sabia investir nas ideias alheias que lhe eram propostas por Liminha e Pena Schmidt. ♪ Ultraje a Rigor Outro grupo de rock brasileiro que também conquistou o Brasil ao ser contratado pela Warner com o aval de Midani, o que deu cara jovem e pop à gravadora que se instalara no Brasil em 1976. ♪ Ira! Mais uma banda jovem, ainda desconhecida, que chegou ao sucesso na WEA, mostrando a capacidade de André Midani de apostar no novo e, por isso mesmo, de fazer história na música do Brasil.
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14/06 - André Midani impulsionou diferentes momentos da música no Brasil; relembre frases
Em entrevistas, livro e documentários, produtor morto aos 86 anos destrinchou os bastidores e explicou a evolução da música brasileira nas últimas décadas. André Midani em série exibida pelo GNT Divulgação/GNT André Midani, mais importante executivo da indústria fonográfica do Brasil, contribuiu para o desenvolvimento da música no Brasil e descobriu grandes cantores. Em entrevistas, livro e documentários, destrinchou os bastidores e explicou a evolução da música brasileira nas últimas décadas. O produtor estava internado na Casa de Saúde São Vicente, no Rio, e morreu na noite desta quinta-feira (13) aos 86 anos. “Se você meditar um pouco, há uma estreita relação entre a corda musical e a corda política no Brasil.” Em entrevista à BBC em 2018 “E música boa é aquela que toca aqui (aponta para o coração). Música é emoção.” Em entrevista à BBC em 2018 “Tenho que desfazer uma voz corrente: eu não descobri ninguém. Caetano já estava lá, Gil já estava lá, Elis já estava lá, Jair já estava lá. O que eu fiz foi constatar que a companhia não estava organizada e equipada para vender a música que ela gostaria de vender.” Em entrevista ao Estado de São Paulo em 2015 “Na verdade, a indústria não existe mais, é defunto, sem possibilidade de reaparecimento com o esplendor que havia antes. A tecnologia tomou o lugar da música no que tange a sua expressão de juventude.” No documentário “Do vinil ao download” da GNT, em 2015 “A única coisa que eu posso dizer é que sempre haverá música.” No documentário “Do vinil ao download” da GNT, em 2015 "Algum tempo depois, entrou na casa um grupo de meninos e meninas encabulados, com violões debaixo do braço, todos manifestamente de boas famílias, a maioria ainda estudante. Eram Roberto Menescal, Nara Leão e seu namorado Ronaldo Bôscoli, Oscar Castro-Neves, Luis Carlos Vinhas e, por fim, Carlos Lyra. Lá estava em peso a depois denominada 'turminha da bossa nova'. Adorei as músicas - 'O barquinho', 'Maria ninguém', 'Chora tua tristeza'... Adorei o estilo intimista, adorei as poesias e adorei as pessoas, com as quais me sentia identificado. E com uma certa desconfiança inicial fui adotado por eles." No documentário “Do vinil ao download” da GNT, em 2015 “Tivemos grandes amores e grandes ódios, dia desses tocou uma música dele numa rádio francesa. Seu vozeirão e personalidade ficam ainda mais dramaticamente expostos quando se ouve fora do seu ambiente nativo.” Sobre Tim Maia, no documentário “Do vinil ao download”, da GNT em 2015 “Quando se presencia a guerra ela te impõe uma visão da vida que é especial em relação a tudo. A vida, a morte, o medo. Eu tinha 11 anos. A minha convivência mesmo com a guerra se deu com o desembarque do Dia D. Em um belo dia de manhã houve um bombardeio em Cabul. Chovia bombas. Tudo isto fazia muito barulho e nós estávamos apavorados no sótão da casa. A partir das cinco da manhã houve um silêncio que foi pior do que o barulho.” Em entrevista ao Uol em 2008 Initial plugin text
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14/06 - Anitta fala de 'Faz Gostoso': 'É isso, Brasil. Madonna cantando funk'
Música está no novo disco da rainha do pop, 'Madame X', lançado nesta sexta-feira. 'Sua luta por liberdade mudou milhões e milhões de vidas, incluindo a minha', disse Anitta. Anitta com Madonna Reprodução / Instagram Anitta comentou, em seu perfil no Instagram, a parceria que fez com Madonna no funk "Faz Gostoso". A música está no disco "Madame X", lançado pela rainha do pop nesta sexta-feira (14). G1 OUVIU: leia crítica de 'Madame X', de Madonna "Tudo que eu quero dizer hoje é OBRIGADA. Como eu falei pessoalmente, Madonna, se hoje eu me sinto livre, poderosa e forte para me expressar, expressar minha sexualidade e meu jeito de ser mulher é por causa de sua luta de muitos anos. Sua luta por liberdade mudou milhões e milhões de vidas, incluindo a minha. É uma honra fazer parte da sua história incrível de alguma forma", escreveu Anitta. "Pra galera que não sabe, essa música é a regravação de um super sucesso da portuguesa Blaya que ficou meses em primeiro lugar em Portugal e eu inclusive coloquei um pedacinho da música no show quando cantei no Rock in Rio de lá. É isso, Brasil. Madonna cantando funk", completou. Como é 'Faz Gostoso'? "Faz gostoso" tem sido elogiada nas críticas do disco em veículos estrangeiros. Tem uma ótima frase com mistura de línguas ("better throw that cachaça away"). O único erro é a enrolação com um batuque de samba nada a ver e que estica a faixa para mais de quatro minutos. Se os DJs pularem essa parte, tem potencial de tocar bem e animar festas no Brasil e lá fora. 'Faz Gostoso': conheça o funk português gravado por Madonna e Anitta Madonna já curtia funk de Kevinho com as filhas, então é natural que essa viagem passe pelo ritmo brasileiro. "Faz gostoso" era um sucesso em Portugal com a cantora luso-brasileira Blaya, coautora da música. Nesta regravação, a maior parte do tempo tem a mistura das vozes de Anitta e Madonna. A brasileira canta poucos versos sozinha. Madonna fala sobre 'Madame X'
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14/06 - Pedro Almodóvar receberá Leão de Ouro em homenagem à carreira no Festival de Veneza
Segundo organização do evento na Itália, diretor é considerado o 'maior e mais influente' cineasta espanhol desde Luis Buñuel. Antonio Banderas e o diretor espanhol Pedro Almodóvar apresentam 'La piel que habito' no Festival de Cannes em 2016 AP Pedro Almodóvar receberá o Leão de Ouro em homenagem à sua carreira na 76ª edição do Festival de Cinema de Veneza, de acordo com o anúncio divulgado nesta sexta-feira pelos organizadores do evento, a ser realizado entre 28 de agosto e 7 de setembro. A decisão foi tomada pelo Conselho Administrativo da Bienal de Veneza, do qual faz parte o festival de cinema, já que o diretor é considerado o "maior e mais influente" cineasta espanhol desde Luis Buñuel. O diretor de "Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos" (1988) e de "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999) aceitou o reconhecimento e se mostrou "muito emocionado e honrado" por este prêmio. Almodóvar afirmou ter "belíssimas lembranças" do festival, um dos eventos de cinema mais importantes do mundo e onde justamente aconteceu sua estreia internacional com "Maus Hábitos"(1983). "Era a primeira vez que um de meus filmes viajava para fora da Espanha, foi meu batismo internacional e uma experiência maravilhosa. (...) O Leão se transformará no meu animal de estimação, junto aos dois gatos com os quais convivo. Obrigada do fundo do meu coração", disse o cineasta. O diretor da mostra, Alberto Barbera, disse que Almodóvar "não é só o maior e mais influente diretor espanhol desde Buñuel, mas o autor que foi capaz de oferecer um retrato mais articulado, controverso e provocador da Espanha pós-franquista". "Os temas de transgressão, desejo e identidade são o terreno de seus trabalhos, impregnados de um humor corrosivo e dotado de um esplendor visual que confere inéditos brilhos à estética 'camp' e 'pop art' à qual se refere explicitamente", destacou Barbera. O diretor do Festival de Veneza ressaltou a capacidade do cineasta espanhol de falar do mal do amor, do abandono e da incoerência do desejo em seus filmes, o que o situa entre o melodrama e a comédia, mas sobretudo de retratar personagens femininos "incrivelmente originais". Veneza também entregará um Leão de Ouro honorário à atriz britânica Julie Andrews, intérprete de papéis inesquecíveis como Mary Poppins (1964).
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14/06 - Cuba Gooding Jr é denunciado por tocar nádegas de mulher sem o consentimento dela
Defesa do ganhador do Oscar diz que vídeo ainda não divulgado 'mostra o que realmente aconteceu'. Ator nega acusação. O cantor de soul Cuba Gooding, pai do ator Cuba Gooding Jr., em foto de 18 de agosto de 1999 Chris Brandis Cuba Gooding Jr foi denunciado nesta quinta-feira à justiça de Nova York por toques não consentidos em uma mulher em um bar de Manhattan no fim de semana. O advogado do ator, Mark Heller, disse que seu cliente vai se declarar inocente. "Gooding não agiu de forma inapropriada de nenhum modo. Nada no vídeo pode ser considerado ambíguo", disse Heller, sem detalhar a que vídeo se referia. Cuba Gooding Jr negou a acusação em declaração ao site de notícias sobre celebridades TMZ, que o entrevistou na terça-feira no aeroporto de Los Angeles. "Confio no sistema", disse o ator. "Há uma gravação que mostra o que realmente aconteceu". Os toques sem consentimento são um delito menor, punido com no máximo um ano de prisão, segundo a lei estadual de Nova York. Um porta-voz da polícia confirmou que o ator, de 51 anos, se entregou às autoridades, mas não quis comentar a acusação. Segundo veículos americanos, uma mulher denunciou o ator depois que ele apalpou seus seios em um bar de Manhattan no domingo à noite. Vários veículos americanos afirmam, além disso, que outra mulher apresentou na segunda-feira uma denúncia contra ele por fatos ocorridos em março de 2008. Ela afirma que Cuba Gooding Jr, vencedor do Oscar de melhor ator coadjuvante em 1997, tocou suas nádegas em uma discoteca de Manhattan.
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14/06 - André Midani, executivo com alma de artista e paixão pela música, deixa legado histórico na indústria do disco
Ao dirigir gravadoras no Brasil, sírio contribuiu decisivamente para a consolidação da MPB nos anos 1970 e a explosão do rock na década de 1980. André Midani Divulgação Quando desembarcou no Brasil em dezembro de 1955, vindo da França, o sírio André Haidar Midani (25 de setembro de 1932 – 13 de junho de 2019) queria apenas fugir de um destino comum que o induzia ao ofício de confeiteiro. Mas sabia Midani, naquele momento ainda incerto da vida, que ele iria adoçar a vida com música. E que iria fazer da música o ganha-pão que o transformaria no mais importante executivo da indústria fonográfica do Brasil – relevância atestada hoje com a comoção no meio musical por conta da notícia da morte de Midani, no Rio de Janeiro (RJ), aos 86 anos. O executivo morreu na noite de ontem, vítima de câncer. A paixão pelo disco o levou a arrumar emprego na gravadora Odeon, em fins dos anos 1950, mas foi no comando da filial brasileira do conglomerado multinacional Phonogram / Philips, de 1967 a 1975, que Midani inscreveu definitivamente o nome em lugar de honra na história da música brasileira. Gerenciando o elenco dessa gravadora, Midani lançou artistas como Tim Maia (1942 – 1998), Luiz Melodia (1951 – 2017) e Raul Seixas ((1945 – 1989). E, além de lançar esses ídolos, foi determinante para o desenvolvimento e consolidação da carreira de astros da MPB revelados nos anos 1960 na plataforma dos festivais da canção. Foi Midani quem revitalizou a carreira de Jorge Ben Jor em 1969, quem convenceu Chico Buarque a trocar a pequena gravadora RGE pela Philips, quem amansou a geralmente indomável Elis Regina (1945 – 1982) quando a Pimentinha queria sair da companhia e quem garantiu a continuidade das carreiras fonográficas de Caetano Veloso e Gilberto Gil quando ambos amargavam exílio em Londres. Se tivesse encerrado a carreira em 1975, ao sair da Philips para implantar a Warner no Brasil, Midani já teria sido nome fundamental da música brasileira. Mas aí vieram os anos 1980, década em que a MPB teve a hegemonia abalada pelo pop rock que invadiu a praia dos medalhões da MPB. E quem foi quem ajudou a abrir as portas para essa invasão? Midani, claro. Quando estava na gravadora WEA, no alvorecer dos anos 1980, o executivo avalizou as contratações de grupos como Titãs e Kid Abelha. E também a de Lulu Santos, que há anos tentava decolar no mercado. Mais do que um executivo visionário, Midani sabia ser conciliador. Entendia a alma sensível dos artistas, talvez porque ele mesmo – vaidoso e de temperamento forte – tivesse uma alma de artista. Por isso, foi tão querido por todos esses artistas. Midani sabia lidar com gênios geniosos. Tanto que, em 1972, Dona Canô (1907 – 2012) recorreu ao executivo para apartar briga entre os filhos, Caetano Veloso e Maria Bethânia. E lá foi Midani para a Bahia fazer os irmãos se entenderem e darem continuidade ao álbum Drama, disco gravado por Bethânia com produção de Caetano Veloso. Testemunha ocular do surgimento da Bossa Nova, da criação da Tropicália e da explosão do rock brasileiro, André Midani deixa legado histórico na indústria brasileira do disco. Era executivo, mas sabia temperar a visão fria e racional dos negócios com a paixão genuína pela música. Uma música que – ele aprendeu logo cedo quando, jovem contratado da Odeon, viu o sucesso de cantores considerados cafonas – tinha que ser feita com verdade, com sentimento. Em dezembro de 1955, ao aportar no Brasil, o ex-futuro confeiteiro jamais imaginou que seria a cereja de um bolo fundamental para o crescimento da música brasileira, contribuindo decisivamente para a consolidação da MPB nos anos 1970 e a explosão do rock na década de 1980. Cidadão do mundo, André Midani fez história na música do Brasil.
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14/06 - Edith González, atriz mexicana de novelas, morre aos 54 anos
Ela atuou em 'Os ricos também choram', 'Bianca Vidal' e 'Coração selvagem'. Atriz lutava contra câncer de ovário há três anos. A atriz mexicana Edith González Divulgação A atriz mexicana Edith González, figura de populares telenovelas como "Os ricos também choram", "Bianca Vidal" e "Coração selvagem", morreu aos 54 anos de idade, informou nesta quinta-feira sua agência de representação artística. "A 'MM: Agency' lamenta profundamente o falecimento de Edith González, atriz e talento de nossa agência", aponta o comunicado divulgado nas redes sociais de Mel Mendoza, diretor da empresa. "Expressamos nossas sentidas condolências à sua mãe, Ofelia Fuentes, a seu esposo, Lorenzo Lazo, e a sua filha, Constanza Creel, que acompanhamos neste momento", acrescenta. Com uma longa trajetória na televisão, cinema e teatro, que começou quando chegava à adolescência, em meados dos anos 1970, González lutava há três anos contra um câncer de ovário. "Mãe exemplar, esposa amada e amiga afetuosa, Edith será recordada não só pelos papéis que realizou na televisão, mas também por sua inigualável qualidade humana", acrescentou a agência.
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14/06 - André Midani: veja repercussão da morte do produtor musical
João Barone, Liminha, Sergio Britto e outros artistas lamentaram morte. Músico estava internado no Rio. André Midani Divulgação Gilberto Gil, João Barone, Zélia Duncan, Arnaldo Antunes, Liminha, Sergio Britto e muitos outros artistas usaram as redes sociais para lamentar a morte de André Midani. O músico e produtor musical, que estava internado Casa de Saúde São Vicente, no Rio, morreu na noite desta quinta-feira (13). André estava com câncer. Gilberto Gil, cantor "O homem da música André Midani descansou. O chefe amigo vai deixar muita saudade". Initial plugin text João Barone, baterista do Paralamas do Sucesso "Perdemos André Midani, um dos maiores lutadores em prol da Música no Brasil. Se não bastassem suas inúmeras descobertas de talentos e apostas certeiras na nossa Música, André Midani foi um dos maiores responsáveis pelo surgimento da geração dos anos 80 do rock brasileiro. Todas as bandas e artistas desta turma devem muito a ele". Initial plugin text Initial plugin text Liminha, produtor musical “Nosso querido André Midani se foi. O mestre dos mestres. Com ele aprendemos muito. Eu não teria feito tudo que fiz, sem seus ensinamentos e a liberdade que me deu para criar. A música no Brasil, não seria o que foi sem a sua presença, seu entusiasmo, seu olhar artístico, sua sensibilidade e sua firmeza de não permitir ingerências de fora. Seu pragmatismo fazia com que as coisas acontecessem. Sua ligação com a Bossa Nova, o seu apoio à Tropicália, sua aposta no Rock e outras coisas que vieram depois, deixam claro sua importância. Sorte daqueles que puderam observar de perto seu jeito de trabalhar e viver. Obrigado André por tudo que você fez por mim, pelas pessoas, pela música e pela arte. Você sempre lembrado com o maior carinho por todos nós. Descanse em paz querido André”. Initial plugin text Sergio Britto, músico integrante da banda Titãs “Tristeza... Sem ele a música no Brasil não teria sido a mesma. Eternamente grato por tudo o que fez por nós. Descanse em paz...” Initial plugin text Luiz Thunderbird, músico e apresentador “Vários artistas que entrevistei no Music Thunder Vision citaram o Midani. Ele fez história!” Arnaldo Antunes, cantor “Sentindo hoje aqui a partida do queridíssimo André Midani, alegre, inventivo e afetuoso amigo e parceiro, que revolucionou com seu trabalho o modo de se conceber, produzir, distribuir, comercializar e curtir a nossa música popular. Deixa muitas saudades”. Initial plugin text Manno Góes, cantor “Um dos personagens mais importantes da indústria musical brasileira, André Midani, nos deixou após lutar contra um câncer. Que descanse em paz com muita música” Leo Jaime, cantor Initial plugin text Evandro Mesquita, cantor Initial plugin text André Abujamra, cantor e ator André Midani passou para outro plano! esse cara junto com o Peninha Shimith acreditou na minha arte! Me mostrou que podemos ser fora da casinha se a casinha tiver um bom alicerce! Vai deixar muita saudade" Initial plugin text Erasmo Carlos, cantor "Saudades do meu Guru que foi conhecer a imensidão do Universo...aprendi com ele a situar minha arte e sentir a dimensão das minhas possibilidades...eterno ombro amigo e menino de sempre...sua sabedoria e seus ensinamentos farão falta a todos...Tenha Paz" Initial plugin text Lobão, cantor "André Midani, o único homem da indústria fonográfica que foi me visitar na cadeia. Que Deus o tenha" Initial plugin text Rafael Ramos, produtor Initial plugin text Ronaldo Bressane, escritor Initial plugin text Marina Lima, cantora Initial plugin text Zélia Duncan, cantora "André Midani... essa eu vou ter q postar... obrigada por tudo, por me ver, por me dizer, por me trazer pra perto, por ter sido gentil comigo e com minha música. Te beijo como na foto, te beijo com meu coração" Initial plugin text Roger Moreira, cantor "Um gênio. Foi talvez o principal responsável por nosso sucesso. É o fim de uma era, fico muito triste. Descanse em paz, mestre". Preta Gil, cantora "Meu amado, que falta você fará! Eu para sempre levarei na minha memória o seu carinho comigo desde a infância quando passava horas na sua sala na Wea do Jardim Botânico e você deixava eu brincar de telefonista com os telefones super modernos, cheio de luzes que só na Wea tinha! Quando meu pai e Flora falavam que iríamos no seu escritório eu amava, você fazia todas as minhas vontades, me dava bala, pipoca, refrigerante! Isso pra uma garotinha de 7 anos com pais macrobióticos era o paraíso! São tantas histórias! Descanse em paz por aqui nos continuaremos te amando". Initial plugin text Rodrigo Santos, músico “André contratou o Barão depois do disco Declare Guerra. Todos nós devemos muito a ele a continuidade da banda até hoje. Muito amigo de Menescal, André criou centenas de projetos maravilhosos - sem citar todos aqui pois seria impossível. (...) Hoje é um dia com mistura de tristeza , grande surpresa e ao mesmo tempo ainda tenho em minha mente a lembrança dele super ativo e pra cima”. Initial plugin text Mariana Aydar, cantora Initial plugin text Maria Ribeiro, atriz "Morreu meu amigo André Midani, o cara que revolucionou a musica brasileira. Nosso país deve muito à ele e à sua coragem. E como diz aqui Fernanda Montenegro: e pro Andre, tudo ou nada? Tudo!!!! Então como é que é? André, André, André!" Initial plugin text Emicida, cantor "Descanse em paz André Midani. Mente valiosa da música feita por aqui. Obrigado por ajudar a colocar uma trilha sonora linda em alguns dos nossos maiores sonhos". Initial plugin text Flora Gil, empresária e diretora Initial plugin text Alê Youssef, Secretário de Cultura da Cidade de São Paulo "A Secretaria Municipal de Cultura lamenta a partida do grande produtor musical André Midani. O trabalho de Midani foi decisivo para conceber, produzir e comercializar a música brasileira, desde o lançamento da Bossa Nova até hoje. Trabalhou com nomes como Elis Regina, Tom Jobim, Gilberto Gil, Belchior, Hermeto Pascoal, Paulinho da Viola, Ney Matogrosso e mais. Nossa solidariedade à família, fãs e amigos do produtor. Seu legado é fundamental na história da cultura musical brasileira. Initial plugin text Leoni, cantor "Foi um dos únicos executivos de gravadora com quem se podia conversar sobre música, arte, literatura etc. Quase todos os outros sabem de vendas, marketing, jabá e, provavelmente, nem ligam para música". Initial plugin text Initial plugin text
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14/06 - André Midani, produtor musical, morre aos 86 anos no Rio
Músico e produtor tinha câncer e estava internado na Casa de Saúde São Vicente, na Gávea. Ele foi um dos mais importantes executivos da indústria fonográfica, contribuiu para o desenvolvimento da música no Brasil e descobriu grandes cantores. André Midani, ex-executivo da gravadora Philips, durante entrevista sobre o documentário que conta com participações de Gilberto Gil, Caetano Veloso, e Chico Buarque. Fábio Motta/Estadão Conteúdo Morreu na noite de quinta-feira (13) o produtor e músico André Midani aos 86 anos. Um dos maiores ícones da indústria fonográfica, ele foi decisivo para lançamento da bossa nova no Brasil e descobriu grandes cantores. Midani tinha câncer e estava internado na Casa de Saúde São Vicente, na Gávea, na Zona Sul do Rio. A informação foi confirmada pela clínica e pelo filho dele, Phelippe. O velório deve ser fechado para amigos e familiares. Veja repercussão da morte Análise: executivo com alma de artista e paixão pela música Morre no Rio o produtor musical André Midani O músico nasceu em setembro de 1932, na Síria. Morou na França e chegou no Brasil em 1955, em virtude da guerra na Argélia. No final da década de 1950, trabalhou na gravadora Odeon (hoje EMI). Foi nos anos 1960 e 1970, quando estava no comando da filial brasileira do conglomerado multinacional Phonogram / Philips, que Midani marcou a música brasileira. Lançou artistas como Tim Maia e Raul Seixas. Também trabalhou com Elis Regina, Tom Jobim, Gilberto Gil, Belchior, Hermeto Pascoal, Paulinho da Viola e Ney Matogrosso. Foi um dos responsáveis por divulgar a bossa nova para o mundo. "A bossa nova está impregnada na música brasileira, só que cada vez mais de maneira mais sutil, o que é péssimo. Agora, o grande legado cultural da bossa nova foi ela ter ganho o mundo. Os Estados Unidos, o Japão, a França, a Itália, porque eles, até hoje, escutam e trabalham a bossa nova", destacou Midani em entrevista no ano passado. Na década de 80, ele apostou em nomes do rock brasileiro como Lulu Santos, Titãs e Kid Abelha. Em 1990, mudou-se para Nova York, onde assumiu a presidência da Warner para a América Latina.  Foi considerado pela revista Billboard uma das 90 pessoas mais importantes da indústria mundial de discos. Midani voltou ao Brasil no começo dos anos 2000. Em 2005, ele foi condecorado pelo governo francês. "Mais do que um executivo visionário, Midani sabia ser conciliador. Entendia a alma sensível dos artistas, talvez porque ele mesmo – vaidoso e de temperamento forte – tivesse uma alma de artista. Por isso, foi tão querido por todos esses artistas", escreve o colunista do G1 Mauro Ferreira. Refletindo sobre a importância da música na vida das pessoas em entrevista concedida no ano passado, Midani decretou: "Música boa é aquela que toca aqui (aponta para o coração). Música é emoção". André Midani Divulgação Initial plugin text
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14/06 - Neighbourhood, Living Colour e Anavitória estão na agenda de shows de São Paulo
Banda uruguaia Cuatro Pesos de Propina também toca. Veja como comprar ingressos. A agenda desta semana tem show bem romântico para comemorar o dia dos namorados, evento para amantes de música latina e dois shows de bandas americanas. The Neighbourhood The Neighbourhood durante show no Lollapalooza 2018 Marcelo Brandt/G1 A banda The Neighbourhood faz show nesta sexta-feira no Tom Brasil, na Zona Sul. O grupo californiano volta ao Brasil após um show bem recebido na edição do ano passado do festival Lollapalooza. Eu estava lá nesse show e fiquei impressionado com a reação dos fãs. O som do quinteto é um rock de rádio meio anos 90 com leves toques de música eletrônica. A voz do vocalista Jesse Rutherfood chama muita atenção, porque ele consegue ser ao mesmo tempo sensual e meio mórbido. Ele canta assim no maior hit do Neighbourhood, "Sweater Weather". Quando: Sexta-feira (14), às 21h30 Onde: Tom Brasil - Rua Bragança Paulista, 1281, Santo Amaro Ingressos: R$ 170 a R$ 260 pelo site Ingresso Rápido Living Colour Living Colour se apresenta no Palco Sunset no Rock in Rio 2013 Luciano Oliveira/ G1 Nesta sexta, também tem show do Living Colour. A banda novaiorquina toca no Tropical Butantã, na Zona Oeste. A banda fez sucesso no final dos anos 80 e começo dos anos 90, misturando estilos como soul e heavy metal. O grupo comemora os 30 anos de seu álbum Vivid, que entre outros clássicos do funk rock tem o maior hit deles, "Cult of Personality". Quando: Sexta-feira (14), às 22h Onde: Tropical Butantã - Av. Valdemar Ferreira, 93, Butantã Ingressos: R$ 160 a R$ 480 pelo site Ingresso Rápido Cuatro Pesos de Propina Se você prefere latinidades, uma boa pedida é o show da banda uruguaia Cuatro Pesos de Propina. A banda de ska, rock e milonga se apresenta no domingo no Sesc 24 de Maio, lá no centro. Quando: Domingo (16), às 18h Onde: Teatro do Sesc 24 de Maio - Rua 24 de maio, 109, Centro Ingressos: R$ 9 a R$ 30 pelo site do Sesc Anavitória Dupla AnaVitória AnaVitória/Divulgação Mas se em vez de dançar sozinho, você quer dançar de rostinho colado, eu indico o show da dupla Anavitória, no Espaço das Américas, lá na Zona Oeste. Elas fazem um show especial para celebrar o dia dos namorados, com uma dose ainda maior de romantimo no repertório. Quando: Sexta-feira (14), às 22h Onde: Espaço das Américas - Rua Tagipuru, 795, Barra Funda Ingressos: R$ 60 a R$ 130 pelo site Ticket 360
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14/06 - Karol G na Copa América: Quem é a colombiana do reggaeton que vai cantar na abertura?
Cantora de 28 anos venceu Grammy latino como artista revelação em 2018 e já cantou com Maluma, J Balvin e Simone & Simaria. 'Estou emocionada de estar aqui no Brasil', diz ela. Cantora colombiana Karol G Divulgação Uma colombiana de versos sensuais canta o amor pelo futebol ao lado de Léo Santana em “Vibra Continente”, música tema da Copa América 2019. Karol G tem 28 anos de idade, sete de carreira, e algumas marcas: Venceu o Grammy latino como artista revelação em 2018; Três singles no Top 10 da Billboard Hot Latin Songs: "Ahora me llama", "Culpables" e "Mi cama"; Turnê internacional marcada para o segundo semestre deste ano, com passagem por Europa e Estados Unidos; Parceria com cantores de reggaeton famosos internacionalmente, como Maluma, J Balvin, Ozuna e Nicky Jam. Karol G canta "Mi cama" durante o Grammy Latino 2018 Chris Pizzello/Invision/AP Karol canta um trapeton sensual e não hesita na hora de falar sobre prazer e liberdade sexual. Em “Ocean”, álbum lançado em maio deste ano, tem uma faixa chamada “Punto G”, sobre sexo oral feminino. Em sua música mais famosa, “Ahora me llama”, ela canta sobre tomar as rédeas da própria vida e a liberdade de transar com quem quiser. Ela tem dois álbuns de estúdio: "Ocean", de 2019, e "Unstoppable", de 2017. Mas é uma artista de singles, tendo lançado 38 deles. Fã do Brasil Simone & Simaria com Karol G na gravação do clipe em Las Vegas @lasvegastourvip / Divulgação Karol sabe do que rola musicalmente no Brasil. Em seu novo disco, tem música em parceria com Simone e Simaria e já disse que gostaria de cantar com Kevinho e Anitta. A colombiana se apaixonou pelo carnaval brasileiro este ano. Convidada pelo bloco Mix, ela se apresentou em São Paulo e assistiu ao primeiro dia de desfiles na Marquês de Sapucaí, no Rio. “É a minha primeira vez no Brasil. Estou feliz e emocionada de estar aqui. É tudo lindo. Os carros alegóricos, as roupas. Acredito que vim na melhor época do ano. Quem não vem, está perdendo", disse. Copa América "Vibra continente" mescla as batidas do funk e do pagode de Léo Santana com o reggaeton de Karol G. No clipe, os dois cantores aparecem em um estádio de futebol, cercados por dançarinas. O vídeo mostra ainda a vibração de torcedores. A música foi escrita por Léo, Carol e dois amigos do cantor. A cerimônia de abertura terá 10 minutos, a partir das 21h10 desta sexta-feira (14) no Estádio do Morumbi, em São Paulo. Além de Karol e Léo, o palco terá mais de 100 músicos. Com mais de 400 pessoas em cena, ela terá muitos efeitos de LED e “contará a história dos países da América Latina”, disse o diretor-artístico da abertura, Edson Erdmann, sem dar mais detalhes. “Nunca imaginei que algum dia eu faria parte de uma música tão importante como essa. Estou emocionada de estar aqui no Brasil, que é um país superior no futebol, além de viver essa experiência ao lado do Léo Santana, que conheço há algum tempo, um grande artista, que também vem rompendo barreiras em nível internacional”, declarou a cantora. A Copa América será disputada por 12 seleções até 7 de julho. O jogo de abertura é entre Brasil e Bolívia.
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14/06 - Nando Reis reclama de falta de transparência no streaming e diz que direitos 'não podem ser usurpados'
Ao G1, cantor fala que há muitos anos 'números não estão muito à disposição'. Nesta sexta (14) e sábado (15), ele apresenta show com canções de Roberto Carlos em SP. Capa do álbum 'Não sou nenhum Roberto, mas às vezes chego perto', de Nando Reis Jorge Bispo Nando Reis pediu "detalhes" de duas maneiras, mas não conseguiu. Um dos pedidos é que as empresas de streaming e gravadoras deem mais detalhes de seus números aos artistas. Para ele, as principais lutas dos autores são "sempre" pela transparência e pela manutenção dos direitos autorais. Já em sua nova turnê, ele pediu autorização para cantar "Detalhes", clássico de Roberto Carlos. O rei negou, mas Nando entendeu e aceitou. Em entrevista ao G1, ele falou do trabalho no palco, com músicas de Roberto. Também comentou a luta para abrir os dados do streaming. "Não entendo que na era digital não exista um código ou qualquer coisa em que imediatamente se toque a música em qualquer lugar e vá pro autor aquilo que lhe é devido", reclama. Nando foi o quarto artista que mais arrecadou no streaming no Brasil em 2018, segundo o Ecad. Ele diz que aproveita a notoriedade e "alguma relevância" que seu trabalho tem para lutar por todos. "Quando você deixa de pagar direitos autorais, você não está tirando dinheiro apenas de quem já ganha dinheiro, está tirando pouco de quem ganha pouco também", defende. Entenda a 'guerra do streaming': mercado rende bilhões, mas paga R$ 0,003 por play Para Nando, o problema não nasceu com o streaming. "Há uma coisa muito estranha, desde gravadoras a escritórios de arrecadação, que esses números não estão muito à disposição. Essa cultura do 'vocês não podem ter acesso a isso' está errada", afirma. Questionado se essa prática de esconder os dados dos artistas acontece, a resposta vem uma risada. "Acontece. E muito. Há muitos anos". Na terça-feira (11), o cantor paulistano esteve no Senado defendendo os direitos autorais, ao lado de Frejat e Paula Lavigne, depois de o setor hoteleiro tentar emplacar o fim da cobrança do Ecad em quartos de motel e hotel. "Por que um hotel, restaurante toca uma música? Toca, porque certamente faz parte da construção do seu ambiente para atrair pessoas", defende. O cantor vê a proposta de lei como "absurda". "Seja lá se é um centavo ou um bilhão a questão do direito não pode ser usurpada". "Não Sou Nenhum Roberto…" … mas às vezes Chego Perto” é o nome do último disco de Nando, lançado em abril, dedicado a canções de Roberto Carlos. Batizada de "Esse Amor Sem Preconceito", a turnê chega a São Paulo em dois shows neste final de semana (veja serviço abaixo). A maioria das músicas estava esquecida, mas uma viagem de quatro horas de carro com um box do anos 70 do Rei ajudaram a memória. O destino final era seu sítio, por onde ficou cerca de 15 dias, no final de 2016. Foi lá que ouviu novamente e "tirou" as canções, ao lado de sua mulher Vânia. Um acorde em "Você em Minha Vida" o deixou intrigado. A partir disso, começou a se desenvolver o novo trabalho. No disco, há músicas pouco conhecidas. Uma exceção é "Nossa Senhora", que ganhou versão instrumental. Nando considera a canção "muito específica de um devoto", por isso buscou outro caminho. "Suprimindo a letra, a música expande seu grau de universalidade e se relaciona com a minha maneira de ter fé, de ter devoção", explica, afirmando que o arranjo também faz referência à João Gilberto, em "Valsa (Como são Lindos os Youguis)", de 1973. "Eu sou um devoto da melodia", completa. Roberto Carlos e Nando Reis em foto de setembro de 2018 Reprodução / Instagram Nando Reis Sem 'Detalhes' Nando tinha colocado "Detalhes" na lista quando fez a proposta para Roberto, mas esta foi a única definitivamente vetada pelo cantor. O cantor diz que recebeu com naturalidade a resposta do Rei. A justificativa não foi detalhada ao G1, mas ele acredita em "proteção" de Roberto por uma de suas músicas mais conhecidas. "É direito dele. Entendo que ele possa ter uma espécie de protecionismo, sabe?". "Até brinco que adotei este critério agora para duas músicas minhas: "Segundo Sol" e "All Star". Não vou liberar mais para ninguém, a não ser que o Roberto peça para gravar", diz, rindo. Os clipes das regravações trazem um registro documental com vídeos antigos da família de Nando, seguindo sugestão do fotógrafo Jorge Bispo, responsável pela capa do disco. "Assim como Roberto eu não ouvia há anos, aquelas imagens eu também não via", lembra. "As imagens ilustram o (meu) disco do Roberto, mas também tem o sentido inverso, as músicas do Roberto fizeram trilha sonora da minha própria vida. As coisas estão muito entrelaçadas", finaliza. Nando Reis (SP) Turnê: "Esse Amor Sem Preconceito" Quando: Sexta (14) e sábado (15) às 22h Onde: Credicard Hall - Av. das Nações Unidas, 17955 Ingressos: De R$ 45 a R$280
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14/06 - Madonna diz que 'Madame X' incentiva fãs a 'serem livres e terem orgulho de quem são'; veja vídeo
Cantora incorpora personagem em novo disco 'para inspirar, ajudar e levar luz para lugares escuros'. Aos 60 anos, ela diz que curiosidade 'pelo sentido da vida' inspira suas reinvenções. Madonna fala sobre 'Madame X' Em seu 14º disco, Madonna incorpora a personagem Madame X. A tal madame, por sua vez, encarna outras figuras: ativista, professora de dança, defensora dos oprimidos, apaixonada, nostálgica... Entenda na entrevista da cantora em VÍDEO ACIMA. ] "Ela muda sua identidade dependendo da situação, mas sente a responsabilidade de inspirar, ajudar, levar luz para lugares escuros", diz Madonna em entrevista à agência de notícias Reuters. Crítica: 'Madame X' vai do funk ousado ao fado sensato com erros, acertos e coragem; G1 ouviu Madonna sempre se reinventou a cada disco, mas em "Madame X", ela se recria a cada música. Mas, por trás de todas as mudanças, quem seria ela, "no fundo"? "Uma pessoa curiosa sempre buscando respostas, sabedoria, conhecimento, entender o sentido da vida", ela diz. Leia abaixo: Como você se sente sempre que tem um álbum para ser lançado? Madonna - Nervosa, animada, hmmm... Sim... Como você descreveria este disco? Madonna - Cada música é um reflexo de Madame X. Às vezes ela é uma lutadora pela liberdade, às vezes é uma professora de "cha cha". Às vezes ela está esperando o amor, às vezes ela está se sentindo nostálgica sobre sua infância e seu passado. Às vezes ela está pensando sobre todas as pessoas do mundo que estão sofrendo e não têm uma voz, e que precisam de uma voz, e tem um senso de responsabilidade sobre essas pessoas. Você leu o manifesto, certo? Então você sabe que ela é uma agente secreta. E por isso, ela muda sua identidade dependendo da situação, mas ela sente a responsabilidade de inspirar, ajudar, levar luz para lugares escuros. E ela vai assumir qualquer persona que precisar para fazer esse trabalho. Então ela é um camaleão, sim. Madonna e Maluna no Billboard Music Award 2019 Chris Pizzello/Invision/AP O que você espera que as pessoas tirem da audição deste disco? Madonna - Que elas têm o direito de expressar seus pensamentos, de serem livres, de serem quem são, de serem orgulhosas de quem são, de sonhar o que algumas pessoas diriam que é um sonho impossível. E a importância da comunidade, da amizade, da família, de ser conectado com outros humanos. Quando você olha para trás na sua carreira de enorme sucesso, o impacto gigantesco que você deve, o que vêm à sua cabeça? Madonna - Uau, que isso deu muito trabalho. Sim, eu digo que a vida passa pela minha cabeça de novo e de novo. Eu tenho tantas memórias incríveis. Eu sou incrivelmente grata de isso passar pela minha cabeça, de ter conseguido ser tão bem sucedida por tanto tempo e poder estar em uma posição em que continuo a criar, ter a liberdade de dizer o que eu penso e me sentir inspirada e criativa, sim. Você se reinventou com sucesso repetidamente ao longo da sua carreira. Como você descreveria a si mesma no fundo, então? Madonna - Uma pessoa curiosa sempre buscando respostas, sabedoria, conhecimento, entender o sentido da vida. E também, claro, todo o meu trabalho é influenciado pelas coisas que aprendi, então é isso que provoca a reinvenção. Capa de 'Madame X', de Madonna' Divulgação
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14/06 - Tessa Thompson, do novo 'MIB', lança 3º filme em 2019 como 'a cara da diversidade': 'É poderoso'
Primeiro papel como protagonista em uma grande franquia estabelece de vez atriz como um dos principais nomes de sua geração. Tessa Thompson fala sobre representatividade, música e cabras Demorou um pouco, mas Tessa Thompson finalmente está recebendo o reconhecimento que merece. Apesar de ser uma das atrizes mais ocupadas e talentosas da nova geração em Hollywood, ela estrela seu primeiro grande filme como protagonista somente agora. "MIB: Homens de Preto - Internacional", lançado no Brasil nesta quinta-feira (13), a americana de 35 anos faz sua estreia como protagonista de uma franquia reconhecida. Em entrevistas ao G1 durante passagem pelo país, ela fala sobre a importância de ser "a cara da diversidade" nas produções que integra. Assista ao vídeo acima. "É muito poderoso poder ver você [representada nos cinemas]. Acho que parte do motivo pelo qual nunca imaginei que poderia estar em um filme como esse é porque eu nunca vi", conta. "Acho que é muito legal que uma geração inteira de jovens mulheres consigam se ver." Para a filha de um pai negro e uma mãe branca de família mexicana, isso é ainda mais pessoal. "Eu não tenho escolha, né? Você me coloca em um projeto e de repente eu sou a cara da diversidade nele." Tessa Thompson e Chris Hemsworth em cena de 'MIB: Homens de Preto - Internacional' Divulgação Uma deusa, uma cantora, uma mulher de preto "MIB: Internacional" já é a terceira produção a estrear no país em 2019 com Thompson no elenco. Antes de vestir o terno e os óculos escuros, ela foi uma deusa nórdica em "Vingadores: Ultimato" e a cantora casada com o protagonista de "Creed II", tudo no mesmo ano. Somadas, as duas bilheterias chegam a quase US$ 3 bilhões ao redor do mundo. Se isso não fosse o bastante, ela ainda aparece como uma das personagens centrais de "Westworld", uma das maiores séries da HBO, cuja terceira temporada estreia em 2020. Em "Ultimato", ela volta ao papel de Valquíria, o qual interpretou pela primeira vez em 2017 em um filme para o qual jamais pensou que seria escalada. Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Tessa Thompson e Tom Hiddleston em cena de 'Thor: Ragnarok' Divulgação/Marvel "Quando consegui o papel em 'Thor: Ragnarok' eu fiquei doida, porque nunca pensei que poderia estar em um filme de quadrinhos", conta ela. "Havia muito poucos exemplos, especialmente de mulheres negras e pardas, dentro desse gênero." Para ela, o universo cinematográfico da Marvel representa uma mudança nesse status, ou pelo menos um começo. "O legal da época em que estamos trabalhando agora é que há muitas mulheres de cor que não se sentem representadas por mim. E então há Danai [Gurira], há Lupita [Nyong'o], há Letitia [Wright] e essa é a verdade. É preciso que haja muitas de nós, não apenas algumas exceções." Os esforços da atriz não ficam limitados ao trabalho em frente às câmeras. Com a colega e amiga Brie Larson ("Capitã Marvel") e a fundadora da Iniciativa de Inclusão Annenberg, Stacy Smith, Thompson começou uma organização para aumentar a representatividade na mídia. A ideia é aumentar a participação de mulheres e outras minorias na indústria. Brie Larson, que vive a Capitã Marvel, e Tessa Thompson, a Valquíria de 'Vingadores', brincaram no Twitter que suas personagens poderiam formar um casal fofo Getty Images via BBC De um caso frio à galáxia O primeiro papel de Thompson na televisão aconteceu em 2005, em uma participação de um episódio na série "Cold Case". Depois de personagens em "Veronica Mars", "Grey's Anatomy", "Heroes", e produções menores no cinema, sua estabilidade em Hollywood só chegou mesmo quase dez anos depois. Dá pra dizer que 2014 e 2015 foram os anos de sua revelação, quando estrelou filmes como "Cara gente branca", "Selma: Uma luta pela igualdade" e "Creed: Nascido para lutar". Com atuações elogiadas e um papel que roubou a cena em "Ragnarok", ela repete a parceria com Chris Hemsworth no novo "Homens de Preto". No recomeço da franquia sobre uma organização que combate ameaças alienígenas, ela interpreta a novata M, que deve trabalhar com o agente H (Hemsworth) para impedir o mais novo fim do mundo, enquanto lidam com um provável espião na agência. "A verdade é que ela é muito esperta. Francamente, ela sabe mais que ele e é mais preparada do que ele, porque ela tem que ser", conta. "Ele é tipo esse agente estrela impulsivo e ela tem que trabalhar dez vezes mais duro que ele. E isso é meio que verdade para mulheres em geral ainda. Tessa Thompson e Chris Hemsworth em cena de 'MIB: Homens de Preto - Internacional' Divulgação Cantora sem nome O que algumas pessoas não sabem é que a atriz também é uma cantora e compositora. Além de ser uma ex-integrante da banda de R&B e soul Caught a Ghost, ela também escreveu todas as músicas apresentadas por sua personagem, Bianca, nos dois "Creed". Apesar de toda essa experiência com o microfone, ela garante que nunca vai lançar um disco. Pelo menos não com o próprio nome. "Adoro que muitas pessoas nem sabem que eu estou cantando as músicas da Bianca. Elas acham que é outra pessoa ou que eu estou sendo dublada", afirma. "Gosto que posso escrever algo e, se as pessoas criticarem, estão criticando esta outra pessoa que não sou eu. Então, se eu fosse algum dia lançar algo, o faria em algum outro nome. E faria meu máximo para esconder o fato de que sou eu." Sylvester Stallone, Michael B. Jordan e Tessa Thompson em cena de 'Creed II' Divulgação Cabra Tessa "Eu gosto de cabras". É assim que Thompson começa a contar a história de como se tornou base – ou alvo – de um perfil no Twitter que compara fotos suas com algumas do simpático animal. Initial plugin text O amor começou por causa de seus pais, que moram perto de uma criação de cabras. "Eu nem sei de quem elas são. Mas eu ia lá às vezes e passava tempo com elas. Então eu percebi que realmente gosto de cabras. Gosto de curtir com elas." No entanto, as comparações só aconteceram durante as gravações de "Aniquilação" (2018), ficção científica do qual fez parte ao lado de Natalie Portman. Após ver uma foto sua tirada pela produção, daquelas usadas entre gravações para garantir a continuidade, a atriz percebeu a semelhança. "Eu estava apenas sentada lá, no meio do campo, próximo de Londres. Eu olhei pra essa foto, e então percebi", conta. "Olhei para uma foto de uma cabra no meu celular, porque gosto muito de cabras, e pensei 'eu pareço tanto com essa cabra'. Então eu contei isso em alguma entrevista ou algo assim e esse perfil começou no Twitter. E minha vida nunca mais foi a mesma." Initial plugin text
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14/06 - Gravação recuperada no México pode ser único registro conhecido da voz de Frida Kahlo, diz governo
Secretária de cultura do México falou sobre gravação dos anos 1950 que foi redescoberta e que pesquisadores acreditam ser da voz da artista; OUÇA. Tela 'Autorretrato con collar' (1933), de Frida Kahlo Gerardo Suter/Divulgação Uma gravação recuperada pelo Museu de Som Nacional do México, e divulgada nesta quarta-feira (12), pode ser o único registro conhecido da voz da artista Frida Kahlo, disse a secretária de Cultura mexicana, Alejandra Frausto, ao jornal "The New York Times". Mesmo com uma imagem mundialmente conhecida, a voz de Frida Kahlo era desconhecida por fãs e especialistas. Pesquisadores disseram ao jornal que a gravação foi feita para um programa piloto de rádio do México. Os arquivos deste programa foram doados pela Rádio Televisa para digitalização do museu em 2007. Durante um novo trabalho de catalogação, eles perceberam que a voz pode ser de Frida. No programa, ela é apresentada como "a pintora que não existe mais". Os pesquisadores acreditam que a gravação foi feita logo antes da morte dela, em julho de 1954, e depois finalizado em 1955. O texto descreve e exalta Diego Rivera, artista marido de Frida. Ouça abaixo: Initial plugin text
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13/06 - Craques da música tentam sorte no futebol em torneio com Natiruts, CPM 22 e D2 em SP
Campeonato começou com direito a goleada 'histórica' e muita descontração em Ribeirão Preto. Músicos se apresentam neste sábado (15) no João Rock. Alexandre, do Natiruts, e Badauí, do CPM, em disputa de bola pelo João Rock Futebol Clube em Ribeirão Preto Rodolfo Tiengo/G1 Em cima do palco, eles formam os "timaços" que logo mais agitarão o João Rock 2019, um dos maiores festivais de música do país que acontece neste fim de semana em Ribeirão Preto (SP). Mas antes de colocarem os fãs para cantar o pop, o rock, o rap e o reggae nacionais, CPM 22, Natiruts e companhia resolveram se aventurar nas quatro linhas para a primeira edição do João Rock Futebol Clube. Depois de uma etapa de classificação nesta quinta-feira (13), quatro equipes finalistas voltam a se enfrentar para definir o campeão nesta sexta-feira (14). Em clima de esquenta, as bandas começaram um campeonato com direito a narrador, comentarista e arbitragem, além de lances nem sempre dignos de replay, a clássica resenha de bastidor e goleada "histórica". Lance de jogo entre Tribo da Periferia e Maneva pelo João Rock Futebol Clube Rodolfo Tiengo/G1 O Maneva abriu perdendo por 9 a 0 da Tribo da Periferia. Foi tanto gol que deu pra confundir. O que valia mesmo era o clima de festa. "Foi um resultado tranquilo. Quanto foi? (...) Achei que tinha sido sete, mas está bom. O importante é no sabadão a gente fazer um belo show", disse o baterista Fabinho Araújo, do Maneva. Por outro lado, só faltou Walisson, da Tribo, "pedir música no Fantástico". Na goleada, ele balançou as redes três vezes. "Eu não esperava, achei que ia ser mais pegado o jogo", afirmou. Apesar do clima de descontração, jogo é jogo para músicos como Gustavo Bertoni, do Scalene, autor de um dos gols que garantiu a vitória de virada, por 3 a 1, sobre o time da Rádio 89, com Marcelo D2 levando perigo ao ataque. Confronto entre time de Marcelo D2 (de azul) e da banda Scalene (de vermelho) no João Rock Futebol Clube Rodolfo Tiengo/G1 "É zueira, diversão, mas lógico que a gente vai jogar pra ganhar, viemos até aqui, vamos nessa", disse. Estar entre o craques da música, para ele, faz todo sentido. "O que não combina com rock? Todo mundo está aqui para se divertir, trocar uma ideia. Vai ser divertido jogar com uma galera que a gente assiste há muito tempo tocando nos palcos", afirmou, ainda antes de entrar em campo. Veteranos nos palcos, Natiruts e CPM 22 protagonizaram uma das partidas mais esperadas da tarde. Dentro de campo, os músicos do reggae., reforçados por Toni Garrido, levaram a melhor na fase de classificação, com uma vitória por 5 a 3. O vocalista Alexandre Carlo fez 3 e também "pediu música". "Eu que sou flamenguista, nasci e cresci ouvindo a junção de Jorge Ben com aquele time clássico do Rio, do Zico, acho que tem tudo a ver música e futebol", afirmou. Alexandre chuta e marca para o Natiruts no João Rock Futebol Clube em Ribeirão Preto Rodolfo Tiengo/G1 Natiruts comemora gol marcado no João Rock Futebol Clube em Ribeirão Preto (SP) Rodolfo Tiengo/G1 Veja mais notícias da região no G1 Ribeirão Preto e Franca
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13/06 - Linn da Quebrada lança música inédita em single produzido e editado por coletivo mexicano
Linn da Quebrada está de volta ao mercado fonográfico neste mês de junho de 2019. A cantora paulista apresenta o single Fake dói dois anos após ter lançado um primeiro álbum, Pajubá (2017), que gerou agenda de shows pelo Brasil e pelo exterior, além de ter dado visibilidade à militância da artista transexual na cena LGBTI. Formatada com os beats do produtor musical Lao, a gravação de Fake dói – composição inédita de autoria da própria Linn da Quebrada – foi feita em estúdio do México, país que sedia o selo que edita o single, NAAFI, braço fonográfico do homônimo coletivo que transita pelo universo clubbing com a missão de propagar sons e artistas egressos das periferias. Lao é um dos produtores desse coletivo. Mas quem cuidou da mixagem e da masterização do fonograma foi o DJ e produtor curitibano Boss in Drama. A arte da capa do single Fake dói é assinada por Pepa Puke com Ray Castelo.
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