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22/11 - O aumento da extrema pobreza no Brasil
Favela da Zoonoses em Ribeirão Preto, em São Paulo Paulo Souza/EPTV Em 2014, quando a crise econômica se instalou de forma incontestável no País, encontrei um amigo, grande economista. Querendo ter esperança, perguntei-lhe se os brasileiros, com sua decantada imaginação e criatividade, poderiam contornar os graves problemas que se avizinhavam. Meu amigo olhou-me e disse: “Com o desemprego crescendo nessa proporção, será difícil”. Ficamos em silêncio. Muito tempo antes, outro economista me afirmara que se os 10% mais ricos da sociedade brasileira resolvessem doar 5% de sua riqueza para os que vivem abaixo da linha da pobreza – aqueles que só conseguem ganhar um dólar e noventa centavos por mês – conseguiríamos resolver a vida dos extremamente pobres. O problema, assegurou, é que é quase impossível chegar até às pessoas que vivem a trágica situação. A grande massa de miseráveis é quase invisível aos olhos dos que querem atingi-la com doações ou por meio de políticas públicas. As duas assertivas hoje revelam-se verdadeiras ao examinarmos a questão com os novos dados divulgados sobre o aumento do número de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza. Segundo dados do IBGE de 2014 a 2018 mais de 4,5 milhões de brasileiros caíram na extrema pobreza. No podcast #61 do G1 liderado pela jornalista Renata Lo Prete, o economista Marcelo Nery e o coordenador da ONG Ação da Cidadania falam sobre o tema. O jornal "O Globo" desta segunda-feira, 18 de novembro, também revela a trágica consequência da crise econômica descrevendo histórias de vida dramáticas. Se Marcelo Nery descreve a estrutura da desigualdade e da pobreza, o coordenador da ONG Ação da Cidadania criada há 26 anos pelo sociólogo Betinho, há dez anos sem fazer a campanha “Natal Sem Fome” por não encontrar pessoas necessitadas, trouxe-a de volta por ter percebido na sua atuação do dia a dia, o aumento extraordinário da pobreza. Como mostram os dados estatísticos, o desemprego afeta mais de 11% dos brasileiros e entre eles, 25% dos jovens de 18 a 24 anos cerca de 12,5 milhões, e é a razão principal para o aumento da pobreza, como vaticinou meu amigo economista em 2014. O economista que imaginava a generosidade dos 10% mais ricos e suspeitava que mesmo que conseguissem esse feito, a dádiva não alcançaria os mais necessitados, também tinha razão. O controle da inflação, realizado no governo Fernando Henrique Cardoso e obtido pelo sucesso do Plano Real, levou o Brasil a diminuir o número de pobres e também a desigualdade. O início do século XXI e as políticas universais de combate a pobreza ampliadas nos governos Lula, como o Programa Bolsa Família, produziram uma visível transformação no País. O que aconteceu para estarmos vivendo hoje uma crise tão grande? O que levou o Brasil a uma crise tão grave? O que fazer para amenizar o sofrimento das pessoas que vivem lutam para se manterem vivos? Arrisco dizer o trivial, mas nunca é demais falar o que parece óbvio. Dois argumentos se apresentam para explicar a tragédia que levou mais de 4,5 milhões de pessoas à pobreza extrema? Há os que dizem ser muito difícil, em época de vacas gordas, produzir políticas pensando na possibilidade de vacas magras no futuro. Outros afirmam sem pestanejar que a causa da profunda crise foi a roubalheira dos governos petistas. Eles poderiam ter poupado para quando as vacas magras chegassem, mas distribuíram os ganhos do período de vacas gordas entre os seus pares. Agora, de todo o jeito, não adianta chorar sobre o leite derramado. É preciso enfrentar a grave situação que afeta de forma mais cruel e radical os mais pobres de nossa sociedade. O que fazer? Certamente não será atacando moinhos de vento ou buscando feiticeiros e bruxos. É preciso mãos à obra e muita pesquisa e trabalho para encontrar o caminho que levará os 4,5 milhões na extremamente pobreza a ter uma vida mais digna com políticas públicas voltadas especificamente para eles. Não há atalho possível.
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22/11 - BTS pode ter membros convocados para o exército a partir de 2020; entenda
Serviço militar é obrigatório na Coreia do Sul. Fãs fizeram petições para pedir liberação dos sete membros do grupo de K-pop, mas ministro da cultura vê dificuldade. O BTS, grupo de k-pop Divulgação O BTS, maior grupo de K-pop, pode perder integrantes para o exército sul-coreano a partir de 2020 devido a regras de dispensa adotadas pelo país. Durante entrevista para jornalistas em Paris, nesta semana, o ministro da cultura da Coreia do Sul, Park Yang-woo, disse que queria dispensar os membros do grupo do serviço militar obrigatório. Mas, segundo ele, os padrões do Ministério da Defesa Nacional são rígidos. Dicionário de K-Pop "No caso do BTS, eu pessoalmente gostaria de permitir isenções para eles sob certos padrões, mas a Administração da Força Militar e o Ministério da Defesa Nacional (encarregado do recrutamento) tendem a reduzir o escopo geral (de isenção)." Artes clássicas x arte popular Fãs do BTS no mundo inteiro, chamados de armys, têm criado petições para que o governo coreano conceda a isenção frequentemente obtida por esportistas ou artistas clássicos. Segundo o ministro, ela não se aplicaria ao BTS por se tratar de um grupo de “arte popular”. "Ao contrário das artes ou esportes clássicos, é difícil fixar os critérios de seleção nos campos da cultura e das artes populares, o que dificulta a institucionalização (um sistema de renúncia)", afirmou. BTS desfalcado por seis anos? A idade máxima para o serviço militar obrigatório no país é de 28 anos. Dois cantores estão perto de completar a idade máxima: Jin, em dezembro de 2020; e Suga, em março de 2021. Os jovens sul-coreanos fazem parte do serviço militar por cerca de dois anos. Com membros entre 22 e 26 anos de idade, o grupo ficaria sem pelo menos um de seus membros por seis anos. Semana Pop tem o caso do rapper A$AP Rocky, pausa do BTS, Anitta e Cardi B e mais
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22/11 - Revista em quadrinhos da Marvel é leiloada por US$ 1,26 milhão
Exemplar da revista N°1 da "Marvel Comics", que está em ótimo estado, custava 10 centavos em 1939. Marvel Comics Nº1, de 1939 Heritage Auctions / AFP Photo Um exemplar da primeira revista em quadrinhos produzida pela famosa editora de quadrinhos americana Marvel foi leiloada por US$ 1,26 milhão nesta quinta-feira (21), informou a casa de leilões Heritage Auctions. O primeiro número da série "Marvel Comics" foi publicado em 1939, quando a editora, responsável por personagens como X-Men, Homem-Aranha e os Vingadores, entre outros, chamava-se Timely Comics. "Esta é uma versão histórica de uma revista em quadrinhos histórica", disse Ed Jaster, vice-presidente da Heritage Auctions. "Sem dúvida, ela é a avó de todos os quadrinhos da Marvel, sem os quais não teríamos todas essas histórias e personagens que desfrutamos agora", acrescentou. Na década de 1960, sob o comando do roteirista Stan Lee, Marvel criou super-heróis que se tornaram ícones culturais. Esta edição da revista N°1 da "Marvel Comics", que está em ótimo estado, custava 10 centavos em 1939. A revista em quadrinhos que atingiu o maior valor em um leilão foi o primeiro número de "Action Comics" (1938), vendido por US$ 3,2 milhões em 2014 e que marca a primeira aparição do Super-Homem.
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22/11 - Coldplay roda o mundo e acha novos ritmos para as mesmas melodias em 'Everyday life'; G1 ouviu
Oitavo disco sai nesta sexta (22) com músicos do Paquistão e Nigéria, arranjos gospel e doo-wop, rapper belga, poesia persa, texto budista... para enfeitar baladas que não mudam tanto assim. Coldplay em imagem de divulgação de 'Everyday life' Divulgação / Tim Saccenti O oitavo disco do Coldplay, "Everyday life", parece um belo perfil no Instagram cheio de fotos de viagens pelo mundo. Amigos do Oriente Médio e da África, europeus malucos, cenários diferentes dos EUA... Tudo vai mudando em volta, mas no meio está sempre Chris Martin com a mesma pose. Mesmo sendo o disco mais aventureiro do Coldplay, não vai atrair quem já não curte a banda. Por outro lado, é um ótimo presente de fim de ano para quem gosta das baladas com o jeito Coldplay de ser, com embrulhos diferentes. Ainda mais após terem insinuado que o disco anterior poderia ter sido o último. "Everyday life" é definido como "disco duplo", dividido entre "Sunrise" e "Sunset" - o que não faz diferença para quem vai ouvir em streaming as 16 faixas em pouco mais de 50 minutos. Isso tem mais a ver com a estética de disco antigo, com o quarteto vestido de banda antiga de salão na capa. Saiba mais: Coldplay faz show especial com música nova e diz que escolheu SP para gravar filme da turnê Outra dica da capa é o título escrito em árabe. Há várias referências musicais e nas letras ao Oriente Médio e ao mundo árabe - "Arabesque", o single principal da primeira parte, o paquistanês Amjad Sabri em "Church", a descrição da guerra na Síria em "Orphans". O disco vai ser lançado nesta sexta-feira junto com as primeiras apresentações da carreira da banda na Jordânia. Uma turnê mundial ainda não está confirmada até que a banda encontre uma forma de produção ambientalmente amigável. Coldplay não vai fazer turnê do novo disco por causa do impacto dos shows ao meio ambiente As letras se alternam entre as mensagens etéreas de paz e amor de Chris Martin ("Quando eu estou ferido, eu vou para a sua igreja... Eu te adoro na igreja, baby", ele canta em "Church") e comentários sociais mais incisivos. Neste segundo grupo está o country irônico antiarmas "Guns", que fala de "crianças fazendo armas com os dedos" e "idiotas cortando florestas" - mas sem nenhuma citação direta ao Brasil. Nessa parte política, eles nunca foram tão U2 quanto em "Trouble em town", que começa com um clima de suspense ao falar de terrorismo e intolerância e explode entre o rock e batidas africanas. Entre as boas participações estão de Stromae, cantor belga de origem em Ruanda, que canta versos em francês em "Arabesque". A mesma faixa tem saxofone de Femi Kuti, filho do nigeriano Fela Kuti. Show do Coldplay em SP em 2017 Celso Tavares / G1 A banda inglesa vai muito para o Oriente Médio e a África, mas é nas incursões pelos EUA que se transforma mais: "BrokEn" é um gospel mais puro que do novo do Kanye West. O doo-wop "Cry cry cry" é a aventura mais interessante do disco, com um texto budista de Ksitigarbha Bodhisattva de brinde. Também há imagens do Coldplay sem roupas de viagem também: a balada sofrida "Daddy", sobre abandono parental, Chris Martin falando sobre um velho amigo com voz mais grave em "Old friends" e a letra que fala sobre tudo e nada ao mesmo tempo de "Everyday life". Na faixa-título, que encerra o disco Chris Martin está reflexivo. "Que tipo de mundo você quer que este seja? Será que eu sou o futuro da história?". É uma empreitada artística pretensiosa e bem intencionada. Mas, apesar de tanto esforço, não foi dessa vez que o Coldplay foi longe demais. Imagem de divulgação do novo disco do Coldplay Divulgação
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21/11 - Nas dunas de 'Star Wars', DJs dão vida ao turismo na Tunísia
Revolução de 2011 e série de ataques em 2015 foram um duro golpe para o setor, que agora renasce com melhoria na segurança e reabertura de hotéis e pousadas. Festival de música eletrônica "As Dunas Eletrônicas", em Ong Jmel, atraiu milhares na Tunísia. Local foi onde George Lucas filmou cenas da juventude dos Skywalker, em 1976 e no final dos anos 90 Amine Landoulsi/AFP Os poderosos ritmos graves chegam até o rebanho de camelos vizinho, lasers varrem as dunas do Saara tunisiano e VIPs saboreiam a vodca no que foi uma das barracas de Tatooine, o conhecido planeta do universo de "Star Wars". O festival "As Dunas Eletrônicas", relançado neste final de semana em Ong Jmal após 3 anos de ausência, atraiu dezenas de DJs locais e internacionais e milhares de foliões do deserto, símbolo de um renascimento do turismo nessa região do oeste da Tunísia. "Já tínhamos visitado Tunes, mas viemos para o festival", disse Leopold Poignant, 22 anos, que veio de Paris para dançar em Ong Jmal e depois visitar a cidade vizinha de Tozeur. "Há alguns grandes nomes como Adam Port e Konstantin Sibold, mas também vale pela experiência. A decoração é de Star Wars e festejar nas dunas é realmente especial", explicou o estudante de Ciência Política. As estruturas metálicas e cabanas onde as bebidas são vendidas não prejudicaram a decoração de evaporadores - dispositivo imaginário de captação de água - e casas arredondadas construídas para "Star Wars: Episódio I - A Ameaça Fantasma". Ong Jmal é o mais conhecido de muitos pontos turísticos tunisinos, onde George Lucas filmou cenas da juventude dos Skywalker, em 1976 e no final dos anos 90. Os vestígios do fictício vilarejo de Mos Espa atraem dezenas de milhares de turistas todo ano. Durante o festival, shows de luzes e a multidão reviveram o statioport onde Anakin Skywalker trabalhou antes de se tornar um Jedi. 'Paramos para visitar' Aqueles que não dançavam abrigaram-se do frio e do vento em tendas berberes ou ao redor de uma fogueira. A música continuou ininterrupta até domingo à noite. O exército e a polícia tomaram conta da área, a menos de 40 km da fronteira com a Argélia. Entre os mais de 5 mil participantes do festival, uma grande maioria de tunisianos. Anis El Wafi veio do sul com um grupo de pessoas observando o deserto. "Desta vez, também paramos para visitar a região", disse o cabeleireiro de Nabeul acompanhado de amigos italianos e franceses. A revolução de 2011 e uma série de ataques mortais que mataram dezenas de turistas em 2015 foram um duro golpe para o setor do turismo. Festival "As Dunas Eletrônicas", na Tunísia Amine Landoulsi/AFP Desde então, as estadas no sul tendem a se limitar a viagens de um dia ao deserto, desde os grandes resorts da costa, para o desespero dos comerciantes de Tozeur. "Os mais numerosos agora são os russos e eles só compram água", lamentou Nagga Ramzi, um comerciante que viu sua renda despencar. "É difícil, porque aqui só tem tâmaras, para quem as possui, e turismo." Mas, graças a uma melhoria na segurança, que permitiu um retorno maciço de turistas nos últimos dois anos, a região recebe cada vez mais eventos. Uma maratona saariana, Ultra Mirage El Djerid, o Festival Internacional de Cinema de Tozeur e um festival de música sufi, Rouhaniyet, foram lançados. Os hotéis estão cada vez mais completos e os turistas prolongam suas estadias. Em 30 de outubro, o número de turistas aumentou 27% em um ano e o número de pernoites, em 29%. Hotéis estão reabrindo, as pousadas estão se multiplicando e o grupo de luxo tailandês Anantara abre no final de dezembro um palácio 5 estrelas. Resta a esperança de que "esses turistas fiquem mais tempo" para passear, visitar o oásis e a medina, disse Salah Akkoun, que luta para ganhar a vida com sua carruagem. A dee-jay plays at the electronic music DJ toca no festival "As Dunas Eletrônicas", perto da cidade de Nefta, na Tunísia Amine Landoulsi/AFP
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21/11 - Gugu Liberato é internado na UTI após sofrer queda em casa
Apresentador sofreu uma queda em casa em Orlando, nos EUA enquanto montava enfeites de Natal, e bateu a cabeça. Ele está na Unidade de Terapia Intensiva em estado grave. Apresentador de TV Gugu Liberato é internado em Orlando, nos EUA O apresentador Gugu Liberato sofreu um acidente nesta quarta-feira (20) em sua casa em Orlando, nos Estados Unidos, e está internado na Unidade de Terapia Intensiva. A informação foi confirmada ao G1 pela assessoria por meio de nota às 16h15 desta quinta-feira (21) e atualizada em nova nota às 21h (veja abaixo os dois textos na íntegra). "Gugu está na Unidade de Terapia Intensiva e vivo, sendo acompanhado pela equipe médica local. As informações que circulam sobre uma suposta morte do apresentador são inverídicas", diz a nota mais recente. Liberato caiu de uma altura de cerca de quatro metros e bateu a cabeça em uma quina, enquanto montava uma árvore de Natal. Seu estado de saúde é grave. Gugu Liberato durante coletiva de imprensa do reality show 'Canta Comigo' em 23 de setembro, no Pavilhão Vera Cruz, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo Fábio Guinalz/Fotoarena/Estadão Conteúdo O hospital vai divulgar na sexta-feira (22) um boletim sobre o estado do apresentador à sua família. Na noite desta quinta-feira (21), familiares chegaram a Orlando para acompanhar Gugu no hospital, incluindo sua mãe, Maria do Céu, de 90 anos. No momento do acidente, o apresentador de 60 anos estava acompanhado de Rose Miriam, com quem tem três filhos: João Augusto, de 18 anos, e as gêmeas Sofia e Marina, de 15 anos. Atualmente, Liberato apresenta o reality show "Canta Comigo" na Record. VEJA A NOTA COMPLETA DIVULGADA PELA ASSESSORIA DE GUGU ÀS 21H: "Nesta quarta-feira, 20, o apresentador Gugu Liberato sofreu um acidente (uma queda) em sua casa em Orlando e encontra-se internado em observação. Gugu está na Unidade de Terapia Intensiva e vivo, sendo acompanhado pela equipe médica local. As informações que circulam sobre uma suposta morte do apresentador são inverídicas. Os familiares de Gugu chegaram a Orlando por volta das 19h30 desta quinta-feira e irão conversar pessoalmente com a equipe médica. De acordo com os procedimentos do hospital, somente amanhã, sexta-feira, um boletim médico será divulgado primeiramente à família. Assim como todos os familiares, amigos, fãs e profissionais de imprensa, estamos confiantes em sua recuperação e agradecemos as manifestação de apoio. Voltaremos a informá-los. Contamos com a compreensão de todos." VEJA A NOTA COMPLETA DIVULGADA PELA ASSESSORIA DE GUGU ÀS 16h15: "Informamos que nesta quarta-feira, 20, o apresentador Gugu Liberato sofreu um acidente em sua casa em Orlando e encontra-se internado em observação por 48 horas. Voltaremos informar assim que um boletim médico for emitido e contamos com todos os amigos da imprensa."
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21/11 - Shows de Shawn Mendes no Brasil terão abertura da banda Lagum
Cantor canadense se apresenta em São Paulo, em 29 e 30 de novembro, e no Rio de Janeiro, em 3 de dezembro. Shawn Mendes em show no Rock in Rio Fábio Tito/G1 Os shows de Shawn Mendes no Brasil terão a abertura da banda Lagum. O grupo mineiro celebrou o convite nas redes sociais. "Fomos convidados para sermos responsáveis pela abertura do show do Shawn Mendes no Brasil. Nossa primeira vez tocando em estádio, primeira vez abrindo para um artista internacional." "Shawn Mendes, te esperamos com melões e pães de queijo no Brasil", escreveu o grupo. Shawn Mendes se apresenta em São Paulo nos dias 29 e 30 de novembro e, no Rio de Janeiro, em 3 de dezembro. O anúncio das apresentações foi feito em janeiro. Shawn Mendes tenta ser mais maduro em 'If I Can't Have You' Shawn Mendes no Brasil São Paulo Quando: 29 e 30 de novembro de 2019 Onde: Allianz Parque – Rua Palestra Itália, 200 Rio de Janeiro Quando: 3 de dezembro de 2019 Onde: Jeunesse Arena – Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 Initial plugin text Banda mineira Lagum Julia Amaral/Lagum/Divulgação
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21/11 - STJ concede habeas corpus ao DJ Rennan da Penha
Advogados do DJ tentam entrar em contato a Vara de Execuções Penais do Rio para comunicar sobre decisão do Superior Tribunal de Justiça. DJ Rennan da Penha Reprodução/Facebook O Superior Tribunal de Justiça (STJ) concedeu habeas corpus ao DJ Rennan da Penha. A decisão liminar (provisória) do ministro Rogerio Schietti foi publicada no site do tribunal na manhã desta quinta-feira (21). Segundo esclarecimento do STJ, a decisão de Schietti não determina a imediata soltura de Rennan da Penha, mas ordena que a Vara de Execuções Penais do Rio analise a situação do DJ conforme decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre prisões para condenados em 2ª instância. Quem é o DJ Rennan da Penha? No início do mês – por 6 votos a 5, os ministros do STF mudaram entendimento anterior sobre a possibilidade de prisão para condenados em 2ª instância, e decidiram que réus só poderão ser presos após o trânsito em julgado, isto é, depois de esgotados todos os recursos. Por enquanto, a Vara de Execuções Penais do Rio ainda não apreciou o caso de Rennan. Por esse motivo, o advogado de defesa do DJ, Allan Caetano dos Santos, afirmou que o artista não deverá deixar a cadeia já nesta quinta-feira. "A decisão deve ser publicada amanhã no Diário da Justiça. A gente está tentando agilizar para falar com o juiz da Vara de Execuções Penais, ainda hoje, para ele determinar o que for necessário", afirmou o advogado. Condenação e prisão O DJ foi preso em abril deste ano após ser condenado em segunda instância pela Justiça do Rio de Janeiro a seis anos e oito meses de prisão pelo crime de associação ao tráfico de drogas. Antes disso, Rennan da Penha chegou a ser absolvido em julgamento na primeira instância. Na época, a Ordem dos Advogados do Brasil no Rio (OAB-RJ) questionou a prisão de Rennan e afirmou que a condenação seria uma tentativa de criminalizar o funk. A OAB também declarou preocupação com o uso do sistema da Justiça criminal contra setores marginalizados da sociedade. Nas redes sociais, fãs do DJ foram contrários à decisão. Um ato chegou a ser organizado pedindo liberdade para Rennan. DJ Rennan Santos se apresentando à Seap
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21/11 - 'Game of Thrones': Emilia Clarke diz que cenas de nudez eram 'difíceis' e que chorava no banheiro antes de gravar
Estrela que fez Daenerys Targaryen afirmou que, nas primeiras temporadas da série, não se sentia à vontade para exigir nada ou para questionar cenas quando se sentia desconfortável. Daenerys Targaryen (Emilia Clarke) em 'Game of Thrones' Divulgação/HBO A estrela de "Game of Thrones" Emilia Clarke disse que achou as cenas de nudez que teve de gravar na série "difíceis". Em participação no podcast do ator Dax Shepard, ela afirmou que "chorava no banheiro" antes de algumas filmagens, mas acrescentou que isso teria ocorrido "tendo ou não cenas de nudez". 'Game of Thrones': relembre toda a série em quatro minutos O papel da atriz como Daenerys Targaryen exigiu que ela tirasse as roupas com certa frequência nas primeiras temporadas. Clarke diz acreditar que isso era necessário para a história, mas destacou que a série "seria muito diferente" se tivesse sido feita hoje. A atriz, que é de Londres, conseguiu o papel quando tinha 23 anos. Foi a sua grande estreia na indústria cinematográfica. "Eu aceitei o trabalho e, quando me mandaram o roteiro e eu li, pensei: 'ah, aí está a pegadinha'", disse ela ao podcast. "Mas eu tinha acabado de terminar minha formação em teatro e encarei isso como parte do trabalho. Se está no roteiro, é porque é necessário. Tudo vai ficar bem." Ela acrescentou, porém, que sentiu algumas inseguranças quando se viu no set de filmagem. "Eu havia estado num set de filmagem de filme uma única vez antes e agora estava num set completamente nua, com todas essas pessoas (em volta). Eu não sabia o que devia fazer", contou. Apoio de colega Daenerys Targaryen (Emilia Clarke) sempre foi retratada como uma heroína, mas isso pode mudar na última temporada? Getty Images Clarke disse que, inicialmente, não tinha certeza do que esperavam dela, nem do que ela própria queria naquelas circunstâncias. "Independentemente de ter que ficar nua ou não, eu teria de qualquer forma passado a primeira temporada pensando que não tinha o direito de exigir nada", disse. "Eu vou ao banheiro chorar e, quando eu voltar, vou fazer a cena e vai ficar tudo bem", afirmou a atriz, em referência à forma como raciocinava quando se sentia desconfortável durante as gravações. Clarke conta que o ator Jason Momoa, que fez o papel de Khal Drogo — primeiro marido de Daenerys e líder dos guerreiros Dothraki —, a ajudou durante as primeiras temporadas. Na série, Drogo age com violência e estupra Daenerys depois de se casar com ela. Mas, no desenrolar dos primeiros episódios, os dois se apaixonam e passam a ter uma relação de respeito mútuo. Clarke diz que, apesar de achar que o momento atual é de "mudanças em relação à nudez" em cena, ela não mudaria a forma como "Game of Thrones" foi filmado entre 2009 e 2010. "Eu ouvi muita gente fazendo comentários sobre a nudez de Khaleesi (como a personagem Daenerys era chamada pelos Dothraki). Mas as pessoas não se importariam tanto com ela se não a tivessem visto sendo violentada. Era preciso ver aquilo." Clarke agora estrela a comédia romântica "Last Christmas". Ela diz que atualmente tem brigas nos sets de filmagem sobre se a nudez é realmente necessária para a cena. "As coisas são muito diferentes hoje. Eu estou muito mais consciente do que me faz sentir confortável e do que eu concordo ou não em fazer." A HBO e os criadores de "Game of Thrones" foram contatados pela BBC News para comentar sobre as declarações de Clarke, mas não responderam até a publicação desta reportagem.
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21/11 - Final da Libertadores terá show de Anitta e Gabriel, o Pensador
Colombiano Sebastián Yatra e os argentinos Fito Páez e Tini Stoessel também se apresentarão na abertura do jogo neste sábado (23). Anitta abre palco Mundo neste sábado (5), no Rock in Rio 2019 Marcelo Brandt/G1 Anitta e Gabriel, o Pensador foram escalados para a final da Libertadores, que acontece neste sábado (23). Meia hora antes do jogo entre Flamengo e River Plate, os artistas brasileiros farão uma apresentação. Outros artistas latinos também foram convidados para a abertura da final. São eles: o colombiano Sebastián Yatra e os argentinos da banda Turf, Fito Páez e Tini Stoessel. O jogo acontece em Lima, no Peru, a partir das 17h, e será transmitido para 169 países. No Brasil, haverá transmissão do jogo no Maracanã com show de Ludmilla, Buchecha, DJ Marlboro, Ivo Meirelles e o MC Poze. Na quarta-feira (20), mais de 10 mil de torcedores acompanharam o ônibus do time do centro de treinamento Ninho do Urubu até o Galeão. No aeroporto houve um princípio de tumulto. Veja vídeo abaixo. Multidão de torcedores acompanha embarque do time do Flamengo
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21/11 - Thalma de Freitas é a única representante do Brasil no Grammy 2020
Residente em Los Angeles, artista carioca é indicada na categoria de jazz latino por álbum assinado com o compositor norte-americano John Finbury. Cantora, compositora e atriz carioca, de atuais 45 anos, Thalma de Freitas é a única representante do Brasil na lista de indicados ao Grammy 2020. Residente em Los Angeles (Califórnia, EUA) desde 2012, a artista tem o disco Sorte! indicado ao prêmio de Melhor álbum de jazz latino – categoria que costuma concentrar indicações de artistas brasileiros na mais importante premiação da indústria fonográfica norte-americana ao lado da genérica categoria de world music. Capa do álbum 'Sorte!', de John Finbury com Thalma de Freitas Divulgação Lançado neste ano de 2019, o álbum Sorte! apresenta seis músicas cantadas e compostas por Thalma em parceria com o compositor norte-americano John Finbury. Coube a Thalma escrever em português as letras das músicas Filha, Maio, Ondas, Oração, Sorte! e Surrealismo tropical. Músicos brasileiros – como o percussionista Airto Moreira, o violonista Chico Pinheiro, o baterista Duduka da Fonseca e o pianista Vitor Gonçalves – participaram da gravação do disco, editado pelo selo Green Flash Music. O álbum Sorte! foi produzido por Emilio D. Miler. O disco de Thalma de Freitas com John Finbury concorre ao prêmio de Melhor álbum de jazz latino no Grammy 2020 com discos de Chick Corea e Rubén Blades, entre outros relevantes nomes associados ao jazz latino.
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21/11 - Deborah Kalume, mulher de Fábio Barreto, faz homenagem ao cineasta: 'Lutou até o fim'
Ele morreu nesta quarta-feira (20), após ficar em coma por nove anos. Fábio Barreto com a família Reprodução/Instagram Deborah Kalume, mulher de Fábio Barreto, usou as redes sociais para fazer uma homenagem ao cineasta. Fábio morreu nesta quarta-feira (20), após ficar em coma por quase dez anos. O cineasta sofreu um grave acidente de carro em dezembro de 2009. A informação da morte foi confirmada pelo Hospital Samaritano, na Zona Sul do Rio, onde ele estava internado. A causa não foi informada. “Fábio é muito amado por todos que tiveram a chance de conhecê-lo. Em consideração a todas as mensagens de amor que venho recebendo, venho dizer que ele lutou até o fim! Guerreiro! Uma fortaleza! Viva, viva, viva Fábio! Aplausos!!! Muitos e muitos aplausos!! Foi uma honra e privilégio poder ter convivido esses anos todos. Aprendi e aprendo a cada dia. Vá em paz, pois enquanto houver sol, cachoeira, mar, flores... amor, gentileza e ternura, você estará lá... você é muito gigante nesse universo! Até breve nosso imenso amor! Minha mais profunda gratidão”, escreveu a atriz. Famosos lamentam morte de Fábio Barreto Initial plugin text Morre, aos 62 anos, o cineasta Fábio Barreto
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21/11 - Chris Martin diz que Coldplay não fará turnês até que elas sejam ambientalmente amigáveis
Vocalista afirmou em entrevista que banda vai trabalhar nos próximos anos para tentar criar shows que sejam sustentáveis e ativamente benéficos. Show do Coldplay em SP Celso Tavares / G1 Coldplay lança nesta sexta-feira (22) o álbum “Everyday Life”. A banda já divulgou “Daddy” e “Champion Of The World”, duas faixas do novo projeto. E também anunciou que o público não deve aguardar uma turnê. Em entrevista ao programa “BBC Breakfast”, Chris Martin revelou que o grupo não quer sair em turnê antes de eles conseguirem descobrir como fazê-la de uma forma ambientalmente amigável. Coldplay não vai fazer turnê do novo disco por causa do impacto dos shows ao meio ambiente “Estamos tirando um tempo, ao longo do próximo ano ou dois, para trabalhar em como, não apenas ser sustentável, mas também em como ser ativamente benéfica. Como podemos aproveitar os recursos que nossa turnê cria e fazer com que isso tenha um impacto positivo?”. O cantor ainda afirmou: “Nosso sonho é fazer um show sem o uso de nenhum plástico, e com uso de energia solar”. Para marcar o lançamento do novo disco, a banda fará duas apresentações exclusivas na Jordânia. Elas serão exibidas via streaming. Essa será a primeira apresentação da banda no país e contará com com as faixas do novo disco no setlist.
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21/11 - Diogo Nogueira se une a Mahmundi em 'Coisa boa', single engajado na luta contra o preconceito racial
Diogo Nogueira é carioca como Mahmundi. Como diversas ondas musicais se ergueram no mar da cidade do Rio de Janeiro (RJ) desde que o samba é samba, o artista sempre foi visto em praia diferente da frequentada por essa cantora e compositora de som bronzeado com o ensolarado synth-pop da década de 1980. Coisa boa – single lançado no Dia da Consciência Negra, 20 de novembro – aproxima as praias de Diogo e Mahmundi. "Se a coisa tá preta, a coisa tá / Boa, boa", afirmam os cantores, afinados nos versos de refrão que dilui preconceitos de linguagem relacionados à questão racial. Coisa boa é composição inédita de Diney, Bruno Barreto e Thiago Soares que se desvia da cadência tradicional do samba, ainda que o repique de anel, o tamborim, os pandeiros, o ganzá, a frigideira, o prato e a faca percutidos pelo músico Maninho revolvam a ancestralidade dos terreiros na gravação produzida por Alexandre Cardozo e Rafael dos Anjos – nomes recorrentes na discografia de Diogo – com a adesão de Mahmundi. Capa do single 'Coisa boa', de Diogo Nogueira com Mahmundi Divulgação As batidas e programações do DJ Seven Beats se harmonizam com o baticum de Maninho no arranjo criado por Rafael dos Anjos para a gravação da música. Engajando o single Coisa boa na luta em favor dos plenos direitos do povo negro ("Preconceito aqui não tem lugar", sentencia um dos versos da composição), Diogo Nogueira e Mahmundi destinarão parte dos rendimentos obtidos com a gravação para a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ), instituição que atua em mais de seis mil quilombos em 24 estados do Brasil. O single Coisa boa gerou clipe gravado na cidade do Rio de Janeiro (RJ), com as participações de personalidades como Nelson Sargento, sob a direção de Cauã Csik e Ronaldo Land.
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21/11 - Leila Diniz e seus entrevistadores
Leila Diniz Cedoc/ TV Globo Lembrar Leila Diniz é uma das coisas que Joaquim Ferreira dos Santos faz mais do que bem. Não só por saber quase tudo sobre ela, tema do livro que escreveu para a coleção Perfis Brasileiros, mas também – o que me parece óbvio – porque falas e feitos da musa calaram fundo no coração e no espírito de um de nossos melhores cronistas. Se Joaquim nunca precisou de motivo para lembrar Leila Diniz, fosse Natal ou Carnaval, Semana Santa ou Copa do Mundo, compreende-se por que o fez com tanta reverência na comemoração dos 50 anos da entrevista dela a “O Pasquim”, depois da qual, segundo ele, “a história da mulher brasileira nunca mais seria a mesma.” Verdade. Mas não é menos verdade que a história do homem brasileiro também mudou de lá para cá. Mudou, como a da mulher, no comportamento, no modo de viver, no jeito de pensar o momento, a ética, a moral. Leila Diniz realmente estava passos à frente das mulheres dos anos 60. Era livre, gostava de ser livre, sabia ser livre. Relendo a entrevista, fica claro para homens e mulheres de 50 anos atrás o seu caráter, digamos, revolucionário. Como bem lembra nosso cronista, as mulheres casavam-se virgens, eram obedientes aos seus maridos, não podiam trabalhar senão em casa, não diziam palavrão, não falavam em maconha, e não se atreviam a frases como “eu posso dar para todo mundo, mas não dou para qualquer um...”, “posso amar um e ir para a cama com outro...”, “já amei muito e espero amar mais ainda...”, “quando eu quero, eu vou com o cara...” Pode ser que a uma jovem de hoje essas frases soem nada revolucionárias, ou mesmo corriqueiras. Os tempos são outros. Se a mulher brasileira de agora ler a entrevista com a cabeça de agora, talvez não veja nada de mais. Já, pelas mulheres daquele tempo, a Leila Diniz de “O Pasquim” foi duramente criticada (quem sabe, com pitadas de inveja). Desagradou a ala mais intelectual do feminismo, foi censurada pela ditadura, teve portas fechadas em trabalhos como atriz, mas não mudou. Foi Leila Diniz até que um DC8 explodisse com ela, na Índia, a caminho de um festival de cinema. Tinha 27 anos, uma filha, toda uma vida a viver. E os homens? Por que nossa história também não seria a mesma depois da 1969? Resposta: porque também nós mudamos em 50 anos. E muito. Não por causa da entrevista, claro, mas porque o tempo nos ensinaria que Leila Diniz não era diferente de outras mulheres. Ou melhor, só era diferente pela coragem de abrir o coração e a mente para dizer o que outras pensavam, podiam até fazer, mas não diziam. Aqueles entrevistadores representavam a inteligência jornalística de Ipanema que fizera de “O Pasquim” mais do que um tabloide alternativo. O semanário publicava o que nenhum outro ousava. Provocava, instigava, desafiava, ia sempre na contramão. Com isso, multiplicava leitores e incomodava a ditadura, a moral da ditadura, que ainda faria Leila Diniz assinar documento comprometendo-se a nunca mais dizer palavrão em público. Sempre submetido à censura prévia, “O Pasquim” teve de substituir os palavrões da entrevista por inofensivos asteriscos. As perguntas dos entrevistadores também nos mostram que os homens de 50 anos atrás éramos outros. O espanto com que os de “O Pasquim” ouviram Leila Diniz dizer tudo aquilo, e o caráter de provocação de perguntas sobre perda de virgindade, amor livre, fidelidade, casamento, são claros. Um deles pergunta se ela “gosta de mulher”. Não. Outro, se o “aumento do lesbianismo (sic) é devido à falta de virilidade do homem atual”. Outra vez não. Um terceiro, se o homem negro é sexualmente diferente do branco. Novamente não. Muitos dos preconceitos do homem brasileiro realmente foram demolidos ao longo de meio século. Na entrevista, Leila Diniz já demonstrava que seus entrevistadores ainda não tinham aprendido. Lembro-me de um amigo, orgulhoso por ser “um homem sem preconceito”, reprovar a musa de Joaquim por exibir, em 1971, sua gravidez na praia. Passados 50 anos, a entrevista me impressiona mais quando me esforço para voltar no tempo e me recordo do que pensávamos então. E constato que, além de bela e corajosa, Leila Diniz era uma mulher inteligente. Veja o que ela diz sobre a censura que então a perturbava – a ela, a “O Pasquim”, a todos nós: “... que tipo de preparo tem uma pessoa que vai julgar e censurar uma obra de arte? Eu não teria coragem de ser censor. Se eu fosse julgar uma obra de arte, teria de ser uma pessoa inteligentérrima, cultérrima, muito humana e muito por dentro das coisas.” Como se vê, o homem brasileiro ainda tem a aprender com ela.
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21/11 - Após divergências com produção do Grammy, Ariana Grande comemora indicações ao prêmio
Cantora ficou de fora da festa de premiação em fevereiro deste ano. Mas em suas redes sociais, ela celebrou as cinco novas indicações: ‘Mal posso esperar para celebrarmos juntos’. Ariana Grande mostra look para o Gramm 2019y, mas não comparece a cerimônia após divergências com produção Reprodução/Instagram Ariana não esteve presente na festa do Grammy 2019, mas em 2020, tudo parece ser diferente. Nas redes sociais, a cantora celebrou as cinco indicações que recebeu ao prêmio e disse: ”Mal posso esperar para celebramos todos juntos’. Grammy 2020 divulga indicados; veja lista e ouça as músicas Em fevereiro deste ano, Ariana se produziu toda para a premiação, mas assistiu o Grammy de casa. A cantora faria um número musical no prêmio, mas teve divergências com a produção e preferiu cancelar sua participação. Na ocasião, Ariana levou o prêmio de Melhor Álbum Pop Vocal por "Sweetener". Este ano, Ariana foi indicada para concorrer em cinco categorias. Initial plugin text "Olá. Tive que compartilhar isso aqui também, me desculpem. Obrigada por reconhecerem essa música. Eu e minhas lindas melhores amigas criamos juntas em poucas semanas. O reconhecimento é realmente mais do que suficiente por si só, para mim e meu coração. Obrigada." "Por favor, permitem-me levar literalmente todos os meus amigos que trabalharam nele para se sentarem ao meu redor, para que eles possam ter certeza de que meu coração ainda está batendo forte." "Muito amor e gratidão também. Quero parabenizar a todos os meus outros amigos que foram indicados este ano por seus brilhantes trabalhos. Mal posso esperar para celebrarmos todos juntos." 'Don't call me an angel': Ariana Grande, Miley Cyrus e Lana Del Rey - G1 Ouviu
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21/11 - Filme de Polanski é sucesso na França apesar de pedidos de boicote
Estreia de 'J'accuse' teve mais de 501 mil de ingressos vendidos mesmo após protestos contra o diretor, que foi acusado de estupro. Poster de divulgação do filme "J'accuse" de Roman Polanski, em um cinema de Paris Martin BUREAU / AFP "J'accuse", o último filme de Roman Polanski, sobre o julgamento do militar judeu Alfred Dreyfus, lidera as bilheterias na França uma semana após sua estreia, apesar dos pedidos de boicote ao cineasta franco-polonês, acusado recentemente de um novo estupro. Com mais de 501 mil ingressos vendidos, é a "melhor estreia de sua carreira", segundo o site CBO Box Office, embora os dados não estejam disponíveis para os filmes que Polanski fez antes de 1995. Até então, sua melhor estreia na França tinha sido "O último portal" (499.344 ingressos na primeira semana em 1999), "Oliver Twist" (482.752 em 2005) e "O Pianista" (379.604 em 2002). "J'accuse", que narra a história de Alfred Dreyfus, acusado erroneamente de espionagem no final do século XIX na França, ganhou o prêmio do Grande Júri no Festival de Veneza. Sua estreia na França foi marcada por pedidos de boicote depois que uma fotógrafa francesa, Valentine Monnier, afirmou à imprensa que o diretor franco-polonês a estuprou em 1975, quando ela tinha 18 anos. Polanski negou a acusação por meio de seu advogado. O cineasta é um fugitivo da justiça dos Estados Unidos, onde em 1977 foi acusado de estuprar uma menor de 13 anos. Por ocasião do lançamento de "J'accuse", na internet circulou a hastag #BoycottPolanski, enquanto em alguns cinemas protestos foram organizados. A nova acusação contra o diretor também levou seus colegas franceses a tomar medidas. Assim, a Sociedade Civil de Diretores e Produtores (ARP) informou que, em sua assembleia geral, proporá suspender qualquer um de seus membros que tenha sido acusado pela justiça. Nos Estados Unidos, Polanski foi expulso em 2018 da Academia de Cinema. Academia do Oscar expulsa Bill Cosby e Roman Polanski
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21/11 - Marina Iris traz Elisa Lucinda na travessia que abre caminho para o álbum 'Voz bandeira'
Veja a capa criada pelo carnavalesco Leandro Vieira para o militante disco em que a cantora carioca reúne nomes como Leci Brandão e Fabiana Cozza. A capa criada por Leandro Vieira, carnavalesco campeão da escola de samba Mangueira, enfatiza a militância que pauta o terceiro álbum de Marina Iris, Voz bandeira, programado para ser lançado em 29 de novembro. Na capa certeira, Vieira estampa ilustração da cantora carioca e o nome do disco em muro que simboliza o hasteamento das bandeiras levantadas pela voz engajada de Marina Iris neste disco produzido e arranjado por Ana Costa. Capa do álbum 'Voz bandeira', de Marina Iris Arte de Leandro Vieira Além de ter atuado como diretora artística de Voz bandeira, Ana Costa é a compositora do primeiro single do álbum, Travessias, composto com Manu da Cuíca em parceria aberta por iniciativa de Marina Iris. Lançado em 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, o single Travessias embute na gravação da música um trecho do livro Quarto de despejo (1960) – obra referencial da escritora Carolina Maria de Jesus (1914 – 1977) – na voz da atriz Elisa Lucinda. "Nós, quando estamos no fim da vida, é que sabemos como a nossa vida decorreu. A minha, até aqui, tem sido preta. Preta é a minha pele. Preto é o lugar onde eu moro", enfatiza Lucinda, reverberando a escrita altiva de Carolina. Com letra que versa sobre a diáspora negra, evocando rota iniciada na África matricial, o samba Travessias – salpicado na gravação com notas do piano de Maíra Freitas – abre caminho e pede passagem para a militância do álbum Voz bandeira. Marina Iris canta samba-enredo da Mangueira com Leci Brandão Rita Albano / Divulgação No disco, Marina Iris entremeia quatro textos ao longo das oito músicas de repertório que rebobina Onze fitas (1979) – música da safra inicial de Fátima Guedes, lançada há 40 anos na voz da cantora e compositora – entre composições inéditas como Pra matar preconceito, parceria de Manu da Cuíca com Raul DiCaprio. Manu e DiCaprio são nomes recorrentes nos créditos desse repertório. DiCaprio é parceiro de Marina Iris na composição da música-título Voz bandeira. Manu é parceira de Tomaz Miranda em Carnaval de rua e uma das autoras do último samba-enredo campeão da Mangueira, História pra ninar gente grande (Tomaz Miranda, Deivid Domênico, Luiz Carlos Máximo, Mama, Márcio Bola, Ronie Oliveira, Danilo Firmino e Manu da Cuíca, 2018), clássico instantâneo do gênero abordado por Marina em dueto com Leci Brandão, outra voz militante das rodas cariocas. Leci integra o time negro e feminino de convidados do álbum Voz bandeira. Com Fabiana Cozza, Marina Iris louva Nanã no ijexá Velha senhora, de autoria de Leandro Fregonesi e Teresa Cristina. Com Marcelle Motta, Marina dá voz a Mana que emana, composição de Thiago da Serrinha e Bruno Barreto. As cantoras Marina Iris e Fabiana Cozza em estúdio na gravação do ijexá 'Velha senhora' Elisa Mendes / Divulgação Na costura de música e literatura alinhavada por Marina Iris para combater preconceitos e exaltar o orgulho da negritude, a escritora Conceição Evaristo recita o texto Da calma e do silêncio, extraído do livro Poemas da recordação e outros movimentos (2008), de autoria de Conceição. Ana Maria Gonçalves lê trecho do próprio romance Um defeito de cor (2006). Já Elisa Lucinda diz o texto Mandiba, do livro O livro do avesso – O pensamento de Edite, editado por Lucinda neste ano de 2019. O álbum Voz bandeira integra o catálogo da gravadora Joia Moderna e ganha edição dentro do projeto Joia ao vivo, feito com curadoria do DJ Zé Pedro e Marcio Debellian. Ao contrário do que faz supor o nome Joia ao vivo, os discos do projeto são gravados em estúdio e posteriormente promovidos em shows transmitidos pela internet.
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21/11 - 'A vida invisível' é drama de época para partir o coração e pensar no presente; G1 já viu
Filme brasileiro escolhido para tentar vaga no Oscar mostra drama feminino nos anos 50. Trabalho cuidadoso de Karim Aïnouz tem dose extra de emoção com Fernanda Montenegro. Dá para chamar "A vida invisível" de "drama de época", mas com ênfase maior na primeira palavra dessa definição. É drama que não acaba mais, daqueles de ouvir soluços na sala de cinema. Mas retrata a época dos anos 1950 com liberdade: os diálogos parecem atuais e o tema feminino bate forte em 2019. O diretor Karim Aïnouz (de "O Céu de Suely" e "Praia do Futuro") faz um trabalho cuidadoso em um melodrama assumido. A história é do desencontro de duas irmãs: Carol Duarte e Fernanda Montenegro dividem o papel da talentosa e reprimida Eurídice; Julia Stockler vive a rebelde Guida. O filme levou o prêmio Um Certo Olhar em Cannes e foi escolhido para tentar a vaga do Brasil no Oscar. O apoio da Amazon, que comprou os direitos de distribuição, e o renome do produtor Rodrigo Teixeira são trunfos na campanha. A lista final de indicados sai no dia 10 de janeiro. Assista ao trailer de "A vida invisível" A direção de arte e as atuações podem te fazer esquecer que a história se passa há 60 anos. As cores são fortes, de um Rio de Janeiro vivo e cheio de verde, em contraste com as mulheres que lutam para continuar a ver alguma luz ali. As irmãs falam dentro de casa como se fossem millenials cheias de sonhos. Não chega a ser um "Maria Antonieta" de Sofia Coppola, em que a rainha tem tênis All Star. Mas também passa longe da pompa que um filme do tipo poderia ter. Não é um caso de falha de ambientação, mas de uma escolha por misturar os tempos - o que faz mais sentido quando a história chega à Eurídice dos dias atuais de Fernanda Montenegro. Karim Aïnouz e elenco falam sobre 'A vida invisível' Mas o período atual é curto - Fernanda tem presença importante, mas com pouco tempo de tela. Quase tudo se passa em um mundo antes da revolução cultural dos anos 1960. A afirmação feminista que viria anos depois ainda era um desejo difuso das irmãs. Gregório Duviver vai bem como Antenor, o marido que era ao mesmo tempo inseguro e controlador. Em resumo, as duas passam o tempo todo sofrendo por causa de homem - e não tem nada a ver com sofrimento romântico. A violência sexual e psicológica dentro de um casamento visto como normal é revelada com o teor de tragédia que o tema requer, ainda mais no Brasil. Karim Ainuz fala de campanha para vaga no Oscar A trama baseada em um romance de Martha Batalha, "A vida invisível de Eurídice Gusmão", é bem particular, cheia de lances de azar e sofrimentos interlaçados. É um grande melodrama, no bom sentido. Julia Stockler e Carol Duarte têm uma química notável para uma história de desencontros. A dupla já garantiria o suficiente para sair satisfeito - e chorando - da sala de cinema. Mas aí chega a parte de Fernanda Montenegro para turbinar o drama. Fernanda Montenegro em cena do filme 'A vida invisível de Eurídice Gusmão', do diretor Karim Aïnouz Divulgação/Bruno Machado São as cenas mais emocionantes envolvendo Fernanda Montenegro e cartas desde "Central do Brasil" (1998). A campanha pela indicação também tenta uma vaga para ela como atriz coadjuvante, o que corrigiria a injustiça de ter perdido para Gwyneth Paltrow há 20 anos. Pena que, apesar da chance de indicação, a estatueta na categoria de filme internacional é improvável. Ele sai no mesmo ano do sul-coreano "Parasita", cotado até na categoria principal - azar semelhante ao de "Central do Brasil" no ano de "A vida é bela". Premiado ou não, é um dos filmes do ano. Campanha do Brasil no Oscar com 'A vida invisível' Arte G1
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21/11 - João Biano verte em 'Lágrima' o lamento e a resistência do povo negro
“No meio das costas, o açoite / No meio da fala, o tapa / No meio da perna, o chute / No meio do peito, o coice, na lata / (...) / Oh, senhor / Meu senhor / Essa lágrima não lava a dor / Essa lágrima não lava a dor”. Pontuados pelo toque clássico do violão (de sete cordas) de Carlos Chaves, integrante do Quarteto Maogami, esses versos da letra de Lágrima escorrem como lamento no primeiro minuto e meio da gravação dessa música inédita feita pelo cantor e compositor paulista João Biano em parceria com Fabio Campos. Na sequência, com a entrada da percussão de Sidon Silva (do Monobloco), Lágrima cai na cadência do samba e da resistência, revolvendo a ancestralidade de Biano, um dos fundadores da banda paulista Preto Básico. “No ventre violado, um rebento / Mas que será amado / Alimentado, sacramentado / Criado e ensinado / A não repetir a dor”, ressalta Biano em outros altivos versos de Lágrima, vertendo orgulho negro. Natural de Bauru (SP), mas radicado na cidade do Rio de Janeiro (RJ) desde 2012, ano em que foi convidado por Pedro Luís para ser um dos vocalistas do grupo Monobloco, João Biano apresenta Lágrima em single produzido por Sidon Silva com Carlos Chaves e lançado em 20 de novembro, Dia da Consciência Negra. Promovido por clipe gravado no Quilombo da Pedra do Sal, no Rio de Janeiro, o single Lágrima chega ao mercado fonográfico quatro anos após a edição do primeiro álbum do artista, Caos & beleza (2015), e dois anos após os singles Sim e Samba do absurdo, ambos lançados em 2017.
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21/11 - Fábio Barreto: veja a repercussão da morte do cineasta
Cineasta diretor de 'Lula, o filho do Brasil' e 'O Quatrilho' morreu na quarta (20), aos 62 anos, no Rio de Janeiro. Ele estava em coma desde 2009, quando sofreu um acidente de carro. Morre no Rio o cineasta Fábio Barreto Patrícia Pillar, Glória Pires, Juliana Baroni,Walcyr Carrasco e outros famosos usaram as redes sociais para prestar homenagem a Fábio Barreto. O cineasta morreu nesta quarta-feira (20), aos 62 anos, no Rio de Janeiro. Ele estava em coma desde 2009, quando sofreu um acidente de carro. Irmão do também cineasta Bruno Barreto, Fábio iniciou sua carreira como diretor de cinema em 1977. Ele é filho do cineasta Luiz Carlos Barreto e da produtora Lucy Barreto, e dirigiu filmes como "Lula, o filho do Brasil" e "O Quatrilho". Glória Pires, atriz: "Finalmente, o repouso merecido. Querido guerreiro, descanse em paz." Initial plugin text Patrícia Pillar, atriz "Muito triste... Fábio foi um grande companheiro e diretor talentoso e delicado em 'O Quatrilho', filme que tive o grande prazer em fazer e que foi candidato ao Oscar de Melhor filme estrangeiro. Todo meu carinho à família". Initial plugin text Dori Caymmi, maestro "Acabo de receber a notícia da morte do amigo Fábio Barreto, com quem tive o prazer de escrever a trilha sonora do seu filme "Bela Donna". Meus sinceros sentimentos a todos o familiares em especial a Lucy e Luís Carlos Barreto. Descanse em paz, amigo", postou no Instagram. Gladson Targa, artista visual "E nos deixa o grande Fábio Barreto. O cineasta estava em coma devido a um grave acidente de carro ocorrido em 2009. Nos deixa o grande "O Quatrilho" e "Lula, filho do Brasil". Força para a família. Descansa em paz, Fábio", postou Targa no Facebook Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República “Fábio Barreto foi um grande cineasta de uma família com uma contribuição imensa para a cultura nacional. Pelo cinema contou histórias do nosso Brasil e ajudou estrangeiros e nós mesmos a sabermos mais sobre nosso país. Depois de décadas, conseguiu o feito raro de disputar um Oscar de melhor filme estrangeiro com 'O Quatrilho'. Agradeço sua dedicação e o carinho com que tratou a mim, minha mãe, Marisa e o movimento sindical no filme que fez sobre minha juventude. Depois de anos de um trágico acidente, Fábio descansou. Meu carinho, minha solidariedade e abraço fraterno para seu pai, Luiz Carlos Barreto, sua mãe, Lucy, seus familiares, amigos e admiradores”. Juliana Baroni, atriz "Fábio Barreto descansou hoje após 10 anos em coma. Ele era uma pessoa muito fácil de se conviver. Boa gente, bom diretor, doce e o set era de uma leveza rara e tudo acontecia. Quero deixar o meu amor a ele e deixar meu amor aos que ficam. Vocês foram guerreiros incansável durante todo esse tempo". Initial plugin text Walcyr Carrasco, autor "Quem nos deixou hoje, aos 62 anos, foi o cineasta brasileiro Fábio Barreto. Ele deu início à retomada do cinema nacional com “O Quatrilho”, além de ter dirigido outras grandes produções. Fica aqui meu abraço forte e sentimentos à família". Initial plugin text
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21/11 - Como cultura do remix no brega-funk estica sucesso de hits e faz gênero crescer além de Recife
Gênero vive melhor momento, com versões e passinho em alta. Felipe Original e Dadá Boladão falam de 'Hit contagiante' e 'Surtada, músicas que chegaram mais longe. Felipe Original (à esq.) é um dos responsáveis por "Hit contagiante", remix de Evoluiu, de MC Kevin O Chris Divulgação Em agosto, quando “Evoluiu”, hit de MC Kevin O Chris, passou a perder posições na parada do streaming brasileiro, um som bem semelhante - de autor, até então, pouco conhecido - começou a despontar. É “Hit contagiante”, remix de Felipe Original, que transformou a música de Kevin O Chris num brega-funk. O gênero, criado nas periferias de Recife há cerca de uma década, ficou conhecido nacionalmente após o sucesso de “Envolvimento”, de MC Loma e as Gêmeas Lacração. Hoje, vive seu melhor momento: a audiência no Spotify mais que dobrou em 2019. Seu tradicional “passinho dos maloka” também virou febre. Para Felipe, a dança é um dos pilares do sucesso do ritmo, “É uma batida envolvente, que chegou a muitos grupos de coreografias. Isso ajudou a expandir, junto com a divulgação pelo Instagram.” “Antes o brega só saía de Recife para o interior. Hoje está sendo reconhecido no Brasil”, ele comemora. No mês passado, sua versão de "Evoluiu" ganhou clipe assinado pela KondZilla, maior produtora de funk do país. Mas, muito antes disso, Felipe relutou em gravar “Hit contagiante”. Ele diz que, na época, preferia a linha autoral do brega-funk, “não curtia muito remix”. Criar novas batidas para hits que já estão em alta é uma das marcas do movimento. E, na era pós-”Envolvimento”, são remixes as músicas do gênero que conseguiram chegar mais longe. Eles dão fama aos MCs do brega-funk, mas também são lucrativos para autores originais, que veem suas músicas permanecerem por mais tempo nas paradas do rádio e na internet. Além de “Hit contagiante”, “Surtada” aparece entre as primeiras do Spotify no país. A música usa um sample do rap de mesmo nome, do grupo Calibre 2.1, em parceria com o Oik e o Neobeats. Dadá Boladão, Tati Zaqui e Oik, de "Surtada" Divulgação A versão em brega-funk foi gravada por Dadá Boladão, com Tati Zaqui e o próprio Oik. “O diferencial do brega-funk é que ele é em 170 bpm [mais acelerado que o funk tradicional] e traz batidas novas, que você só ouve nesse ritmo”, explica Dadá. Como o próprio nome indica, o gênero mescla a batida que nasceu no Rio com elementos do brega romântico do Nordeste. JS, produtor de "Hit contagiante" e outros sucessos, cita que, ao longo do tempo, ele também incorporou referências de reggaeton e trap - vertente do rap. Autoria compartilhada Como em qualquer remix oficial, os autores das músicas originais aparecem nos créditos de "Hit contagiante" e "Surtada", ao lado dos responsáveis pelas versões. Felipe conta que precisou segurar seu hit por um mês até conseguir a liberação de Kevin O Chris. "Foi difícil. Primeiro, ele liberou o lançamento no YouTube. Acho que nem ele sabia a proporção que ia tomar", lembra. "Depois, entramos num acordo e registramos juntos. Aí lançamos em todas as plataformas". Ele não revela valores do contrato. Dadá Boladão Divulgação É claro que, em muitos casos, MCs criam e compartilham versões das músicas, sem acordo de direitos autorais. Em alguns deles, os próprios autores procuram esses artistas para regularizar a situação, explica Dany Bala, um dos maiores produtores do brega-funk. "Em Recife, o mercado fonográfico ainda é muito amador. Por falta de conhecimento, os meninos pegam músicas que têm direitos autorais e [os remixes] acabam sendo executados de qualquer forma. Tanto que, às vezes, os autores acabam liberando", diz. "É algo que acaba sendo legal para os dois lados. O autor original fica por mais tempo em evidência por causa do remix. E quem fez a versão ganha a visibilidade no mercado."
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21/11 - Morre no Rio o cineasta Fábio Barreto
Ele estava em coma após sofrer acidente de carro na Zona Sul do Rio em dezembro de 2009. Ele tinha 62 anos e dirigiu 'O quatrilho' e 'Lula, o filho do Brasil'. Morre no Rio o cineasta Fábio Barreto O cineasta Fábio Barreto morreu nesta quarta-feira (20), após ficar em coma por nove anos. A informação foi confirmada pelo Hospital Samaritano, na Zona Sul do Rio, onde ele estava internado. A causa da morte não foi informada. Ele sofreu um acidente grave de carro em dezembro de 2009 e estava em coma desde então. O velório será realizado nesta sexta-feira (22), a partir das 10h, no Memorial do Carmo, no Caju. O corpo será cremado à tarde. O cineasta Fábio Barreto Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr Trajetória Fábio Villela Barreto Borges nasceu no Rio de Janeiro e tinha 62 anos. Irmão do também cineasta Bruno Barreto, Fábio iniciou sua carreira como diretor de cinema em 1977. Ele é filho do cineasta Luiz Carlos Barreto e da produtora Lucy Barreto. Ele dirigiu 13 filmes, com destaque para “O quatrilho”, de 1995. O drama foi indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. A história era sobre as idas e vindas românticas de dois casais que dividem a mesma casa em uma comunidade rural de imigrantes italianos no Rio Grande do Sul. Fábio também dirigiu o filme "Lula, o filho do Brasil". Lançado em 2009, ele é baseado no livro de Denise Paraná. O roteiro reconta a infância pobre do ex-presidente, recria a relação com a mãe e retrata o passado como sindicalista. Foi o último filme dirigido por Barreto. Antes, ele também havia dirigido filmes como "Índia, a Filha do Sol", de 1982, e “A paixão de Jacobina”, de 2002. Na TV Globo, dirigiu um episódio da série "Você Decide", em 1998. Na televisão, foi um dos responsáveis pela versão brasileira de "Desperate Housewives", na Rede TV!. "Donas de Casa Desesperadas" rendeu 23 episódios entre 2007 e 2008. Foto de arquivo de 28/01/2009 do cineasta, ator, produtor e roteirista Fábio Barreto durante filmagens de 'Lula, o filho do Brasil', no Estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo (SP) VALÉRIA GONÇALVEZ/ESTADÃO CONTEÚDO
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20/11 - Precisei de teleprompter para cantar no funeral da princesa Diana, diz Elton John
Cantor diz que usou pela primeira vez um teleprompter por medo de esquecer os versos adaptados para homenagem em apresentação vista por centenas de milhões de pessoas em 1997. Elton John cantou nova versão de 'Candle in the wind' no funeral da Princesa Diana, na abadia de Westminster, em Londres, em 6 de setembro de 1997 Paul Hackett/File Photo/Reuters Elton John disse que estava com tanto medo de errar a letra ao interpretar uma adaptação de "Candle In the Wind" no funeral da princesa Diana que pediu que instalassem um teleprompter junto ao piano. Elton, que era amigo de Diana, cantou a nova versão do sucesso usando novos versos de autoria de Bernie Taupin, letrista e colaborador frequente. Sua apresentação, realizada na Abadia de Westminster de Londres depois que Diana morreu em um acidente de carro em Paris em 1997, foi um momento de destaque, assistido por centenas de milhões de pessoas em todo o mundo. A canção, que conta com a frase "Adeus, rosa da Inglaterra" em vez da original "Adeus, Norma Jean", se tornou o single que vendeu mais rápido no Reino Unido. "Foi a primeira vez que usei um teleprompter, do lado da minha mão esquerda, porque pensei que se cantasse 'Adeus, Norma Jean' seria enforcado, arrastado e esquartejado", disse Elton a uma plateia londrina na noite de terça-feira. "Então, só por precaução, pedi o teleprompter ali." O artista de 72 anos falou na Academia Real de Música, onde estudou, durante um evento que marcou a publicação de sua autobiografia "Me: Elton John". "Ele (Bernie) sempre me dá uma letra", explicou. "Vou a uma sala, coloco a letra no piano, olho o título. E quando começo a ler a canção, um filminho começa na minha cabeça, um pouco como compor uma trilha sonora quando você recebe a parte visual."
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20/11 - Bruce Dickinson, do Iron Maiden, anuncia palestra no Brasil em 2020
'What Does This Button Do? Uma noite com Bruce Dickinson' vai acontecer em 26 de agosto em São Paulo. Iron Maiden toca no Palco Mundo nesta sexta (4), quinto dia do Rock in Rio 2019 Marcelo Brandt/G1 Bruce Dickinson voltará ao Brasil em 2020, mas não é com o show do Iron Maiden. O vocalista fará a palestra "What Does This Button Do? Uma noite com Bruce Dickinson" no dia 26 de agosto em São Paulo. O encontro dura duas horas e é dividido em dois momentos. No primeiro, ele conta histórias de sua vida, que também foram registradas no livro homônimo à palestra. Já na segunda metade acontece uma rodada de perguntas e respostas do público. Os ingressos vão de R$ 180 a R$ 300 e começam a ser vendidos na segunda-feira (25) no site da LivePass. Com a turnê "Legacy of the beast", o Iron Maiden foi o headliner do dia do Metal do Rock in Rio 2019.
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20/11 - Elton John diz que precisou usar teleprompter para cantar no funeral da princesa Diana
Cantor, que era amigo de Diana, ficou com receio de errar a adaptação da letra de 'Candle in the Wind'. Momento foi assistido por milhões de pessoas em todo o mundo. Elton John cantou nova versão de 'Candle in the wind' no funeral da Princesa Diana, na abadia de Westminster, em Londres, em 6 de setembro de 1997 Paul Hackett/File Photo/Reuters O cantor e compositor britânico Elton John disse que estava tão receoso de errar a letra ao interpretar uma adaptação de "Candle In the Wind" no funeral da princesa Diana que pediu que instalassem um teleprompter junto ao piano. Elton, que era amigo de Diana, cantou a nova versão do sucesso usando palavras revisadas de autoria de Bernie Taupin, letrista e colaborador frequente. Sua apresentação, realizada na Abadia de Westminster de Londres depois que Diana morreu em um acidente de carro em Paris em 1997, foi um momento de destaque no serviço televisionado, assistido por centenas de milhões de pessoas em todo o mundo. A canção, que conta com a frase "Adeus, rosa da Inglaterra" em vez da original "Adeus, Norma Jean", se tornou o single que vendeu mais rápido no Reino Unido. "Foi a primeira vez em que usei um teleprompter, um teleprompter do lado da minha mão esquerda, porque pensei que se cantasse 'Adeus, Norma Jean' seria enforcado, arrastado e esquartejado", disse Elton a uma plateia londrina na noite de terça-feira (19). "Então, só por precaução, pedi o teleprompter ali." O artista de 72 anos falou na Academia Real de Música, onde estudou, durante um evento que marcou a publicação de sua autobiografia "Me: Elton John". "Ele (Bernie) sempre me dá uma letra", explicou. "Vou a uma sala, coloco a letra no piano, olho o título. E quando começo a ler a canção, um filminho começa na minha cabeça, um pouco como compor uma trilha sonora quando você recebe a parte visual."
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20/11 - The Who é primeiro homenageado da Calçada da Fama da Música inaugurada em Londres
Pete Townshend e Roger Daltrey compareceram ao evento nesta terça no distrito de Camden. The Who foi a primeira banda homenageada na Calçada da Fama da Música em Londres, e Pete Townshend e Roger Daltrey participaram do evento nesta terça (19) Marissa Davison/Reuters Os integrantes da banda de rock britânica The Who se tornaram os primeiros artistas a receberem uma placa na Calçada da Fama da Música em Londres nesta terça-feira (19), dia da inauguração da nova atração cultural que ecoa as calçadas estreladas do Hollywood Boulevard norte-americano. Após a apresentação da pedra inaugural da Calçada, os dois membros sobreviventes do The Who, Roger Daltrey e Pete Townshend, posaram junto à placa, que mostra um gravador de música, no movimentado distrito londrino de Camden. A Calçada da Fama da Música homenageará artistas e outros integrantes da indústria em uma série de inaugurações entre as casas de espetáculos Roundhouse e Koko, situadas no distrito do norte da capital inglesa que é popular entre músicos. "Camden sempre foi vital para o cenário musical vibrante de Londres e é, como todos sabemos, um polo conhecido mundialmente pelas artes", disse o The Who em um comunicado. "Sendo londrinos, é muito surreal sermos imortalizados na rocha em Camden High Street, e não é pouca coisa saber que as pessoas podem aparecer e nos ver a qualquer hora, ainda que virtualmente." Até 20 placas serão inauguradas a cada ano, disseram os organizadores, e os homenageados, escolhidos por uma comissão, entrarão em diversas categorias: ícone, inovador, inspiração, indústria, herói anônimo e artista do ano. Um aplicativo permitirá que os visitantes saibam mais a respeito da história da indústria musical.
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20/11 - Anitta pode levar adversários a nocaute com 'surra de bumbum' do funk 'Combatchy'
Música gravada pela artista com Lexa, Luisa Sonza e MC Rebecca é a segunda amostra do projeto 'Brasileirinha'. Anitta está novamente no ringue. E, em Combatchy, mostra munição para levar os adversários a nocaute. Combatchy – funk de batida acelerada cuja gravação reúne a artista carioca com Lexa, Luisa Sonza e MC Rebecca – é a segunda amostra de Brasileirinha, projeto de Anitta que prevê série de lançamentos de músicas compostas e cantadas em português. Composição inédita de autoria de André Vieira, Romeu R3, Wallace Vianna e Breder, Combatchy contagia e sinaliza que a "surra de bumbum" alardeada e repetida na letra da música – lançada em single e clipe (filmado sob direção de Nixon Freire) disponibilizados nesta quarta-feira, 20 de novembro – pode pôr na lona rivais no segmento pop funk do mercado. Wallace Vianna é o produtor musical dessa gravação que deverá render a Anitta um hit tão redondo como Bola rebola (Laudz, Zegon, MC Zaac, Anitta, Hailey Collier, JVZEL e J Balvin, 2019), lançado em fevereiro, já que as outras investidas da artista em 2019 bateram na trave. Onda diferente, música lançada por Anitta em abril no álbum Kisses (2019) em gravação com Ludmilla e Snoop Dogg, fez sucesso além do previsto, mas uma briga pública de Anitta com Ludmilla por conta dos créditos da composição praticamente anulou o gol feito por Anitta ao investir nessa música que a diretoria da gravadora Warner Music havia desprezado quando Onda diferente foi apresentada à companhia fonográfica por Ludmilla, a real autora da composição. Capa do single 'Combatchy', de Anitta, Lexa, Luisa Sonza e MC Rebecca Divulgação Parceria de Anitta com integrantes do coletivo de produtores e compositores Hitmakers, o funk Combatchy surge em onda nada diferente do atual padrão do pop funk e parece ter o mesmo efeito viral de Some que ele vem atrás (Murillo Huff, Rafael Augusto, Ricardo Vismarck e Ronael, 2019), música gravada por Anitta com Marília Mendonça e escolhida para iniciar o projeto Brasileirinha em outubro. Só que, naquela sofrência pop sertaneja forrozeira, a presença de Anitta acabou ofuscada por Marília. Em Combatchy, a funkeira domina o ringue, dentro do universo que conhece tão bem. Eis a letra de Combatchy : Combatchy (André Vieira, Romeu R3, Wallace Vianna e Breder) Agora vai começar o combate Quica, quica, bate, bate Hoje vai rolar um fight de bumbum Aqui não vai ter empate O bagulho é de verdade Meu popô vai dar nocaute em qualquer um Ô bota a cara pra tu ver O que vai acontecer Eu vou te dar preju Vai tomar surra de bumbum Turudum Turudum Turudum Turudum Turudum Turudum Turudum Turudum Turudum Turudum Turudum Turudum Turudum Turudum Turudum Turudum (2x) Round 1, bota pra tremer, tremer, tremer Round 2, bota pra descer Round 3, joga, joga, joga o popotão Finaliza quando vai no chão, vai no chão
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20/11 - Grammy 2020 divulga indicados; veja lista e ouça as músicas
Billie Eilish, Lizzo e Lil Nas X estão entre os artistas indicados. Cerimônia de premiação acontece no dia 26 de janeiro. Billie Eilish, Lizzo e Lil Nas X estão entre os indicados ao Grammy 2020 Divulgação/EvanAgostini/AP As indicações ao Grammy 2020 foram dominadas por jovens artistas. Na lista divulgada nesta quarta-feira (20), Lizzo, Billie Eilish e Lil Nas X estão no top 3 de mais indicados. É a primeira vez que os três artistas concorrem ao prêmio, inclusive estão indicados na categoria "Revelação". Lizzo foi indicada em oito categorias, entre elas "Melhor Álbum", "Música do Ano" e "Gravação do Ano'". Como Lizzo foi de flautista clássica a furacão do pop americano e emplacou 'Truth hurts' Na sequência, Billie Eilish, que é a primeira artista nascida nos anos 2000 a liderar a parada de músicas dos Estados, e Lil Nas X, de "Old Town Road", aparecem indicados em seis categorias. Veja lista abaixo. O trabalho de Beyoncé na trilha sonora do filme "Rei Leão" rendeu duas indicações para a americana: "Melhor performance solo" por "Spirit" e em "Álbum de música pop", por "The Lion King: The Gift". A 62ª edição do prêmio acontecerá no dia 26 de janeiro nos Estados Unidos, com apresentação da cantora Alicia Keys. Principais indicados do Grammy 2020 Música do ano "Always Remember Us This Way" (gravada por Lady Gaga) "Bad Guy" (gravada por Billie EIiish) "Bring My Flowers Now" (gravada por Tanya Tucker) "Hard Place" (gravada por H.E.R) "Lover" (gravada por Taylor Swift) "Norman F***ing Rockwell" (gravada por Lana Del Rey) "Someone You Loved" (gravada por Lewis Capaldi) "Truth Hurts" (gravada por Lizzo) Gravação do ano "Hey, Ma" - Bon Iver "Bad Guy" - Billie EIiish "7 Rings" - Ariana Grande "Hard Place" - H.E.R "Old Town Road" - Lil Nas X ft.Ray Cyrus "Talk" - Khalid "Truth Hurts" - Lizzo "Sunflower" - Post Malone & Swae Lee Álbum do ano "I, I" - Boniver "Norman F***ing Rockwell" - Lana Del Rey "When We all Fall Asleep, Where Do We Go" - Billie Eilish "Thank U, Next" - Ariana Grande "I Used to Know Her" - H.E.R "7" - Lil Nas X "Cuz I Love You)" - Lizzo "Father on the Bride" - Vampire Weekend Revelação Black Pumas Billie Eilish Lil Nas X Lizzo Maggie Rogers Rosalía Tank and the Bankas Yola Melhor performance de pop solo "Spirit" - Beyoncé "Bad Guy" - Billie Eilish "7 Rings" - Ariana Grande "Truth Hurts" - Lizzo "You Need to Calm Down" - Taylor Swift Melhor performance de duo/grupo pop "Boyfriend" - Ariana Grande & Social House "Sucker" - Jonas Brothers "Old Town Road" - Lil Nas X featuring Billy Ray Cyrus "Sunflower" - Post Malone & Swae Lee "Señorita" - Shawn Mendes & Camila Cabello Melhor álbum pop "The Lion King: The Gift" - Beyoncé "When We all Fall Asleep, Where Do We Go" - Billie Eilish "Thank U, Next" - Ariana Grande "No. 6 Collaborations Project" - Ed Sheeran "Lover" - Taylor Swift Melhor clipe "We've Got to Try" - The Chemical Brothers "This Land" - Gary Clark Jr. "Cellophane" - FKA Twigs "Old Town Road (Official Movie) - Lil Nas X & Billy Ray Cyrus "Glad He's Gone" - Tove Lo Melhor álbum pop com vocal tradicional "Sì" - Andrea Bocelli "Love (Deluxe Edition) - Michael Bublé "Look Now" - Elvis Costello & The Imposters "A Legendary Christmas" - John Legend "Walls" - Barbra Streisand Melhor álbum de pop latino "Vida" - Luis Fonsi "11:11" - Maluma "Montaner" - Ricardo Montaner "#Eldisco" - Alejandro Sanz "Fantasia" - Sebastian Yatra Melhor performance de rap "Middle Child" - J. Cole "Suge" - DaBaby "Down Bad" - Dreamville ft. J.I.D, Bas, J. Cole, EARTHGANG & Young Nudy "Racks in the Middle" - Nipsey Hussle ft. Roddy Ricch & Hit-Boy "Clout" - Offset Featuring Cardi B Melhor colaboração de rap "Higher" - DJ Khaled ft. Nipsey Hussle & John Legend "Drip Too Hard" - Lil Baby & Gunna "Panini" - Lil Nas X "Ballin" - Mustard Featuring Roddy Ricch "The London" - Young Thug ft. J. Cole & Travis Scott Melhor álbum rap "Revenge of the Dreamers III" - Dreamville "Championships" - Meek Mill "I am > I was" - 21 Savage "Igor" - Tyler, The Creator "The Lost Boy" - YBN Cordae Melhor performance de R&B "Love Again" - Daniel Caesar & Brandy "Could've Been" - H.E.R featuring Bryson Tiller "Exactly How I Feel" - Lizzo featuring Gucci Mane "Roll Some Mo" - Lucky Daye "Come Home" - Anderson .Paak Featuring André 3000 Melhor performance de R&B tradicional "Time Today" - BJ The Chicago Kid "Steady Love" - India.Arie "Jerome" - Lizzo "Real Games" - Lucky Daye "Built for Love" - PJ Morton Featuring Jazmine Sullivan Melhor música de R&B "Could've Been" - H.E.R ft. Bryson Tiller "Look At Me Now" - Emily King "No Guidance" - Chris Brown ft. Drake "Roll Some Mo" - Lucky Daye "Say So" - PJ Morton ft. JoJo Melhor performance de rock "Pretty Waste" - Bones UK "This Land" - Gary Clark Jr. "History Repeats" - Brittany Howard "Woman" - Karen O & Danger Mouse "Too Bad" - Rival Sons Melhor performance de metal "Astorolus - The Great Octopus" - Candlemass Featuring Tony Iommi "Humanicide" - Death Angel "Bow Down" - I Prevail "Unleashed" - Killswitch Engage "7empest" - Tool LISTA COMPLETA das 84 categorias no site do Grammy
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20/11 - Paula Santoro grava com João Bosco música lançada pelo artista há 30 anos
Expressiva cantora mineira que entrou profissionalmente em cena nos anos 1980, como integrante do grupo vocal Nós & Voz, Paula Santoro se encontrou esta semana com o conterrâneo João Bosco em estúdio da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Bosco pôs voz na gravação de Sassaô, uma das músicas menos ouvidas do cancioneiro do compositor, lançada há 30 anos pelo autor no álbum Bosco (1989) e até então regravada somente pela cantora Maria Alcina no álbum Bucaneira (1992). Paula gravou Sassaô para o álbum que a cantora lançará em 2020 com produção musical e arranjos do pianista Rafael Vernet. Além da voz de Bosco e do piano de Vernet, o registro fonográfico de Sassaô foi feito com o toque do contrabaixo de Guto Wirtti e com as precisas batidas das percussões de Armando Marçal e Marcelo Costa. A gravação foi filmada por Daniel Lobo e João Penoni – autor da foto que eterniza o encontro de Paula com Bosco no estúdio – para viabilizar a edição de clipe com imagens do registro fonográfico.
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20/11 - Martins, voz emergente do Recife, reúne 11 músicas autorais no primeiro álbum solo
Vinte e cinco anos após a erupção nacional do movimento musical rotulado como Mangue Beat, a cidade do Recife (PE) vive momento de efervescência sonora que, se não dá para apontar um outro movimento, ao menos sinaliza movimentação na cena musical pernambucana. Cantor e compositor, Martins faz parte dessa cena e de uma geração jovem que luta para despontar no Brasil. Integrante do grupo de rock Marsa e da banda Forró na Caixa, Martins dá passo decisivo nessa rota com o lançamento do primeiro álbum solo do artista, programado para 29 de novembro. Intitulado Martins, o disco sai pela gravadora Deck em edição digital e no formato de CD. Produzido por Juliano Holanda, o álbum solo de Martins contabiliza 11 músicas no repertório inteiramente autoral. Esse inédito repertório inclui parcerias de Martins com Ju Valença, Paulo Neto e PC Silva, além de Juliano Holanda, compositor que vem ascendendo nos últimos anos.
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20/11 - Kristen Bell e Idina Menzel ganham estrelas na Calçada da Fama de Hollywood
Protagonistas de 'Frozen 2' participaram de evento de inauguração nesta terça, em Los Angeles. Filme estreia na sexta nos Estados Unidos. Kristen Bell e Idina Menzel receberam estrelas na calçada da fama em Hollywood nesta terça (19) Jerod Harris/Getty Images North America/AFP A atriz Kristen Bell foi homenageada nesta terça-feira (19) com uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood, e brincou que um assaltante em breve exigiria a bolsa de uma mulher no mesmo local com as palavras "Let it go!" , uma referência à trilha sonora do filme "Frozen", no qual ela participou. Bell chegou à fama no programa de TV para adolescentes "Veronica Mars" e é a protagonista de "The Good Place", da NBC. A atriz e cantora Idina Menzel, que se destacou por papéis em musicais da Broadway como "Rent" e "Wicked" e ficou mundialmente conhecida por ser a voz de Elsa, em ""Frozen - Uma Aventura Congelante" (2013), também ganhou uma estrela na famosa rua de Los Angeles. A homenagem acontece na semana em que "Frozen 2", filme protagonizado pelas atrizes, estreia nos Estados Unidos. Bell e Menzel continuam como as vozes originais das irmãs Anna e Elsa no novo filme. A animação estreia nos Estados Unidos na sexta-feira (22), mas só chega ao Brasil em 2 de janeiro. Idina Menzel e Kristen Bell posam com suas estrelas na Calçada da Fama em Hollywood, Los Angeles Jerod Harris/Getty Images North America/AFP "Estou muito grata por aceitar esta homenagem hoje nessas ruas sagradas onde 'Uma Linda Mulher' vendeu seu corpo por dinheiro - é realmente um sonho", brincou Bell. 'Frozen 2' troca neve por floresta, tem Elsa madura e nova 'Let it go'; G1 antecipa novidades Animação ganha nova trilha sonora; escute 'Into the Unknown' A cerimônia foi realizada no extremo leste da Calçada da Fama, no Hollywood Boulevard, e contou com a presença do prefeito de Los Angeles, Eric Garcetti, e do copresidente do Walt Disney Studios Alan Horn. "Por mais maravilhoso que seja esse reconhecimento no momento, sei que é apenas temporário", disse Bell. "Essa estrela realmente só saberá seu verdadeiro valor quando, inevitavelmente, alguém for assaltado naquele mesmo local e, enquanto agarra a própria bolsa, o assaltante grita: "Solte!" ("Let it go!", em inglês, que é também o nome da canção mais famosa do filme Frozen). "E a vítima vai olhar para cima e dizer: 'Essa nem é a música dela!'". A canção vencedora do Oscar "Let It Go", do primeiro filme "Frozen", foi cantada por Menzel. Bell também prestou homenagem à Menzel, que tem um papel ampliado na sequência. "Não vou dizer que é melhor que a primeira, porque todas as músicas são boas", disse à AFP. "Mas vou lhe dizer que eles fizeram a coisa mais inteligente com o segundo filme porque decidiram, com razão, dobrar a aposta em Idina". "'Let It Go' foi um sucesso, e os gênios da Disney ficaram tipo: 'E se nós déssemos duas músicas para ela? Isso não seria duas vezes melhor?' E adivinhe - isso é", acrescentou Bell.
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20/11 - Márcio Gomes grava show em que celebra '100 anos de boemia' de Nelson Gonçalves
Feito com participações dos cantores Moacyr Franco e Maria Alcina, o registro audiovisual do espetáculo gera álbum ao vivo e DVD em 2020. Além de biografia e musical de teatro, o centenário de nascimento do cantor Nelson Gonçalves (21 de junho de 1919 – 18 de abril de 1998) gerou show feito por Márcio Gomes ao longo deste ano de 2019. Intérprete carioca de grandiloquente estilo vocal, evocativo dos cantores da era do rádio, Gomes perpetua o show Nelson Gonçalves – 100 anos de boemia em 2020. O cantor gravou o show ao vivo na última sexta-feira, 15 de novembro, em apresentação feita no Teatro UMC, na cidade de São Paulo (SP), com a orquestra SP Pops Symphonic Band. Na gravação do show, prevista para gerar álbum ao vivo e DVD em 2020, Gomes recebeu os cantores Moacyr Franco e Maria Alcina para participações especiais. Moacyr dividiu com Márcio a interpretação do tango Carlos Gardel (Herivelto Martins e David Nasser), lançado por Nelson Gonçalves em disco de 1954. Já Alcina entrou em cena para reavivar a graça de Nega manhosa (Herivelto Martins), samba pouco associado a Nelson na memória popular, mas também lançado pelo cantor, em disco de 1957. Márcio Gomes com Maria Alcina na gravação do show 'Nelson Gonçalves – 100 anos de boemia' Carol Siqueira / Reprodução do facebook Márcio Gomes Márcio Gomes envolveu sucessos de Nelson Gonçalves na moldura sinfônica dos arranjos de Ederlei Lirussi, maestro da orquestra SP Pops. Idealizado pelo produtor Thiago Marques Luiz, o show Nelson Gonçalves – 100 anos de boemia tem roteiro estruturado com ênfase em estilos de música recorrentes no repertório do cantor gaúcho que alcançou fama nacional a partir do alvorecer da década de 1940. Entre os gêneros que pautam o roteiro seguido por Márcio Gomes, há o samba-canção, o fox, o tango e as canções de tom seresteiro. Calcado em sucessos, esse roteiro abarca músicas como Renúncia (Roberto Martins e Mário Rossi, 1942), Dos meus braços tu não sairás (Roberto Roberti, 1944), A volta do boêmio (Adelino Moreira, 1957) e Fica comigo esta noite (Adelino Moreira e Nelson Gonçalves, 1961), todas eternizadas na voz viril de Nelson Gonçalves, intérprete que cantou o amor sob o prisma do macho latino.
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20/11 - 'A vida invisível': diretor explica por que baniu conversas e fez elenco aprender a bordar no set
Karim Aïnouz, diretor do filme que tenta vaga do Brasil no Oscar, fala sobre métodos de bastidores durante filmagem de drama elogiado que estreia nesta quinta-feira (21); veja VÍDEO. Karim Aïnouz e elenco falam sobre 'A vida invisível' "Prendadinha", escreveu a atriz Maria Manoella, a Zélia do filme "A vida invisível", ao mostrar sua nova obra no Instagram. Não era o filme ainda, que era finalizado no fim de 2018. A foto era de um complexo bordado de caveiras se beijando. Em outra foto de bordado da atriz, de uma caveira com um coração na mão, seu colega Gregório Duvivier, que interpreta Antenor, comentou: "Uau, você tá muito craque. Quero um pra mim". Nada disso está no filme, mas também não aconteceria sem ele. Nos bastidores do longa que tenta uma vaga para o Brasil no Oscar, uma rotina de concentração total foi imposta pelo diretor Karim Aïnouz. WhatsApp nem pensar. Conversa só era permitida com o diretor no ponto. O elenco e a equipe técnica não podiam nem comer juntos. VEJA VÍDEO ACIMA. "A Vida Invisível" mostra os conflitos e dificuldades enfrentadas por duas irmãs num ambiente patriarcal Divulgação No silêncio, o que dava para fazer entre as cenas? "A gente aprendeu a bordar", conta Julia Stockler, que viveu Guida Gusmão "Ele queria que a gente ficasse no set bordando, em ação de concentração." "Acho um ato tão delicado. Eu me lembrava muito do Leonilson", diz Karim, fã do falecido artista conterrâneo do Ceará, cujas obras incluíam bordados. "Parece que são medidas meio arbitrárias e autoritárias, mas não. É por um amor incondicional que tenho pelo trabalho do ator", ele justifica. Initial plugin text "Para atuar tem que ter uma concentração que não é pequena. Você pede para alguém chorar numa cena no mínimo 12 vezes. São três vezes com quatro posições de cena (...) De um tempo para cá tenho umas regras para proteger o ator", diz Karim. Entre as poucas atividades permitidas no set estava ler revistas dos anos 1950, época em que se passa o drama. A trama de desencontros de duas irmãs cariocas foi baseada no romance de Martha Batalha "A vida invisível de Eurídice Gusmão". A história é de isolamento feminino. As regras no set eram especialmente rigorosas para a personagem da irmã de Eurídice, Guida. "Ninguém podia falar comigo. É muito solitário", descreve Julia Stockler. Fernanda Montenegro em cena do filme 'A vida invisível', do diretor Karim Aïnouz Divulgação/Bruno Machado Nesse cenário, notificações de celular seriam coisa de filme de terror. "O último filme que fiz não tinha WhatApp", diz o diretor. "Eu acho que é muito importante mantê-los concentrados, protegido", ele completa. "O ator está num estado de vulnerabilidade muito grande." Saiba mais: Brasil no Oscar? Diretor de 'A vida invisível' sai em 'campanha política' por indicação Parece difícil, mas deu bons resultados. O filme e as atuações intensas foram muito elogiados. Vide o prêmio Um Certo Olhar em Cannes e as ótimas notas de grandes revistas especializadas como "The Hollywood Reporter" e a "Variety". E, agora, a chance no Oscar. Mas não é só isso. Maria Manoella ganhou um segundo ofício. "Eu fiz bordados incríveis, lembra?", ela diz para Gregório "Outro dia até me inscrevi num curso, fiz dois dias. O Karim é o responsável por essa relação". Initial plugin text
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19/11 - Banda 14 Bis faz 40 anos e ganha songbook em coleção dedicada aos artistas mineiros
No fim de 1979, quando o 14 Bis surgiu em Belo Horizonte (MG), o grupo simbolizou – ao lado da contemporânea banda carioca A Cor do Som – uma possibilidade de se fazer música pop no Brasil em época ainda dominada pela MPB e pelo samba. O 14 Bis não fazia rock, a rigor, mas tampouco podia ser caracterizado como um grupo de MPB, embora bebesse naturalmente da fonte do Clube da Esquina, até pela proximidade geográfica e fraterna com alguns arquitetos do movimento pop das Geraes. "O 14 Bis é camaleônico, caleidoscópico, multifacetado e polivalente, sempre regido por um grande bom gosto e um sentido de espetáculo que tantas vezes inovou no cenário da música brasileira", avaliza Márcio Borges, compositor do Clube da Esquina, em texto escrito para o Songbook 14 Bis, livro que reúne partituras e letras de músicas do repertório da banda. Capa do 'Songbook 14 Bis' Divulgação O Songbook 14 Bis está sendo lançado neste mês de novembro de 2019 para festejar os 40 anos de vida da banda que projetou Flávio Venturini e que é formada atualmente pelo irmão deste cantor e compositor mineiro, Cláudio Venturini (voz e guitarra), com Sérgio Magrão (voz e baixo), Hely Rodrigues (voz e bateria) e Vermelho (voz e teclados). Já à venda, o Songbook 14 Bis é o sétimo título de série de livros do gênero focada nas obras de cantores e grupos de Minas Gerais. Iniciada em 2013 com o Songbook Beto Guedes, a coleção já tem livros dedicados aos cancioneiros de artistas como Flávio Venturini e Milton Nascimento. No caso da banda, cabe lembrar que já existe um songbook intitulado O melhor do 14 Bis e editado em 1999, quando o grupo contabilizava 20 anos de vida.
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19/11 - Ivete Sangalo lança single com Silva em dezembro
Cantora prevê edição de outras músicas inéditas na temporada pré-carnavalesca. Anunciado em maio, o single de Ivete Sangalo com Silva tem lançamento previsto para dezembro. É uma música inédita, composta e gravada pelos dois artistas. O single em dupla com Silva é somente uma das próximas colaborações da cantora baiana. Sete meses após o lançamento do álbum ao vivo Live experience (2019), apresentado em abril, Ivete programa a edição de série de músicas inéditas que serão reveladas na temporada pré-carnavalesca que antecede a estação musical mais quente da Bahia.
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19/11 - Game Awards 2019: 'Death Stranding' e 'Control' lideram indicações; veja lista
Novo jogo de Hideo Kojima está em nove categorias, seguido pelo lançamento da Remedy, com oito. Premiação acontece dia 12 de dezembro. 'Death Stranding' Divulgação / Sony "Death Strading" e "Control" lideram as indicações à premiação Game Awards 2018. A lista completa foi divulgada nesta terça-feira (19). Este ano, o evento acontece no dia 12 de dezembro, em Los Angeles, nos Estados Unidos. A premiação começa às 22h30, horário de Brasília, e será transmitida pela internet em canais de streaming como YouTube e Twitch. O game de Hideo Kojima fica isolado dos demais, com nove indicações, incluindo jogo do ano e melhor direção. Na categoria principal, ele concorre com "Control", que recebeu oito indicações, e "Sekiro: Shadows die twice", presente em cinco categorias. Jogadores podem votar em seus favoritos em diversas plataformas, como Twitter, Facebook Messenger e Discord, além do site da premiação. Em 2018, o vencedor do jogo do ano foi "God of War". Veja lista completa com os indicados abaixo: Game do ano "Control" "Death Stranding" "Super Smash Bros. Ultimate" "Resident Evil 2" "Sekiro: Shadows Die Twice" "The Outer Worlds" Melhor game ainda em atualização "Apex Legends" "Destiny 2" "Final Fantasy XIV" "Fortnite" "Tom Clancy's Rainbow Six Siege" Melhor direção "Control" "Death Stranding" "Resident Evil 2" "Sekiro: Shadows Die Twice" "Outer Wilds" Melhor narrativa "A Plague Tale: Innocence" "Control" "Death Stranding" "Disco Elysium" "The Outer Worlds" Melhor direção de arte "Control" "Death Stranding" "Gris" "Sayonara Wild Hearts" "Sekiro: Shadows Die Twice" "The Legend of Zelda: Link's Awakening" Melhor trilha sonora/música "Cadence of Hyrule" "Death Stranding" "Devil May Cry 5" "Kingdom Hearts III" "Sayonara Wild Hearts" Melhor design de áudio "Call of Duty: Modern Warfare" "Control" "Death Stranding" "Gears 5" "Resident Evil 2" "Sekiro: Shadows Die Twice" Melhor atuação Ashly Burch como Parvati Holcomb, "The Outer Worlds" Courtney Hope como Jesse Faden, "Control" Laura Bailey como Kait Diaz, "Gears 5" Mads Mikkelsen como Cliff, "Death Stranding" Matthew Porretta como Dr. Casper Darling, "Control" Norman Reedus como Sam Porter Bridges, "Death Stranding" Melhor jogo independente "Baba Is You" "Disco Elysium" "Katana ZERO" "Outer Wilds" "Untitled Goose Game" Melhor jogo para dispositivos móveis "Call of Duty: Mobile" "GRINDSTONE" "Sayonara Wild Hearts" "Sky: Children of Light" "What the Golf?" Melhor apoio à comunidade "Apex Legends" "Destiny 2" "Final Fantasy XIV" "Fortnite" "Tom Clancy's Rainbow Six Siege" Melhor jogo de realidade virtual/realidade aumentada "Asgard's Wrath" "Blood & Truth" "Beat Saber" "No Man's Sky" "Trover Saves the Universe" Melhor jogo de ação "Apex Legends" "Astral Chain" "Call of Duty: Modern Warfare" "Devil May Cry 5" "Gears 5" "Metro Exodus" Melhor jogo de ação/aventura "Borderlands 3" "Control" "Death Stranding" "Resident Evil 2" "The Legend of Zelda: Link's Awakening" "Sekiro: Shadows Die Twice" Melhor jogo de RPG "Disco Elysium" "Final Fantasy XIV" "Kingdom Hearts III" "Monster Hunter World: Iceborne" "The Outer Worlds" Melhor jogo de luta "Dead or Alive 6" "Jump Force" "Mortal Kombat 11" "Samurai Showdown" "Super Smash Bros. Ultimate" Melhor jogo para família "Luigi's Mansion 3" "Ring Fit Adventure" "Super Mario Maker 2" "Super Smash Bros. Ultimate" "Yoshi's Crafted World" Melhor jogo de estratégia "Age of Wonders: Planetfall" "Anno 1800" "Fire Emblem: Three Houses" "Total War: Three Kingdoms" "Tropico 6" "Wargroove" Melhor jogo de esporte/corrida "Crash Team Racing Nitro-Fueled" "DiRT Rally 2.0" "eFootball Pro Evolution Soccer 2020" "F1 2019" "FIFA 20" Melhor jogo multiplayer "Apex Legends" "Borderlands 3" "Call of Duty: Modern Warfare" "Tetris 99" "Tom Clancy's The Division 2" Melhor jogo indie de estreia "Disco Elysium" "Gris" "My Friend Pedro" "Outer Wilds" "Slay the Spire" "Untitled Goose Game" Melhor jogo de e-sports "Counter-Strike: Global Offensive" "DOTA2" "Fortnite" "League of Legends" "Overwatch" Melhor jogador de e-sports Kyle "Bugha" Giersdorf (Immortals, "Fortnite") Lee "Faker" Sang-hyeok (SK Telecom, "League of Legends") Luka "Perkz" Perkovic (G2 Esports, "League of Legends") Oleksandr "S1mple" Kostyliev (Natus Vincere, "CS:GO") Jay "Sinatraa" Won (SF Shock, "Overwatch") Melhor time de e-sports Astralis ("CS:GO") G2 Esports ("LOL") OG ("DOTA 2") San Francisco Shock ("Overwatch") Team Liquid ("CS:GO") Melhor treinador de e-sports Eric ‘adreN’ Hoag (Team Liquid, "CS:GO") Nu-ri ‘Cain’ Jang (Team Liquid, "LOL") Fabian ‘GrabbZ’ Lohmann (G2 Esports, "LOL") Kim ‘Kkoma’ Jeong-gyun (SK Telecom T1, "LOL") Titouan ‘Sockshka’ Merloz (OG, "DOTA 2") Danny ‘Zonic’ Sørensen (Astralis, "CS:GO") Melhor evento de e-sports 2019 Overwatch League Grand Finals EVO 2019 Fortnite World Cup IEM Katowice 2019 League of Legends World Championship 2019 The International 2019 Melhor anfitrião de e-sports Eefje "Sjokz" Depoortere Alex "Machine" Richardson Paul "Redeye" Chaloner Alex "Goldenboy" Mendez Duan "Candice" Yu-Shuang Games for Impact "Concrete Genie" "Gris" "Kind Words" "Life is Strange 2" "Sea of Solitude" Criador de conteúdo do ano Jack "Courage" Dunlop Benjamin "Dr. Lupo" Lupo Soleil "Ewok" Wheeler David "Grefg" Martínez Michael "Shroud" Grzesiek
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19/11 - Elenco e diretor de 'Star Wars: A Ascensão Skywalker' confirmam participação na CCXP 2019
J.J. Abrams e produtora Kathleen Kennedy se unem aos atores Daisy Ridley, John Boyega e Oscar Isaac em evento no dia 7 de dezembro. Elenco e diretor de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker confirmam participação na CCXP 2019 Divulgação O elenco de "Star Wars: A Ascensão Skywalker" está confirmado na Comic Con Experience (CCXP) 2019. O diretor J.J. Abrams e a produtora Kathleen Kennedy se unem aos atores Daisy Ridley, John Boyega e Oscar Isaac para um painel especial sobre o novo filme da saga. O evento de cultura pop acontece dos dias 5 a 8 de dezembro, em São Paulo. E o painel dedicado ao "Star Wars: A Ascensão Skywalker" acontece em 7 de dezembro. O último longa das aventuras intergalácticas da trilogia Skywalker tem estreia prevista no Brasil para 19 de dezembro. Trailer final de 'Star Wars: A Ascensão Skywalker' CCXP 2019 Outras estrelas já confirmaram presença na CCXP 2019. Ruth Wilson, Dafne Keen e Clarke Peters, do elenco da série "His Dark Materials", já anunciaram a vinda. As atrizes Gal Gadot, que interpreta a Mulher-Maravilha, e Margot Robbie, que interpreta a Arlequina, também estão confirmadas para o evento, assim como o elenco de "La casa de papel" e do ator Ryan Reynolds ("Deadpool"). O evento está com todos os ingressos esgotados.
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19/11 - Maroon 5 anuncia shows no Brasil em março de 2020 com abertura da banda Melim
Banda americana vai passar por São Paulo, Brasília, Recife e Rio de Janeiro. Venda de ingresso começa na quinta (28) para público geral. Adam Levine toca no show do Maroon 5, que substituiu Lady Gaga no primeiro dia do Rock in Rio 2017 Marcos Serra Lima/G1 Maroon 5 fará quatro shows no Brasil em março de 2020. O anúncio das novas datas na turnê na América Latina foi feito nesta terça-feira (19). A banda americana passará por São Paulo, Brasília, Recife e Rio de Janeiro entre os dias 01 e 07 de março. Veja mais informações abaixo. A abertura dos shows ficará com a banda carioca Melim, formada pelos irmãos Gabriela, Rodrigo e Diogo. Os ingressos começam a ser vendidos para o público geral na quinta (28), pelo site Eventim. Os irmãos Gabriela, Rodrigo e Diogo formam o trio carioca Melim Marcos Serra Lima/G1 Além do Brasil, os americanos também vão passar pelo México, Chile, Uruguai, Argentina e Colômbia em 2020. A última vez que Adam Levine esteve no Brasil foi no Rock in Rio de 2017, quando ele e os companheiros de banda substituíram Lady Gaga, que cancelou de última hora. Maroon 5 no Brasil São Paulo Quando: 1º de março (domingo) Onde: Allianz Parque — Av. Francisco Matarazzo, 1705 - Água Branca Ingressos: R$ 145 a R$ 680 no site da Eventim Brasília Quando: 3 de março (terça-feira) Onde: Estádio Mané Garrincha — SRPN - Asa Norte Ingressos: R$ 140 a R$ 660 no site da Eventim Recife Quando: 5 de março (quinta-feira) Onde: Esplanada do Classic Hall — Av. Agamenon Magalhães, S/N - Salgadinho Ingressos: R$ 175 a R$ 640 no site da Eventim Rio de Janeiro Quando: 7 de março (sábado) Onde: Área Externa da Jeunesse Arena —Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 - Barra da Tijuca Ingressos: R$ 190 a R$ 690 no site da Eventim
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19/11 - Pedro Luís dá grande e certeiro lance com a ebulição do álbum 'Macro'
Projeto abrange criações visuais feitas por Batman Zavareze a partir das 13 músicas inéditas do repertório autoral do disco. "A vida é um grande lance de dados", joga Bianca Ramoneda na poesia falada que encerra Dados / Lance, parceria de Ramoneda com Pedro Luís que sobressai no vigoroso repertório autoral do álbum Macro, lançado pelo cantor e compositor carioca no formato de LP e em edição digital. Macro está sendo vendido para a mídia como projeto visual concebido e assinado por Pedro Luís com Batman Zavareze. Isso porque o projeto abrange show-experiência – programado para quarta--feira, 20 de novembro, na cidade do Rio de Janeiro (RJ) – e vídeos caracterizados como "criações visuais" de Zavareze. Esses vídeos propõem um aumento da realidade vislumbrada nas 13 músicas compostas por Pedro Luís sozinho ou com parceiros como Yuri Queiroga, produtor musical do disco gravado sob a direção musical do próprio Pedro. Contudo, é na exposição dos áudios desse repertório inteiramente inédito que reside a grande importância de Macro. Até porque, por ora, somente estão disponíveis os vídeos das músicas Pregos na garganta (gravada por Pedro com Ney Matogrosso), Na contramão (canção composta por Pedro com Roberta Sá e letra de Vanessa da Mata, tendo sido apresentada com a devida delicadeza em registro feito com a adesão de Rubel) e Faz um Carnaval comigo (parceria de Pedro com Jade Beraldo, convidada da faixa), as três já previamente lançadas em singles. Pedro Luís e Batman Zavareze, idealizadores do álbum 'Macro' Elisa Mendes / Divulgação Em bom português, independente das contribuições visuais de Zavareze, Macro é sobretudo um álbum de músicas inéditas de Pedro Luís e somente por isso já soa relevante. Na cena alternativa carioca desde os anos 1980, Pedro Luís despontou na segunda metade da década de 1990 – a reboque do coletivo de percussão A Parede – e desde então foi se impondo como compositor hábil na tradução da efervescente miscigenação pop urbana da cidade do Rio de Janeiro (RJ). A safra inspirada de Macro reitera a conexão da obra do compositor com essa ebulição carioca, evocando o som pressuroso d'A Parede no baticum eletrônico de Vida de zaguá (Pedro Luís e Yuri Queiroga), no potente mix de funk, folk e rap que costura Tecer o mundo (Pedro Luís e Yuri Queiroga) e na fusão de samba, rock e funk que liga o Rio à Bahia na sintonia de TV caô, primeira parceria de Pedro com Russo Passapusso, voz da banda BaianaSystem. Capa do álbum 'Macro', assinado por Pedro Luís com Batman Zavareze Divulgação Há músicas relativamente mais brandas, caso da power balada Ainda vivo (Pedro Luís e Lucky Luciano), mas Macro é disco pautado pela fervura, presente tanto na evocação afro-brasileira do santo guerreiro que embala Ondas de Jorge – em cuja gravação a percussão parece simular o som de cavalaria – como na pegada indie-roqueira de Bem-vindos (Pedro Luís e Ivan Santos). Se Cores do fogo se insinua como vinheta de tons mais frios pela curta duração (de um minuto e 21 segundos) e Se eu merecer (Pedro Luís e Ivan Santos) evolui sem purismos no balanço do reggae, Sangue soa (Pedro Luís e Yuri Queiroga) jorra pressão na ebulição contemporânea que norteia o álbum Macro, grande disco que soa como lance certeiro de Pedro Luís no fragmentado mercado fonográfico da atualidade. (Cotação: * * * *)
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