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20/04 - Menino que viralizou tocando samba com latas e baldes grava música com Neguinho da Beija-Flor
Wendel Santtos é de Campos dos Goytacazes (RJ) e gravou a música 'Vem Menino' com o ídolo. Wendel e Neguinho gravaram a música 'Vai Menino' no Rio de Janeiro Divulgação/Marcelo Miranda "Um sonho que se torna realidade", esse é o relato de um adolescente de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, que teve a oportunidade de cantar e gravar uma música e um clipe com seu ídolo Neguinho da Beija-Flor. Wendel Santtos tem 14 anos e se destacou em um vídeo que viralizou nas redes sociais no carnaval de 2018 e apareceu no programa "Encontro com Fátima Bernardes". Junto com outros meninos da comunidade do Morrinho, ele aparecia nas imagens cantando e tocando samba usando baldes, latas e garrafas plásticas. Na época, o vídeo chamou atenção de Neguinho, que doou instrumentos para os meninos e participou do programa de TV com eles. Na última terça-feira (16), Wendel gravou com Neguinho a música chamada "Vai Menino", que faz referência aos sonhos e à fé de um garoto. O clipe da canção já está disponível na internet. Jovem campista grava música com Neguinho da Beija-Flor A gravação aconteceu em Marechal Hermes, no Rio de Janeiro. Neguinho se prontificou a ser padrinho do Wendel, que é apaixonado por samba e fã declarado do artista. "Eu estou muito feliz de ter realizado esse sonho com meu ídolo Neguinho da Beija-Flor, meu padrinho. Com a ajuda dele e de muitos outros eu consegui gravar essa música", contou o menino. Neguinho explicou que o tema da canção foi feito justamente para um jovem cantar. "A música é maravilhosa e atual. Quanto mais se tratando de um jovem cantando. O recado da canção foi dado", falou o cantor. O produtor Marcelo Miranda contou que a voz do Wendel "caiu como luva" na canção e a música foi enviada para Neguinho. "De cara, ele adorou a música e já faz parte até do repertório dele. O Neguinho disse que queria gravar com o Wendel e lá fomos nós", disse. Veja outras notícias da região no G1 Norte Fluminense. Canção foi gravada na última terça-feira (16) Divulgação/Marcelo Miranda
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20/04 - Zélia Duncan recicla canção de 2012 no álbum em que revive o clima pop folk de discos anteriores
Com lançamento reprogramado para 17 de maio, o 12º álbum de estúdio de Zélia Duncan,Tudo é um, traz no repertório essencialmente autoral uma música facilmente identificável pelos admiradores mais atentos da cantora e compositora fluminense. Eleita o segundo single do álbum Tudo é um, Breve canção de sonho é parceria da artista com Dimitri Rebello, o Dimitri BR, autor da envolvente melodia letrada por Zélia e gravada originalmente pela cantora há sete anos para a trilha sonora da novela Cheias de charme (TV Globo, 2012) e até então nunca incluída na discografia da artista. Lançada em bela gravação centrada no toque de violões, a canção de amor é reciclada por Zélia com wurlitzer e arp strings (a cargo de Leo Brandão), baixo (o de Kassin), bateria (a de Felipe Alves) e, claro, violões (os de Rodrigo Suricato e Christiaan Oyens, este também na guitarra). Sem alterar o resultado, a adição de instrumentos manteve o espírito folk e o tempo de delicadeza dessa canção pautada por romantismo onírico. Capa do single 'Breve canção de sonho', de Zélia Duncan Reprodução Anunciado oficialmente em 5 de abril pelo single O que eu mereço, música de Juliano de Holanda que se diferencia no repertório por ser a única do disco sem a assinatura de Zélia, o álbum Tudo é um retoma a conexão de artista com Christiaan Oyens e reconduz a cantora de volta ao clima pop folk de fases anteriores da carreira, sobretudo ao tom suave do álbum Pelo sabor do gesto (2009), lançado há dez anos pela artista. Compositor, instrumentista polivalente e produtor musical fundamental na consolidação da carreira da cantora há 25 anos com o álbum Zélia Duncan (1994), Oyens assina a canção Olhos perfeitos com a antiga parceira no álbum Tudo é um. O repertório inclui parcerias inéditas de Zélia Duncan com Chico César, Dani Black, Paulinho Moska e Zeca Baleiro. Aliás, Baleiro, Dani e Moska participam do disco nas respectivas composições. Editoria de Arte / G1
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20/04 - Cidade das Artes recebe o Rio2C, maior evento de criatividade e inovação da América Latina
Entre 23 e 28 de abril, executivos, players, cientistas, profissionais de audiovisual e artistas do Brasil e do exterior participam do Rio Criative Conference, sucessor do RioContentMarket. Cidade das Artes recebe pela segunda vez o Rio2C - Rio Creative Conference Divulgação/Rio2C Começa na terça-feira (23) a segunda edição do "Rio2C - Rio Criative Conference", maior evento de criatividade e inovação da América Latina. O sucessor do RioContentMarket receberá, até o dia 28, milhares de convidados entre executivos, players, cientistas, profissionais de mídia e artistas do Brasil e do exterior, na Cidade das Artes, na Barra de Tijuca, Zona Oeste do Rio. Veja a programação completa no site do Rio2C O evento se divide em três campos: mercado, conferência e festival – cada credencial tem acesso a determinadas áreas e dias (veja como comprar). Os dois primeiros voltados para empreendedores e profissionais da indústria criativa, e o terceiro oferecendo experiências, oficinas e painéis a estudantes, universitários e jovens recém-formados. No fim de semana, a programação dedicada ao público tem shows, lançamentos de filmes e séries, workshops, competições de eSports, realidade virtual e aumentada, e um festival de food truck. Atrações confirmadas: Heitor TP, guitarrista, compositor e arranjador, ganhador do Emmy e do Grammy, e autor de diversas trilhas sonoras de sucessos e ex-integrante da banda Simply Red; KondZilla, criador e proprietário do maior canal brasileiro do YouTube e o terceiro do mundo, com 22 bilhões de views e 45 milhões de inscritos; Morena Baccarin, atriz brasileira que fez filmes como “Deadpool” (1 e 2) e as séries “Gotham”, “Homeland” e “Firefly”, que falará no painel “A Arte da atuação”, ao lado do ator Cauã Reymond; João Mesquita, CEO da Globoplay Roberto Rios, Vice-Presidente Corporativo, Produções Originais da HBO Latin America; Betsy West, diretora e produtora vencedora de 21 Emmys de Jornalismo e nomeada este ano ao Oscar de melhor documentário com "RBG"; Charlie Brooker e Annabel Jones, da série "Black mirror"; Ted Sarandos, Chief Content Officer (CCO) da Netflix; Marcelo Gleiser, físico, astrônomo e escritor, primeiro latino-americano a vencer o Prêmio Templeton, um dos mais prestigiados do mundo. Morena Baccarin em cena de 'Deadpool 2': atriz está confirmada no Rio2C Divulgação Neurociência Entre as novidades do ano estão o BrainSpace, espaço voltado à neurociência e a relação com a criatividade, e a Casa das Marcas, área dedicada a discussões na área de conteúdo para marcas, além do lançamento do primeiro prêmio da indústria criativa. Outra novidade é o Rio2Night, um ponto de encontro em bares do Vogue Square para quem quiser estender o networking ou aproveitar a happy hour. Transportes vão sair da Cidade das Artes para a Vogue Square das 18h30 às 21h30. No Business Hall, espaço exclusivo profissionais do audiovisual, serão realizadas Rodadas de Negócio e o Pitching do Audiovisual. Mais de 420 players estão confirmados, dentre eles 34 empresas internacionais que estarão pela primeira vez no evento. Inovação Tendências em diversas áreas da inovação serão abordadas em 29 painéis com 104 participantes. Estão confirmadas palestras de: Ricardo Penzin, diretor de Desenvolvimento de Negócios da Hyperloop Transportation Technologies (HTT), empresa que está desenvolvendo um sistema de transporte de carga e passageiros de alta velocidade, em cápsulas dentro de tubos a vácuo; Maria Occarina, diretora de Marca e Criação da Memphis Meat, startup californiana que recebeu investimentos de Bill Gates, Richard Branson e Cargill para lançar em breve no mercado a carne produzida a partir de células animais; Yael Djemal, diretora de Produto da BrainQ, startup israelense que está desenvolvendo um software para tratar desordens neurológicas de forma inédita e não-invasiva. Diretor da Hyperloop, que desenvolve sistema de transporte de carga e passageiros de alta velocidade, em cápsulas dentro de tubos a vácuo, vai ao Rio2C Divulgação Homenagem a Elza Elza Soares, um dos maiores nomes da música brasileira, será homenageada no Rio2C 2019. Ela vai levar ao palco da Grande Sala sua trajetória histórias de luta, superação e de reinvenção em um bate-papo com Zeca Camargo, na quinta-feira (25), às 17h. Outros artistas como o produtor musical Moogie Canazio, os cantores Maria Rita, Alcione, Lenine e Jorge Aragão também participam da vertente musical do evento. Ludmila falará sobre a importância do funk como estilo musical, movimento social e faz uma retrospectiva do grande crescimento do estilo musical nos últimos anos. Elza Soares, que desfilou na Mocidade, será homenageada Rodrigo Gorosito/G1 Filmes e shows na Festivalia No fim de semana, uma série de atrações – a Festivalia – atraem o público com programação que inclui shows de música, experiência de realidade virtual, palestras, bate-papos, oficinas com profissionais da indústria criativa e encontros nos bastidores dos fãs com seus ídolos – os ingressos para a Festivalia custam R$ 100 (R$ 50 a meia). No Palco Eletroacústico, se apresentam Martins, Cai Sahra, Jonathan Feer, Gragoatá, Duda Brack e Gabz. No térreo, o Palco Música recebe Anderson Primo, Martte, Isabela Moraes, Rashid, Nanda Garcia, Jorge Airton, Simone Mazzer e UM44K. Grande Sala exibe 6 filmes: "Amazônia, o despertar da Florestania", de Christiane Torloni e Miguel Przewodowski; "Deslembro", de Flávia Castro; "Rindo à toa – Humor sem limites", de Claudio Manoel, Álvaro Campos e Alê Braga; "Simonal", de Leonardo Domingues; "Elogio da liberdade", estreia de Bianca Comparato como diretora; "RBG", documentário codirigido por Betsy West – que vai apresentar a sessão)– e Julie Lewis, nomeado ao Oscar de 2019 nas categorias Melhor Documentário e Melhor Canção Original. A Festivalia inclui ainda o XR Arcade, uma imersão no mundo da realidade virtual em que serão exibidos conteúdos produzidos pelos mais importantes estúdios do Brasil e do mundo. O espaço ainda traz experiências do RoboCup, como o futebol de robôs. O Espaço das Empresas Globo traz bate-papo com grandes profissionais do grupo: Marcos Caruso fala sobre a arte de atuar; os artistas da Som Livre, Ana Vilela e Filipe Het fazem um pocket show; e também participam as jornalistas e apresentadoras Barbara Barcia, Fernanda Prestes, Claudia Alves e muitos outros. EXPO Mais nova área do Rio2C, a EXPO é um espaço de conteúdo e ativações de marcas e parceiros que ocupa o térreo da Cidade das Artes. A área Empresas Globo reúne Globo, Globosat, Globo Esporte, GloboPlay e Som Livre em um único espaço, para experiências e programação com roteiristas, diretores, cenógrafos, figurinistas, além de pocket shows com artistas da Som Livre. Destaque para “A arte de... Improviso” com Fernando Caruso, Figurino com Marie Salles, Cenografia com May Martins e Narrativa, Direção com Luiz Henrique Rios, e Música com Marcel Kein.
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20/04 - Álbuns de Sandy & Junior voltam ao catálogo, em CD, na onda de nostalgia gerada pela turnê que reúne a dupla
Serão relançados em maio os títulos da fase mais pop da discografia dos irmãos. Desde que Sandy & Junior confirmaram em março a volta à cena, 12 anos após a separação da dupla, uma forte onda de nostalgia, de inesperadas proporções fenomenais, envolve a turnê Nossa história. Shows extras foram agendados diante da alta procura por ingressos das apresentações – a ponto de os irmãos terem decidido estender até outubro, com dois shows adicionais na cidade de São Paulo (SP), a turnê inicialmente programada para acontecer de 12 de julho a 21 de setembro. Atenta à demanda que surpreendeu até mesmo os artistas, a gravadora detentora do acervo fonográfico da dupla, Universal Music, percebeu que a onda de nostalgia também abarca a procura por CDs e DVDs de Sandy & Junior. Tanto que irá repor em catálogo a partir de 10 de maio, em edições em CD, os álbuns mais cultuados da obra da dupla que cresceu em cena. Voltam às lojas títulos da fase juvenil de Sandy & Junior, quando eles adotaram uma sonoridade assumidamente pop que ampliou a popularidade dos irmãos paulistas. Capa do álbum 'Acústico MTV', de Sandy & Junior Reprodução Os álbuns repostos em catálogo são Era uma vez… Ao vivo (1998), As quatro estações (1999), Quatro estações – O show (lançado em CD em 2000 com quatro capas diferentes alusivas às quatro estações do ano), Sandy & Junior (2001) e Sandy & Junior Acústico MTV (2007). A seleção prioriza os cinco títulos mais populares da discografia da dupla. São os discos cujos repertórios certamente incluem a maioria das músicas que serão revividas pelos irmãos no roteiro do show da turnê Nossa história. Um sexto título, Ao vivo no Maracanã (2002), será relançado no formato de DVD, previsto para chegar em junho ao mercado fonográfico. Em 26 anos de carreira fonográfica, iniciada em 1991 e interrompida em 2007 com a dissolução da dupla, Sandy & Junior lançaram 12 álbuns de estúdio e quatro registros ao vivo de shows. Número, aliás, que deve subir para cinco com a provável gravação ao vivo do show da turnê Nossa história. Editoria de Arte / G1
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20/04 - Beck está de volta e quase escapa da maldição do 'swinguinho de plástico' de Pharrell Williams
Ouça 'Saw Light' e veja comentários sobre o primeiro single do novo álbum do cantor. Madonna no reggaeton, Iza no reggae e Beck no suingue de Pharrell estão no G1 Ouviu Beck está de volta com o primeiro single do disco “Hyperspace”, que sai ainda neste ano. Lançada nesta semana, “Saw Light” é uma parceria do cantor californiano com Pharrell Williams, produtor requisitado e pai do megahit "Happy". Como Pharrell tem fama de pasteuriza tudo que produz, era de se esperar uma canção com dois lados: O folk dançante de Beck, com violão em destaque e vocal lamurioso O pop swinguinho de plástico de Pharrell, com seus insistentes backing vocals no estilo "Ooh Ooh Ooooh" e divisões de versos que lembram trabalhos anteriores dele como “Sing”, do Ed Sheeran, ou “Come Get It Bae”, de sua carreira solo Ok, mas a música é boa? O cantor americano Beck Divulgação Beck Hansen tem 13 álbuns em uma discografia inconstante, mas com mais pontos altos do que baixos. E ele pode muito mais do que "Saw Lightning". O cantor de 48 anos fica no meio do caminho entre seu som mais inventivo e a produção mais acomodada e esquemática de Pharrell. E, talvez por isso, a música fique no meio do caminho de ser realmente boa. Beck também está no recém-lançado disco do Cage The Elephant. O grupo americano já foi visto três vezes no Lollapalooza Brasil fazendo um rock direto, meio Rolling Stones mirim. Com Beck, entregam "Night Running", influenciada por dub e reggae. É mais séria do que "Saw Lightning". E um tanto melhor.
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20/04 - Com Raí Soares à frente, banda Saia Rodada aposta na sofrência para se manter no circuito nordestino do forró eletrônico
Existem três fases bem distintas na trajetória da Saia Rodada, banda criada em 2000 em Caraúbas (RN), no interior do Rio Grande do Norte, para explorar o lucrativo circuito nordestino de shows de forró eletrônico. A primeira foi quando a banda – com Nathalia Calasans e Raí Soares se alternado nos vocais – alcançou grande projeção na região no período que foi de 2006 a 2011, ano em que Nathalia saiu da barra da Saia Rodada. A segunda foi a fase de menor visibilidade enfrentada pela banda após a saída da carismática vocalista. A terceira começou em 2017, ano em que, com Raí Soares à frente da banda e dos holofotes, a Saia Rodada ganhou novo impulso na cena de forró eletrônico, sobretudo a partir do lançamento da música Filho do mato (Leo Sats) em 2018. É nesse favorável contexto atual que a banda, de contrato recém-assinado com a gravadora Som Livre, lança esta semana o single Bebe vem me procurar, apostando na sofrência animada pela batida sintética do forró para se manter bem na cena e no circuito de shows do gênero. A composição é de autoria de André Silva. Juntamente com o single Bebe vem me procurar, a banda lançou o clipe da música, filmado em Natal (RN) com as participações dos influenciadores digitais Leydi Paranhos, Lucas Guimarães e Lusiane Lira. Editoria de Arte / G1
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20/04 - Semana Pop tem spoilers de 'Vingadores', divas do pop e 'Game of Thrones' bombando; ASSISTA
Programa fala ainda de 'O corcunda de Notre-Dame', que ficou em 1º lugar na França após incêndio em catedral. Entenda assuntos em alta no entretenimento em poucos minutos. Semana Pop tem spoilers de 'Vingadores', divas do pop e 'Game of Thrones' bombando O Semana Pop deste sábado (20) está cheio de divas: tem o encontro de Anitta com Madonna e o novo projeto de Beyoncé. O programa fala ainda dos spoilers do novo “Vingadores” (mas sem revelar nada, pode assistir tranquilo). O programa vai ao ar toda semana, com o resumo do que anda bombando no mundo do entretenimento. Tem música, cinema, TV, games, quadrinhos e internet. Tudo em poucos minutos. Veja todas as edições Ouça em podcast Desta vez, os temas são: Anitta foi longe demais: Ela vai estar no novo disco de Madonna; conheça música que as duas vão cantar A diva voltou: Mas nem o encontro explosivo acima foi capaz de ofuscar a estrela de Beyoncé Notre-Dame em livro: Vendas de "O corcunda de Notre-Dame" dispararam após incêndio na catedral 'Game of Thrones' no trono da audiência: Não é impressão sua. A estreia dessa temporada realmente bombou mais que as outras Sai, spoiler: Algum engraçadinho achou legal vazar spoilers de "Vingadores: Ultimato" (mas não vamos contar nada)
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20/04 - Helena de Lima tem reeditado álbum com esquecida parceria de Ary Barroso com Vinicius de Moraes
Disco de 1962 traz o maior sucesso da cantora, a marcha-rancho 'Estão voltando as flores'. Capa do álbum 'Helena de Lima & O céu que vem de você', editado pela primeira vez em CD Reprodução Quarto dos 13 álbuns gravados pela cantora carioca Helena de Lima em período de 20 anos que vai de 1956 a 1976, Helena de Lima & O céu que vem de você ganha a primeira edição em CD neste mês de abril de 2019. Lançado originalmente em 1962 pela gravadora RGE, o disco traz no repertório o maior sucesso da artista, a marcha-rancho Estão voltando as flores. Só que a gravação ouvida neste álbum não é a original. Helena lançara a composição de autoria do compositor paranaense Paulo Soledade (1919 – 1999) em janeiro de 1961 em disco de 78 rotações editado pelo selo Mocambo. Com versos otimistas, a marcha-rancho tinha sido composta por Paulo Soledade em dezembro de 1960 quando o autor se sentiu renascido após se recuperar de cirurgia delicada. Como os diretores das gravadoras da época ignoraram o apelo do compositor para que a música fosse gravada, a saída foi o pequeno selo Mocambo. Confiada à voz de Helena de Lima, cantora então sem contrato com gravadora, a marcha-rancho Estão voltando as flores estourou e deu novo impulso à carreira fonográfica de Helena, logo contratada pela RGE. No álbum ora editado em CD pelo selo Discobertas, Helena de Lima apresentou parceria de Paulo Soledade com Antônio Maria (1921 – 1964), Só... só... só, e uma parceria de Ary Barroso (1903 – 1964) com Vinicius de Moraes (1913 – 1980), Canção do amor que não vem, logo esquecida e nunca regravada. Editoria de Arte / G1
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20/04 - Adele se separa do marido, Simon Konecki
Cantora e ex-financista se casaram em 2017, mas estavam juntos desde 2011. A cantora Adele se separou de seu marido, Simon Konecki Jordan Strauss/Invision/AP e Twiiter/Team Simon Konecki Adele e seu marido, Simon Konecki, se separaram. Os representantes da cantora britânica de 28 anos confirmaram a notícia à agência de notícias Associated Press nesta sexta-feira (19). "Adele e seu parceiro se separaram", afirma a nota. "Eles têm o compromisso de criar seu filho juntos com amor. Como sempre, eles pedem privacidade. Sem mais comentários." A cantora anunciou seu casamento com o ex-financista de 45 anos, fundador de um grupo de ajuda humanitária, em 2017, durante um show na Austrália. O casal estava junto desde 2011. Seu filho, Angelo, nasceu em 2012.
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20/04 - MC Sapão, funkeiro que sabia cantar, fica para sempre associado ao batidão carioca
Morto hoje, artista vinha tentando se atualizar em singles recentes para não perder o bonde. "Eu canto, só assim os males vou espantando / Com fé em Deus e esperança se acalmando / Pois tudo passa". Os versos de Eu sei cantar, música composta por MC Sapão na prisão e gravada pelo funkeiro no álbum Papo de futuro (2000), certamente significavam muito para Jefferson Diniz Gonçalves (12 de novembro de 1978 – 19 de abril de 2019). Morto aos 40 anos na tarde de hoje na cidade natal do Rio de Janeiro (RJ), vítima de quadro infeccioso decorrente de pneumonia, Sapão ainda tinha um futuro em 2000 quando, após ter saído da prisão, gravou a música Eu sei cantar, primeiro sucesso da carreira que tinha iniciado há apenas dois anos. Não tem mais. Decorridos quase duas décadas, Sapão passa hoje para a historia do funk carioca. Em cena desde 1998, o artista conseguiu projeção graças ao funk, cujo batidão desde os anos 1990 ecoa com força na favela carioca Nova Brasília, no Complexo do Alemão, onde Sapão nasceu há 40 anos e cinco meses. Em 2001, as rádios tocaram bem a mencionada música Eu sei cantar, pelo teor pop da gravação. Cinco anos depois, em 2006, Tô tranquilão deu mais visibilidade a Sapão, que, naquela altura, já não era lembrado pelo fato de ter sido preso (e absolvido por falta de provas) no fim dos anos 1990, acusado de associação com o tráfico. MC Sapão ganhou projeção nos anos 2000 com sucessos como 'Tô tranquilão' Marcos Samers / Divulgação Problemas de saúde e músicas de menor visibilidade atrapalharam a trajetória do artista. Valente, Sapão vinha fazendo nos últimos anos conexões com nomes da atual cena do funk para não perder o bonde e tentar se manter em evidência nos bailes. Na regravação de Rei do baile, música que compusera com Batutinha e que lançara em 2012, Sapão se juntou com Mr. Catra e o então badalado MC Guimê em releitura lançada em 2015 com expressiva repercussão na web. Em 2018, Sapão se uniu ao DJ e produtor fluminense DJ Dennis no single Logo agora, lançado em julho do ano passado. Neste ano de 2019, o funkeiro se conectou com Labarca, cantor venezuelano de reggaeton, no single Deixa ela dançar, lançado em março. Tudo passa. Mas é mesmo ao batidão do funk carioca que Sapão, MC que sabia cantar, será sempre associado. Editoria de Arte / G1
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19/04 - MC Sapão: famosos lamentam morte do cantor; veja repercussão
Funkeiro morreu aos 40 anos, no Rio, no hospital onde tratava uma pneumonia há nove dias. MC Sapão, em foto de julho de 2013 Marcos Serra Lima/G1 Artistas lamentaram a morte de MC Sapão nesta sexta-feira (19). O cantor estava internado em um hospital, no Rio de Janeiro, há nove dias para o tratamento de uma pneumonia. Ele era uma das atrações do palco de parcerias do Rock in Rio 2019. Veja abaixo a repercussão: Anitta, cantora Anitta lamenta morte de MC Sapão Reprodução/Instagram/anitta Valesca Popozuda, cantora Initial plugin text Tati Quebra Barraco, cantora Initial plugin text Lexa, cantora Initial plugin text Otaviano Costa, ator e apresentador Initial plugin text Mumuzinho, cantor e ator Initial plugin text Dennis DJ, produtor Initial plugin text MC Leozinho, cantor Initial plugin text
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19/04 - Lenny Kravitz posta vídeos contando detalhes e belezas de sua fazenda de luxo no interior do Rio
Cantor americano fez publicação na rede social apresentando o terreno e sua mansão, em Duas Barras, na Região Serrana. Initial plugin text O cantor Lenny Kravitz postou dois vídeos na rede social contando detalhes e belezas de sua fazenda de luxo, que fica em Duas Barras, na Região Serrana do Rio. Em apenas um dia, a publicação já rendeu mais de 91 mil curtidas ao cantor, que tem 2,5 milhões de seguidores. Nas imagens, ele aparece em um cavalo e o vídeo começa com a mensagem: "Bem-vindo a minha fazenda". O cantor explica que "Farm" é Fazenda em português e se define como "fazendeiro", além de destacar que considera o lugar incrível. Em seguida, aparecem imagens feitas por meio de drone que mostram a amplitude do local, a criação de gado do cantor e a produção agrícola de alimentos orgânicos. Após apresentar as peculiaridades de sua rotina na fazenda, Lenny Kravitz diz ainda: "Essa é a minha vida". Além disso, ele mostra a casa e conta um pouco da história de um piano, que está no interior da residência, e que ele comprou há, aproximadamente, 25 anos. No vídeo publicado no Youtube, o cantor apresenta todos os cômodos da casa, mostra um quadro com uma foto do seu avô e ainda a área externa, piscina e churrasqueira. Nas imagens, Lenny Kravitz está vestido com jeans rasgado e aparece com os pés descalços. Em entrevista ao G1, em março deste ano, ele falou sobre a fazenda em Duas Barras, dizendo que "curte viver com o pé na terra". "Adoro passar meu tempo aqui vivendo esse estilo de vida, em contato com as pessoas. É muito parecido com os lugares em que eu cresci. É por tudo isso que amo tanto aqui". Lenny Kravitz se apresentou no Loolapalooza, em São Paulo, no início deste mês Diego Baravelli/G1 O cantor novaiorquino de 54 anos se apresentou no Festival Loolapalooza, em São Paulo, no início deste mês e prometeu voltar ao país com uma turnê própria. Veja outras notícias da região no G1 Região Serrana.
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19/04 - MC Sapão, do hit 'Eu tô tranquilão', morre aos 40 anos no Rio
Cantor tratava uma pneumonia havia nove dias. Ele participaria do Rock in Rio. Morre, aos 40 anos, o funkeiro MC Sapão Internado havia nove dias para tratar uma pneumonia, MC Sapão morreu na tarde desta sexta-feira (19) no Hospital dos Servidores do Estado do Rio, no Centro. Jefferson Fernandes Luiz tinha 40 anos. Ele começou o tratamento no Hospital Rocha Faria, na Zona Oeste, e na quinta-feira (18) foi transferido. De acordo com a direção do Rocha Faria, a obesidade e diabete do cantor tornaram o tratamento mais complicado e, por isso, ele estava passando por cuidados especiais. Uma das restrições era a visita: os quatro filhos do cantor não podiam entrar na Unidade de Terapia Intensiva para vê-lo. Segundo assessoria de imprensa de Sapão, o cantor contraiu uma gripe que se agravou para o quadro de pneumonia. Ele estava em turnê pelo Brasil lançando a música “Deixa ela dançar”. Entre os maiores sucessos de MC Sapão estão "Eu tô tranquilão", "Rei do baile", "Eu sei cantar" e "Vou desafiar você”. O cantor, que começou a carreira em 1998, seria uma das atrações do palco de parcerias do Rock in Rio deste ano. Em recente entrevista ao programa 'Tá brincando', Sapão disse que um dos maiores desafios de sua vida foi conseguir emagrecer - o cantor perdeu 50 quilos entre 2013 e 2014. MC Sapão, em foto de julho de 2013 Marcos Serra Lima/G1 MC Sapão, durante apresentação em Minas Gerais Reprodução/Instagram oficial MC Sapão posa pouco antes da apresentação no Baile da Favorita Reprodução/Instagram MC Sapão Divulgação
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19/04 - Roman Polanski entra com processo para voltar à Academia Cinematográfica de Hollywood
Cineasta foi expulso da instituição organizadora do Oscar em 2018, ao lado de Bill Cosby. Ambos foram julgados culpados por estupro. Roman Polanski chega à exibição do filme 'Vous n'avez encore rien vu !', parte da mostra competitiva do 65º Festival de Cannes AFP O diretor Roman Polanski entrou com um processo em Los Angeles para obrigar a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas e aceitá-lo novamente como membro, segundo o site da revista "The Hollywood Reporter". Ele foi expulso pela instituição organizadora do Oscar em 2018, ao lado do ator Bill Cosby, como parte de ações tomadas após o escândalo de abusos sexuais protagonizado por Harvey Weinstein. Ambos já foram julgados culpados por estupro nos Estados Unidos. O cineasta ganhador do Oscar por "O pianista" (2002) deixou o país depois de ser condenado pelo estupro de uma garota nos anos 1970. No processo, seu advogado afirma que a Academia não ouviu o diretor sobre o assunto, o que seria uma violação de suas regras.
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19/04 - Lorraine Warren, investigadora paranormal que inspirou 'Invocação do Mal', morre aos 92 anos
Neto confirmou nas redes sociais que a morte aconteceu na quinta (18). Lorraine Warren durante a estreia de 'Invocação do Mal 2', em Hollywood, na Califórnia. Foto de junho de 2016 Angela Weiss/AFP/Arquivo Lorraine Warren, a investigadora paranormal que inspirou os filmes da franquia "Invocação do Mal", morreu aos 92 anos. Quem confirmou a morte foi o neto, Chris McKinnel, através de um post nas redes sociais. "Ontem à noite, a minha avó, Lorraine Warren, tranquilamente e pacificamente deixou-nos para se juntar ao seu amado Ed. Ela estava feliz e rindo até o fim", escreveu McKinnel, na manhã desta sexta (19). Warren e o marido Ed Warren, que morreu em 2006, estavam por trás das investigações paranormais de casos, como o da boneca Annabelle, do fantasma de Enfield, retratados nos filmes. A atriz Vera Farmiga que interpretou a investigadora nos cinemas fez uma homenagem no Twitter. "De um profundo sentimento de tristeza, surge um profundo sentimento de gratidão. Eu fui tão abençoada por tê-la conhecida e tenho a honra de retratá-la", escreveu Farmiga. Initial plugin text
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19/04 - Rapper Lil Dicky lança 'Earth' com Justin Bieber, Ariana Grande e outros 27 artistas; ASSISTA
Time estrelado se reúne para chamar atenção para o meio ambiente em animação. Em 12 horas, clipe foi visto por 3,5 milhões de pessoas. O rapper e comediante Lil Dicky lançou "Earth", música que pretende chamar atenção para o meio ambiente, nesta sexta (19). Para isso, ele contou a colaboração de time estrelado por 29 artistas, como Justin Bieber, Ariana Grande e Shawn Mendes. Assista acima. O clipe de sete minutos é uma animação e os animais receberam as vozes dos cantores. Quando a zebra canta é Ariana Grande, o gambá é Wiz Khalifa, a planta de maconha é Snoop Dogg, a girafa é Charlie Puth e o coala, Ed Sheeran. Em contato com o ativismo ambiental, Leonardo DiCaprio também foi escalado para o elenco do clipe. Reproduzindo a famosa cena de "Titanic", o ator segura o planeta e é eleito o "representante do grupo". Cena do clipe 'Earth', de Lil Dicky Reprodução/YouTube/LilDicky Em entrevista à Rolling Stones, Dicky contou que a estratégia para conseguir tantos artistas foi começar pelos amigos. "Eu expliquei a ideia e consegui cinco bons nomes. Com isso, é mais fácil chegar em quem você não é tão próximo e dizer 'Ei, você gostaria de fazer essa música com Justin Bieber, Ariana Grande, Ed Sheeran e Charlie Puth, onde todo mundo está cantando um animal?'", explicou. A revista americana diz que o clipe com tantas estrelas tem como objetivo acumular números históricos no YouTube. 12 horas após o lançamento, o vídeo já tinha sido visto mais de 3,5 milhões de vezes. O americano diz que tem como principal objetivo "fazer com que as pessoas se importem em salvar a Terra". Nova "We Are The World"? Com tantos artistas em uma música, é fácil associar e lembrar da clássica "We Are The World" (1985), idealizada por Michael Jackson e Lionel Richie, para o projeto USA for Africa. Na entrevista à revista americana, o rapper disse que fica honrado, mas prefere não comparar as duas músicas. "Você até pode fazer um paralelo, porque não é frequente que haja muitos artistas em uma música. Mas é um tipo diferente de filme, embora também seja algo sério", disse. "Não quero falar que 'acabei de fazer uma 'We Are The World", completa. O americano também criou um site para dar mais informações sobre as mudanças climáticas e mostrar formas de como as pessoas podem se engajar na causa. Veja lista de todos os artistas em "Earth" Justin Bieber Ariana Grande Halsey Zac Brown Brendon Urie Hailee Steinfeld Wiz Khalifa Snoop Dogg Kevin Hart Adam Levine Shawn Mendes Charlie Puth SIA Miley Cyrus Lil Jon Rita Ora Miguel Katy Perry Lil Yachty Ed Sheeran Leonardo DiCaprio Meghan Trainor Joel Embiid Tory Lanez Backstreet Boys John Legend Psy Bad Bunny Kris Wu Lil Dick
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19/04 - Ana Maria Braga convida Palmirinha para o 'Mais Você': 'Muita saudade, Aninha, hoje eu posso morrer'
Apresentadoras trabalharam juntas há 20 anos. Ana Maria recebeu a amiga com tapete vermelho e homenagem à carreira. Ana Maria Braga recebe Palmirinha no 'Mais Você' desta sexta (19) João Cotta/Globo Vinte anos após Palmirinha trabalhar como culinarista ao lado de Ana Maria Braga, as duas apresentadoras se reencontraram na manhã desta sexta (19), no programa "Mais Você". Palmirinha chegou emocionada para uma entrada triunfal: tapete vermelho e tambores rufando. Com carisma e lágrimas nos olhos, ela declara: "É muita saudade, Aninha, hoje eu posso morrer". Aos 87 anos, Palmira Onofre tomou um café da manhã de Páscoa com Ana Maria e assistiu a uma homenagem aos anos de carreira. Palmirinha chora no 'Mais Você' Reprodução/TV Globo "Foi muito sofrimento, você sabe disso, muitas portas se fechando. Mas, quando eu comecei a trabalhar com você, eu fui crescendo e pude aprender a falar na televisão, a atender meu público. E por você, ganhei um programa para apresentar." O "Mais Você" mostrou depoimentos de chefes celebrando o reencontro das duas, como Claude Troigros, Flavio Federico, Leo Paixão, Guga Rocha e Carole Crema. Ana Maria também relembrou receitas que marcaram a carreira da amiga. Palmirinha foi "descoberta" por Ana Maria após contar sua história no programa de Silvia Poppovic. A apresentadora apanhava do marido e teve que cuidar sozinha das três filhas. Explosão de fofura Não foram apenas os grandes chefes que celebraram o reencontro. Nas redes sociais, fãs comemoraram o momento e se emocionaram junto: Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text
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19/04 - 'Os Simpsons' celebra 'dia internacional' e completa 30 anos em dezembro
Desenho ganhou o dia internacional em 2017. Programa foi recentemente renovado pela Fox para mais duas temporadas em 2020 e 2021. A família de 'Os Simpsons' Divulgação A série sobre uma das famílias mais queridas da televisão mundial "Os Simpsons" completará, em dezembro, 30 anos de sua estreia neste formato, mas as comemorações começam já nesta sexta-feira (19), com direito a um "dia internacional". O programa foi recentemente renovado pela emissora Fox para mais duas temporadas, as 31ª e 32ª, que irão ao ar em 2020 e 2021. Isso garante que "Os Simpsons" alcançará a marca de 713 episódios, no topo do ranking de séries com mais capítulos transmitidos em horário nobre nos Estados Unidos. Os carismáticos moradores de Springfield, que conquistaram fãs de diferentes gerações, também foram protagonistas de um filme, mas sua fama e seu sucesso se devem à televisão. A série conta com um "dia internacional" graças à iniciativa da agência de comunicação espanhola PG Garaje, que em 2017 decidiu coletar assinaturas no portal Change.org para reservar esse dia da agenda mundial e dedicá-lo ao programa. Nascimento dos Simpsons Homer, Marge, Bart, Lisa e Maggie apareceram pela primeira vez em uma série de curtas de apenas um minuto de duração dentro do programa "The Tracey Ullman Show". Nesse formato, estrearam em 19 de abril de 1987 e tiveram 48 episódios divididos em três temporadas - o último capítulo foi ao ar nos EUA em 14 de maio de 1989. O criador dos personagens, Matt Groening, e o produtor James L. Brooks convenceram a Fox a transformar "Os Simpsons" em uma série de meia hora, e o lançamento aconteceu em 17 de dezembro de 1989 com um episódio especial de Natal. Desde então, tornou-se uma das poucas obras audiovisuais que pode se orgulhar de ter mais de 170 prêmios e até reconhecimento no Guinness Book, o livro dos recordes, pelo fato da cidade de Springfield ter sido visitada por múltiplas personalidades, desde políticos a atletas e atores, incluindo Magic Johnson, Elton John, as irmãs Venus e Serena Williams, Britney Spears e J.K. Rowling, entre muitos outros. A série, assistida por pessoas de todas as idades, também lidou com várias polêmicas ao longo dos anos - por exemplo, o documentário "O Problema com Apu", do comediante indiano Hari Kondabolu, sobre os estereótipos deste personagem imigrante. E o incidente diplomático envolvendo o governo do Brasil, que planejou processar a série devido à forma como representou o país no episódio "Blame It On Lisa". Mas, apesar de a série de Groening ter chegado aos 30 como alvo de várias críticas, não parece entrar em nenhuma grande crise. Como dizem muitos dos fãs que sabem o "preço que Maggie custa" ou "quantos dedos têm os personagens": "há um episódio de 'Os Simpsons' para cada situação da vida, e você sabe disso".
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19/04 - Nana Caymmi finaliza no Rio álbum com músicas da parceria de Tom Jobim com Vinicius de Moraes
Cantora grava o disco duas semanas após ter lançado tributo a Tito Madi. Nana Caymmi com músicos e técnicos em estúdio Reprodução / Facebook Itamar Assiere Nana Caymmi começou e finalizou esta semana, na cidade natal do Rio de Janeiro (RJ), a gravação do álbum em que dá voz às parcerias de Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994) com Vinicius de Moraes (1913 – 1980), com ênfase no repertório lançado no início da parceria dos compositores cariocas. As praias desertas (1958) é uma das músicas desse cancioneiro que foram selecionadas por Nana para o disco. Na foto acima, publicada em rede social do pianista Itamar Assiere, a cantora é vista com músicos e técnicos do estúdio em que gravou o disco com os toques do violão de Dori Caymmi (produtor e arranjador do disco), do baixo de Jorge Helder e da bateria de Jurim Moreira. As bases e a voz de Nana foram captadas no estúdio carioca Cia. dos Técnicos. Mas o disco ainda não está pronto. Falta gravar a orquestra, com os arranjos criados por Dori para o álbum que será editado pelo Selo Sesc. Há dez anos sem lançar um álbum solo, a cantora gravou o disco com músicas de Tom & Vinicius pouco mais de duas semanas após ter lançado o álbum Nana Caymmi canta Tito Madi, disponibilizado em 29 de março. O próximo disco de Nana Caymmi tem lançamento previsto para o segundo semestre deste ano de 2019. Editoria de Arte / G1
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19/04 - Iza mergulha em águas jamaicanas em música inédita que sinaliza mudança no som da cantora
Com as cores e as boas vibrações do reggae, 'Brisa' é o primeiro single solo da artista após duetos com Caetano Veloso e Milton Nascimento. Iza mergulha em outras águas e sons. Cantora carioca cujo som era inicialmente decalcado da matriz norte-americana do R&B, Iza se desloca musicalmente para a Jamaica em busca das cores e das boas vibrações do reggae. Esse é o ritmo evocado na batida pop de Brisa, música inédita lançada ontem pela artista com clipe filmado no mar do Guarujá (SP), no litoral sul de São Paulo, com doses industriais de coreografias e sensualidade. Iza assina a música em parceria com os habituais colaboradores Sérgio Santos, Ruxel e Pablo Bispo. Com direção de Felipe Sassi, que assina o roteiro com a própria Iza, o clipe de Brisa usa e abusa das cores amarelo, verde, vermelho e preto em alusão às bandeiras da Jamaica e de vários países da África. Brisa é música que soa leve, solar e tem frescor, em sintonia com o título. Trata-se do primeiro single solo de Iza desde a edição do primeiro álbum da cantora, Dona de mim (2018), no primeiro semestre do ano passado. Iza enfatiza as cores do reggae no clipe da música 'Brisa' Rodolfo Magalhães / Divulgação A artista andou fazendo duetos estelares, tendo gravado com Sandy (Eu só preciso ser, música de Sandy e Lucas Lima lançada no ano passado pela irmã de Junior no álbum Nós Voz Eles), Caetano Veloso (Divino maravilhoso, parceria de Caetano com Gilberto Gil lançada na voz de Gal Costa em 1968) e Milton Nascimento (Paula e Bebeto, parceria de Milton com Caetano Veloso, regravada para a abertura da nova temporada da novela Malhação, Toda forma de amar, estreada esta semana na TV Globo). Após tantos duetos, Brisa é a primeira música gravada para a discografia da própria Iza. Finalizada no início deste ano de 2019, a composição sinaliza que outros ventos começam a soprar para arejar a música dessa bem-sucedida cantora e compositora. Editoria de Arte / G1
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19/04 - Odair José apresenta o terceiro single de álbum gravado com integrantes da Nação Zumbi e com Luiz Thunderbird
Veja a capa do disco 'Hibernar na casa das moças ouvindo rádio'. Odair José lança hoje, 19 de abril, o terceiro e último single do 37º álbum do cantor e compositor goiano. Música gravada com a colaboração de Toca Ogan, percussionista da Nação Zumbi, Rapaz caipira chega às plataformas uma semana antes da edição do álbum, programada para a próxima sexta-feira, 26 de abril. Com capa que traduz visualmente, em pintura de Roger Marx, o inusitado título Hibernar na casa das moças ouvindo rádio, o 37º álbum de Odair também tem participação de Luiz Thunderbird. O músico e VJ paulistano faz interferências na condução da narrativa formada pelas letras das músicas inéditas que compõem o repertório inteiramente autoral do álbum. Capa do álbum 'Hibernar na casa das moças ouvindo rádio', de Odair José Roger Marx Entre estas músicas, há Fetiche, Pirata urbano, Imigrante mochileiro – gravada por Odair com a adesão de Jorge Du Peixe, vocalista da Nação Zumbi – e Gang bang. Duas faixas, Chumbo grosso – gravada com os vocais de Assucena Assucena e Raquel Virginia, cantoras do grupo As Bahias e a Cozinha Mineira – e Fora da tela já foram previamente lançadas como singles. Com edição em CD garantida pelo selo Monstro Discos, o álbum Hibernar na casa das moças ouvindo rádio está sendo apresentado como um disco de "espírito rock'n'roll", na linha dos dois álbuns anteriores de Odair, Dia 16 (2015) e Gatos e ratos (2016). Dentro do conceito do disco, a casa das moças do título representaria o lugar no imaginário do artista de onde ele observa e questiona o mundo. Editoria de Arte / G1
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19/04 - Ana Carolina lança em maio EP com músicas inéditas do primeiro álbum de estúdio em seis anos
Edição do disco 'Fogueira em alto mar' precede a turnê que será iniciada em junho. Ana Carolina completa 20 anos de carreira fonográfica em 2019 Pedro Dimitrow / Divulgação Ana Carolina lança em maio um EP com a primeira amostra do repertório inédito do álbum que a artista irá apresentar no decorrer de 2019, ano em que completa 20 anos de carreira fonográfica. O disco se chama Fogueira em alto mar. Em junho, a cantora, compositora e instrumentista mineira estreia o show da turnê nacional baseada no disco. A turnê também se chama Fogueira em alto mar. Ana lança o EP – somente em edição digital – mais de um ano após ter começado a dar forma em estúdio, no primeiro semestre de 2018, às músicas que irão compor o primeiro álbum de composições inéditas da artista em seis anos. Na ocasião, a cantora chegou a trabalhar com o produtor Liminha – piloto de um dos melhores álbuns da artista, Estampado (2003) – e a registrar uma música intitulada Tudo e mais um pouco. O sucessor do álbum #AC (2013) na discografia de estúdio de Ana Carolina terá 12 músicas, apresentadas paulatinamente em série de três EPs, como é cada vez mais comum no dispersivo mercado fonográfico. Uma das músicas, Da Vila Vintém ao fim do mundo, foi composta por Ana em parceria com Zé Manoel para saudar Elza Soares. A homenageada participa da faixa em gravação feita em fevereiro deste ano de 2019 na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Ana Carolina e Elza Soares no estúdio, na gravação da música 'Da Vila Vintém ao fim do mundo' Patrícia Lino / Divulgação Editoria de Arte / G1
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19/04 - Madonna no reggaeton, Iza no reggae e Beck no suingue de Pharrell estão no G1 Ouviu
Single nostálgico de Ellie Goulding também é comentado no programa de lançamentos musicais. Madonna no reggaeton, Iza no reggae e Beck no suingue de Pharrell estão no G1 Ouviu O G1 Ouviu, programa semanal com os lançamentos musicais, tem reggae de diva brasileira, reggaeton de diva americana e um pouco de nostalgia. Veja todos os programas Ouça a versão podcast Madonna e Maluma - "Medellín" A nova música de Madonna é envolvente, sexy e pelo visto vem com um clipe esteticamente bem bonito. É interessante ver como a cantora americana de 60 anos continua conseguindo captar bem o que está rolando no mundo. Depois de seguir um caminho mais eletro-pop em “Rebel Heart”, disco de 2015, a Madonna se aproxima do pop latino ao convidar o colombiano Maluma. Ele aparece com bastante destaque na música que está no disco “Madame X”. É neste álbum que a Anitta canta o funk “Fica Gostoso”. Mas essa parceria vamos ter que esperar um pouco mais pra ouvir. Beck - "Saw Lightning" Beck lançou o primeiro single do disco “Hyperspace”, que sai ainda neste ano. Beck está de volta com o primeiro single do disco “Hyperspace”, que sai ainda neste ano. “Saw Light” é uma parceria com Pharrell Williams, produtor requisitado e pai do megahit "Happy". Dá para ouvir um pouco disso nos insistentes backing vocals do Pharrell e em algumas divisões de versos que lembram música que ele produziu: como “Sing”, do Ed Sheeran, ou “Come Get It Bae”. “Saw Lightning” consegue juntar o folk dançante de vocal lamurioso do Beck e o pop genérico do Pharrell. Fica no meio do caminho disso, e no meio do caminho de ser realmente boa. IZA - "Brisa" Esta é a Iza se aventurando por novos caminhos em uma música mais tranquilona, se comparada às outras que tinham uma pegada mais diva pop. "Brisa" é good vibes e dá pra até fazer uns passinhos como os do clipe: tem dançarinas, Iza de comandante e até fazendo graça com sax. A música tem referências jamaicanas tanto no ritmo, quanto no clipe. Apesar de gostosinho, é um pouco inesperado ouvir Iza cantando um reggae. O arranjo é meio Paralamas e Skank, na fase anos 90. Ellie Goulding - "Sixteen" “Sixteen” é o terceiro single do novo disco da Ellie Goulding, que sai ainda neste ano. A cantora inglesa sabe muito bem fazer esse pop meio aerado, bem levinho, que combina com os vocais bem suaves dela. E é bem eficiente essa estrutura de verso, pré-refrão, refrão, pós-refrão. Com o arranjo ficando cada vez mais carregado, até a voz dela ficar irreconhecível. Ao G1, Ellie falou de suas novas músicas e como quer lançar canções que ajudem os fãs na superação de sentimentos ruins do mundo hoje. Desta vez, a arma para isso é a nostalgia. A letra é sobre a saudade de ter 16 anos e descreve uma paquerinha pelo MSN, uma cena de namorados dormindo juntos, da namorada usando camisa do namorado…
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19/04 - Pussy Riot, 'Star Wars' in Concert e indie rock estão na agenda de shows de São Paulo
Veja como comprar ingressos para as atrações deste fim de semana. Agenda de shows pro fim de semana em São Paulo A agenda de shows desta semana em São Paulo tem indie rock paulistano, concerto com trilha de filme e punk russo ativista. 'Star Wars' in Concert Carrie Fisher e Mark Hamill em "Star Wars: Uma nova esperança" (1977) Divulgação O Star Wars in Concert acontece no sábado no Estádio do Palmeiras. É um concerto da Orquestra Sinfônica Villa Lobos e ela toca durante a exibição de "Star Wars: Uma nova esperança", filme lançado em 1977. Os músicos, é claro, tocam seguindo as partituras originais do filme, que tem trilha composta pelo John Williams. Quando: Sábado (20), às 20h Onde: Allianz Parque - Av. Francisco Matarazzo, 1705 Ingressos: R$ 170 a R$ 460 pelo site Guichê Web Pussy Riot Pussy Riot faz show em Montevidéu, no Uruguai, durante turnê sul-americana que também passa por Argentina e Brasil Reuters/Andres Stapff Sábado é dia do festival Garotas à Frente, no Fabrique Club, que fica na Barra Funda. A principal atração é o grupo russo Pussy Riot. O coletivo de artistas é mais conhecido pelo ativismo do que pela música, com apresentações que misturam arte e protesto. Elas cada vez se apresentam com uma formação e no Brasil serão lideradas pela Nadya Tolokonnikova. O Pussy Riot faz sua primeira turnê pela América do Sul e deve discutir no show temas como política e indústria farmacêutica. O som tem muito do punk rock e do movimento feminista Riot Grrrl, mas elas também estão dando mais atenção à música eletrônica e às canções tradicionais da Rússia em shows mais recentes. Quando: Sábado (20), às 17h Onde: Fabrique Club - Av. Francisco Matarazzo, 1705 Ingressos: R$ 100 pelo site Pixel Ticket Bazar Pamplona Na sexta-feira tem show da banda paulistana Bazar Pamplona. Após uma pausa de seis anos, o grupo que junta MPB com indie rock lança o disco "Banda Vende Tudo". Quando: Sexta (19), às 19h Onde: Centro Cultural São Paulo - Rua Vergueiro 1000 Ingressos: Entrada grátis (mais informações)
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19/04 - Polícia Civil do RJ indicia vencedora do BBB por intolerância religiosa
Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância aponta Paula von Sperling por ter praticado crime de injúria por preconceito contra Rodrigo Ferreira França durante o programa. Paula, campeã do BBB 19, participa de bate-papo Reprodução A Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) indiciou Paula von Sperling, vencedora do Big Brother Brasil 19, por intolerância religiosa praticada contra Rodrigo Ferreira França durante o programa. A informação foi confirmada pela Polícia Civil do RJ. A decisão do delegado Gilberto Stivanello aconteceu após ouvir depoimentos de envolvidos, análise de vídeo e operações. Com todos os elementos, o delegado decidiu indiciar Paula pela ocorrência de injúria por preconceito prevista no artigo 140, parágrafo 3º do Código Penal. O inquérito foi encaminhado nesta quinta-feira (18) ao Ministério Público que irá decidir se denuncia ou não Paula Sperling. "A Polícia Civil se pauta pela liberdade de expressão mas destaca que por meio desta não se pode violar a dignidade da pessoa repudiando todo e qualquer ato ofensivo à etnia, religião, orientação sexual, procedência geográfica do próximo", afirmou o delegado Stivanello. Paula ainda não se manifestou sobre o indiciamento.
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18/04 - Rock in Rio 2019: Drake e Red Hot Chili Peppers têm ingressos esgotados para o festival
Ainda há ingressos para as noites com Foo Fighters, Bon Jovi e Pink com preço de R$ 525 (R$ 262,50 a meia entrada). Dias de Iron Maiden e Muse já estavam esgotados. O cantor canadense Drake Divulgação Os dias do Rock in Rio com Drake e Red Hot Chili Peppers estão com os ingressos esgotados. Os ingressos para o festival custam R$ 525 (R$ 262,50 a meia entrada) por dia e são vendidos no site do evento. Dias esgotados até agora: 27 de setembro, com Drake, Cardi B, Bebe Rexha e Alok 3 de outubro, com Red Hot Chili Peppers, Panic! At The Disco, Nile Rodgers & CHIC e Capital Inicial 4 de outubro, com Iron Maiden, Scorpions, Megadeth e Sepultura 6 de outubro, com Muse, Imagine Dragons, Nickelback e Os Paralamas do Sucesso O Rock in Rio será nos dias 27, 28 e 29 de setembro e 3, 4, 5 e 6 de outubro, no Parque Olímpico, na Zona Oeste do Rio. O evento está ainda maior e terá mais 60 mil m² de área útil para o público, chegando a 385 mil m². Serão 12 horas de festival por dia, com os portões abrindo às 14h e fechando às 4h. Programação do Rock in Rio 27 de setembro Palco Mundo: Drake, Cardi B, Bebe Rexha e Alok Palco Sunset: Seal com Xenia França, Lellê com Blaya, Mano Brown e convidado, Karol Conka com Linn da Quebrada & Gloria Groove New Dance Order: The Martinez Brothers, Nic Fanciulli, Gui Boratto, Leo Janeiro x Albuquerque, L_Cio, Eli Iwasa, Roland Leesker x Bruce Leroys, Rara Djs 28 de setembro Palco Mundo: Foo Fighters, Weezer, Tenacious D e CPM 22 + Raimundos Palco Sunset: Whitesnake, Whitesnake, Titãs com Ana Cañas, Edi Rock & Érika Martins, Detonautas com Pavilhão 9, Ego Kill Talent e Paulo Miklos New Dance Order: Nervo, Kvsh, Kura, Diego Miranda, Dubdogz, Cic, Barja, Kamala, Van Breda 29 de setembro Palco Mundo: Bon Jovi, Dave Matthews Band, Goo Goo Dolls e Ivete Sangalo Palco Sunset: Jessie J, Iza & Alcione, Elza Soares com As Bahias e a Cozinha Mineira, Kell Smith e Jéssica Ellen, Plutão Já Foi Planeta e Mahmundi New Dance Order: Vintage Culture, Illusionize, Bhaskar, Bruno Be, Dashdot Feat Ashibah, Volkoder, Jørd, Evokings 3 de outubro Palco Mundo: Red Hot Chili Peppers, Panic! At The Disco, Nile Rodgers & CHIC e Capital Inicial Palco Sunset: Encontro Pará Pop (Dona Onete, Gaby Amarantos, Lucas Estrela, Fafá de Belém e Jaloo, Francisco el hombre e Mounsier Periné), Hip Hop Hurricane (Nova Orquestra, Rael, Agir, Baco Exu do Blues e Rincon Sapiência), Emicida & Ibeyi New Dance Order: Robin Schulz, Cat Dealers, Bruno Martini, Felguk, Gustavo Mota, Beowülf, Liu, Breaking Beattz, Make U Sweat 4 de outubro Palco Mundo: Iron Maiden, Scorpions, Megadeth e Sepultura Palco Sunset: Slayer, Anthrax, Torture Squad e Claustrofobia com Chuck Billy, Nervosa New Dance Order: Vini Vici, Infected Mushroom, Gareth Emery, Vegas, Wrecked Machines, Mandragora, Devochka, Claudinho Brasil, Roger Lyra, Morttagua 5 de outubro Palco Mundo: Pink, Black Eyed Peas, Anitta e H.E.R. Palco Sunset: Charlie Puth, Anavitória e Saulo, Kane Brown e Giulia Be, Funk Orquestra com Ludmilla, Fernanda Abreu, Buchecha e MC Sapão New Dance Order: Alesso. Tropkillaz, Jetlag, Dj Meme X Dj Marlboro, Santti, Scorsi, Shapeless, Rodrigo S, Baile Do Saddam, 2fab 6 de outubro Palco Mundo: Muse, Imagine Dragons, Nickelback e Os Paralamas do Sucesso Palco Sunset: King Crimson, Carolina Deslandes e Melim, O Terno e Capitão Fausto, Lulu Santos e Silva New Dance Order: Claptone, Chemical Surf, Dennis Ferrer, Kolombo, Gabe, Flow & Zeo Feat. Mari-Anna, Fractall & Rocksted, Nepal, Blancah, Maz
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18/04 - Rio Montreux Jazz Festival: Tudo (ou quase tudo) é jazz
O diretor artístico do evento, Marco Mazzola, entre os organizadores Cláudio Romano e Gaetano Lops na apresentação do Rio Montreux Jazz Festival Carlos Brito/G1 Está anunciada para junho, nos armazéns 2 e 3 do Pier Mauá, a primeira edição do Rio Montreux Jazz Festival, louvável (e corajosa) tentativa de dar à cidade um programa musical mais ou menos nos moldes do que se realiza anualmente às margens do Lago Léman, em Montreux, Suíça. O evento não concorre com o Rock in Rio, claro. Nem nas dimensões, nem no tipo de artista convidado. Muito menos pretende igualar-se em fama e importância ao original suíço, criado em 1967 e desde então palco de atrações capazes de lotar estádios. A principal deste ano na edição suíça é Elton John. Mais ou menos nos moldes significa que, apesar do nome, não se trata de um festival de jazz como os que se realizam, digamos, em Nova Orleans, onde se ouve desde um permanente culto à arte dos pioneiros até as mais recentes e impressionantes experiências formais. O importante é que essência do jazz, a improvisação, coletiva ou não, esteja presente. Em seus três, quatro primeiros anos, Montreux tentou ser assim. Mas, ao longo de toda a década de 70, abriu as portas para todos os gêneros, inclusive o jazz. Daí terem se apresentado ali tanto Miles Davis e Bill Evans como Elis Regina e João Gilberto, ou Astor Piazzolla e astros do rock. Como se o termo “jazz” recuperasse o sentido que teve na Nova York dos anos 20, onde ele servia à música de dança que animava os bailes, com ou sem traços de jazz. Por isso, no primeiro Rio Montreux Jazz Festival, teremos, revezando com Al Di Meola e Chucho Valdez, Maria Rita e o Quarteto Jobim, Frejat e Zeca Baleiro. Quem for lá, vai pela qualidade dos músicos e não por achar que todos eles tenham algo a ver com o jazz dos negros da Louisiana. Lembro-me de certa confusão que se formou a propósito do primeiro Free Jazz Festival, em 1985, no recém-inaugurado Hotel Nacional. O jazzófilo mais sectário virou as costas e acabou perdendo a oportunidade de ver, no Rio ou em São Paulo, nomes de fora como Chet Baker, Joe Pass, Toots Thielemans e Ray Charles, fazendo boa música com nomes de casa como Egberto Gismonti, Maurício Einhorn, Sivuca e – por que não? – a Tabajara de Severino Araújo. O Free Jazz deixou saudades, depois de realizar 16 edições que permitiram ao carioca e ao paulista (e outros brasileiros mais para o fim) conhecer Dizzy Gillespie e Benny Carter, Stephane Grappelli e o Modern Jazz Quartet, Sarah Vaughan e Stevie Wonder (em dois shows memoráveis), Gerry Mulligan, Ahmad Jamal e muito mais (Miles Davis, alegando doença, foi o grande ausente de 1988). Tudo isso nos mesmos programas em que praticamente toda a música brasileira, tão múltipla quanto a de Gilberto Gil e Guinga, Rafael Rabello e Pepeu Gomes, Luís Eça e Paulo Moura, também fez bonito. Espera-se que o Rio Montreux Jazz Festival possa crescer, se firmar, independentemente do que se entende ou não por jazz. Aquele jazzófilo sectário, por exemplo, custou a compreender que o “free” no título do festival era a marca do cigarro patrocinador e nada tinha a ver com o “free jazz” de Ornette Coleman. Que, aliás, brilhou na edição de 1993.
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18/04 - Ismail Xavier, crítico e pesquisador de cinema, participará da Flip 2019
Autor de 'Sertão Mar: Glauber Rocha e a estética da fome' e professor emérito da USP estará na Festa Literária Internacional de Paraty, que acontece de 10 a 14 de julho. O crítico e teórico de cinema Ismail Xavier, convidado da Flip 2019 Divulgação/Flip O crítico e teórico de cinema Ismail Xavier, professor emérito da Universidade de São Paulo (USP) e autor de "Sertão Mar: Glauber Rocha e a estética da Fome" (Editora 34), vai participar da 17ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), informou a organização do evento nesta quinta-feira (18). A Flip 2019 acontece entre 10 e 14 de julho. "Ismail Xavier é um grande crítico e teórico do cinema como um todo, mas especialmente do cinema nacional e é referência incontornável para entender a influência do sertão no cinema, na gênese do Cinema Novo e da chamada 'estética da fome', além da produção brasileira subsequente. Seu livro sobre Glauber Rocha é fundamental", afirmou, em nota, Fernanda Diamant, curadora da Flip. Nascido em Curitiba em 1947, Ismail Xavier formou-se pela USP em engenharia mecânica e cinema. Na universidade, fez mestrado com orientação de Paulo Emílio Sales Gomes. A dissertação rendeu o livro "Sétima arte: Um culto ao moderno" (Perspectiva), publicado em 1978. Dois anos depois, defendeu a tese de doutorado na qual analisou os dois primeiros filmes de Glauber Rocha: "Barravento" (1962) e "Deus e o diabo na terra do sol" (1964). O trabalho aborda ainda "O cangaceiro" (1953), dirigido por Lima Barreto, e "O pagador de promessas" (1962), de Anselmo Duarte. Ismail Xavier também é autor de "Alegorias do subdesenvolvimento: Cinema Novo, Tropicalismo, Cinema Marginal", fruto do Ph.D. feito em 1982 na New York University e relançado em 2012 pela Cosac Naify, e "O olhar e a cena: Melodrama, Hollywood, Cinema Novo, Nelson Rodrigues", que saiu em 2003 pela mesma editora. Outros nomes da Flip 2019 A Flip 2019, que vai homenagear Euclides da Cunha (1866-1909), já anunciou até aqui sete convidados, além de Ismail Xaiver: a escritora americana Kristen Roupenian, autora do conto "Cat Person"; a professora emérita de teoria literária e literatura comparada da Universidade de São Paulo (USP) Walnice Nogueira Galvão, especialista em Euclides da Cunha e Guimarães Rosa (1908-1967); o angolano Kalaf Epalanga, autor de "Também os brancos sabem dançar" e integrante da banda de kuduro Buraka Som Sistema; a escritora canadense Sheila Heti, autora do romance "Maternidade" e considerada um dos principais nomes da literatura em língua inglesa contemporânea; a escritora, psicóloga e artista portuguesa Grada Kilomba, autora de "Memórias da plantação: Episódios do racismo cotidiano" e militante do feminismo negro; a escritora cubana de origens cubana e austríaca Carmen Maria Machado, autora de "O corpo dela e outras farras" (Planeta); e a jornalista e escritora venezuelana Sainz Borgo, autora de "Noite em Caracas" (Intrínseca). A curadora do evento neste ano, Fernanda Diamant, é uma das editoras da revista literária "Quatro cinco um".
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18/04 - 'Mortal Kombat 11' ganha trailer oficial; ASSISTA
Versão da música mais conhecida da franquia é a trilha sonora. Game será lançado na próxima terça (23). 'Mortal Kombat 11': assista do trailer oficial Menos de uma semana para o lançamento, "Mortal Kombat 11" ganhou um trailer oficial nesta quinta (18). O vídeo mostra Kronika, a Guardiã do Tempo, anunciando o começo de uma nova era. Na trilha sonora, nostalgia com uma versão de "Techno Syndrome", do The Immortals. A música é rapidamente associada à franquia, por conta do filme "Mortal Kombat" (1995). O game ficará disponível na próxima terça (23) para PlayStation 4, Xbox One, PC e Nintendo Switch. Dentro do jogo "Mortal Kombat 11" vai permitir que o jogador tenha um "controle sem precedentes para personalizar os lutadores e torná-los seus". De acordo com os produtores do game, a ideia é colocar quem joga "dentro" da luta para que possa "até sentir a dor". O game terá novos e antigos lutadores continuando com a saga de mais de 25 anos. Cena de trailer oficial de 'Mortal Kombat 11' Divulgação
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18/04 - Amazon e Google encerram 'briga do streaming' que já durava mais de um ano
Agora será possível utilizar o YouTube em dispositivos da Amazon e o Amazon Prime Video em dispositivos do Google. Fire TV Stick é aposta da Amazon para concorrer com o Chromecast. Antes não era possível usar o YouTube no aparelho da Amazon, nem o Amazon Prime Video no do Google. Divulgação/Amazon Amazon e Google anunciaram um acordo conjunto para permitir que aplicativos de transmissão das empresas possam funcionar nos dispositivos uma da outra. Na prática, isso significa que o YouTube poderá ser usado em dispositivos Fire Stick TV, da Amazon, e que o Amazon Prime Video receberá suporte para rodar em conexão com o Chromecast. O acordo encerra uma disputa no setor de vídeos entre as duas gigantes da tecnologia que já durava mais de um ano e que impedia consumidores de usar serviços de uma companhia nos dispositivos da outra. TVs com sistema operacional Android também receberão suporte para rodar o aplicativo do serviço de streaming Amazon Prime Video. "Estamos entusiasmados por trabalhar com a Amazon para lançar aplicativos oficiais do YouTube em dispositivos Fire TV de todo o mundo", disse Heather Rivera, diretora de parcerias de produtos no YouTube, de acordo com a agência AFP.
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18/04 - 'Brinquedo assassino' ganha trailer com Chucky tecnológico; ASSISTA
Mark Hamill, Luke Skywalker da franquia 'Star Wars', dará voz ao boneco. Filme chega aos cinemas em 20 de junho. Assista ao trailer de "Brinquedo assassino" Na esteira das refilmagens de terror em 2019, o clássico "Brinquedo Assassino" vai ganhar um remake em 20 de junho. Nesta quinta (18), a Orion Pictures divulgou um trailer inédito que mostra a incorporação da tecnologia à história do boneco Chucky. O ator Mark Hamill, o Luke Skywalker da franquia "Star Wars", dará voz ao brinquedo. Com roteiro de Tyler Burton Smith ("Kung Fury 2") e direção de Lars Klevberg ("Morte Instantânea"), ele tem no elenco Aubrey Plaza ("Legion") e Gabriel Bateman ("Quando as Luzes se Apagam").
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18/04 - Grupo Os 3 Morais, prestigiado na MPB dos anos 1960 pelos vocais refinados, tem álbum editado em CD
Trio revelou Jane, cantora popularizada ao formar dupla com Herondy na década de 1970. Capa do álbum 'Os 3 Morais volume 2', lançado em 1968 Reprodução Nem todo mundo sabe que a cantora paulista Jane Morais – popularizada na década de 1970 ao formar com Herondy uma dupla que emplacou o sucesso Não se vá (Tu t'en vas) (Alain Louis Bellec, 1974, em versão em português de Thina, 1976) – integrou nos anos 1960 um grupo vocal chamado Os 3 Morais, formado por Jane com os irmãos Roberto Morais e Sidney Morais. Formado oficialmente em 1965, após gravações de jingles para o mercado publicitário, o trio tinha prestígio no universo da então nascente MPB por conta das refinadas vocalizações criadas por Sidney Morais para as gravações do grupo. Tal status levou Jane Morais a solar a canção Com açúcar, com afeto (Chico Buarque, 1967) no segundo álbum de Chico Buarque de Hollanda, Volume 2 (1967), disco que ainda tem a participação dos 3 Morais na música que abre o disco, Noite dos mascarados (Chico Buarque, 1967). Escrita sob ótica feminina, a canção Com açúcar, com afeto reaparece no segundo álbum do trio, Os 3 Morais volume 2, lançado em 1968 pela gravadora Som Maior e editado em CD neste mês de abril de 2019 pelo selo Discobertas. Com arranjos do piano e maestro Laércio de Freitas, o disco traz no repertório outras duas músicas de Chico Buarque, ambas batizadas com nomes de mulher, Carolina (1967) e Januária (1968), além de Travessia (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1967), música que transformara Milton Nascimento em instantâneo ídolo nacional no palco de festival de 1967. Com a formação original, o grupo Os 3 Morais gravou quatro álbuns lançados entre 1966 e 1971, sendo que um foi editado somente nos Estados Unidos. Sem a voz de Jane, o trio gravou outros dois álbuns na década de 1970 até sair de cena. O retorno ao mercado fonográfico, com a formação original, aconteceu somente em 2008, com disco feito no embalo das comemorações pelos 50 anos da Bossa Nova, movimento que ecoou em São Paulo (SP) quando o grupo ainda dava os primeiros passos profissionais. Editoria de Arte / G1
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18/04 - Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles vão concorrer à Palma de Ouro em Cannes com 'Bacurau'
Diretores brasileiros disputarão com outros 18 filmes, incluindo produções de Pedro Almodóvar, Xavier Dolan e Jim Jarmusch. Festival acontece entre 14 e 25 de maio na França. Sonia Braga, em cena do filme 'Bacurau', de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles Divulgação O filme "Bacurau", dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, foi selecionado para disputar a Palma de Ouro na 72ª edição do Festival de Cannes. O evento será entre 14 e 25 de maio na França. Os brasileiros disputarão com outros 18 filmes (veja lista completa no fim do texto), incluindo produções do espanhol Pedro Almodóvar e do canadense Xavier Dolan. Também está na disputa a comédia de zumbis "The Dead Don't Die" (Os mortos não morrem, em tradução livre), que abre o festival. O longa é dirigido pelo americano Jim Jarmusch e tem no elenco Bill Murray, Adam Driver e Tilda Swinton. Kleber Mendonça Filho também participou da competição em 2016, com o filme "Aquarius", e falou sobre a nova indicação: "É incrível poder voltar a exibir um filme no Palais em Cannes, três anos depois daquele momento sensacional com Aquarius!" "Esse é um trabalho de anos, feito com os colaboradores próximos de sempre e alguns outros novos. Creio que esse filme é o resultado da nossa relação com os filmes e as pessoas que amamos e que nos formaram, com Pernambuco, com o Brasil e com o mundo." Kleber Mendonça Filho divulga 'Aquarius' em Cannes em 2016 AP Photo/Thibault Camus Alain Delon, ator francês de 83 anos, será o principal homenageado da edição. O primeiro passo de Delon pelo tapete vermelho no festival em 1961, com "Que alegria de viver!", esteve marcado por um grande fervor, que se repetiu 30 anos mais tarde quando chegou de helicóptero para apresentar o filme "Nouvelle vague". O que é Bacurau? O filme é um "western brasileiro". Bacurau é um pequeno povoado do sertão brasileiro. Dona Carmelita, mulher forte e querida, morre aos 94 anos. Dias depois, os moradores de percebem que a comunidade não está mais nos mapas. "Bacurau é um filme de aventura ambientado no Brasil daqui a alguns anos", descrevem Mendonça Filho e Dornelles. Sonia Braga, o alemão Udo Kier ("Suspiria") e Karine Teles ("Que Horas Ela Volta?") fazem parte de um elenco composto por dezenas de atores, como Barbara Colen ("Aquarius") e Silvero Pereira. "Bacurau" será lançado no Brasil no segundo semestre. Cena de 'Bacurau', de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles Divulgação Indicados à Palma de Ouro em Cannes: "The Dead Don't Die", de Jim Jarmusch (Estados Unidos), na abertura "Dolor y gloria", de Pedro Almodóvar (Espanha) "O traidor", de Marco Bellocchio (Itália) "The Wild Goose Lake", de Diao Yinan (China) "Parasite", de Bong Joon Ho (Coreia do Sul) "Le jeune Ahmed", de Jean-Pierre e Luc Dardenne (Bélgica) "Roubaix, une lumière", de Arnaud Desplechin (França) "Atlantic", de Mati Diop (França/Senegal) "Matthias & Maxime", de Xavier Dolan (Canadá) "Little Joe", de Jessica Hausner (Áustria) "Sorry we missed you", de Ken Loach (Grã-Bretanha) "Les Misérables", de Ladj Ly (França), obra-prima "A hidden life", de Terrence Malick (Estados Unidos) "Bacurau", de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles (Brasil) "The Gomera" (The Whistlers), de Corneliu Porumboiu (Romênia) "Frankie", de Ira Sachs (Estados Unidos) "Portrait de la jeune fille en feu", de Céline Sciamma (França) "It must be heaven", do Elia Suleiman (Palestina) "Sibyl", de Justine Triet (França) Cena do filme 'Bacurau' Divulgação
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18/04 - Mya-Lecia Naylor, atriz de 'A Viagem' e 'Almost Never', morre aos 16 anos
Causa da morte ainda não foi revelada. Segundo agência A&J Management, que gerenciava a carreira dela, atriz morreu após desmaiar subitamente. Atriz Mya-Lecia Naylor morre aos 16 anos Reprodução/Instagram A atriz britânica Mya-Lecia Naylor morreu aos 16 anos no último dia 7. A informação só foi divulgada nesta quarta (17). A causa da morte ainda não foi revelada. Segundo a agência A&J Management, que gerenciava a carreira dela, a atriz morreu após desmaiar subitamente. Em pronunciamento, agência lamentou. "É com o mais profundo pesar que temos que anunciar que no domingo, 7 de abril, Mya-Lecia Naylor, infelizmente, morreu. Mya-Lecia foi muito talentosa e uma grande parte da A & J, vamos sentir muita falta dela. Nosso amor e pensamento estão com toda sua família e amigos neste momento difícil." Mya-Lecia Naylor participou de duas séries infantis da BBC: "Almost never", sobre uma boyband rival de um girlband; e "Millie Inbetween", sobre duas irmãs que enfrentam o divórcio dos pais. A atriz também participou do filme "A Viagem" (2012), ao lado de Tom Hanks, Halle Berry e Hugh Grant; "Code Red" e "Index Zero". Além de ser atriz, Mya era youtuber de moda e beleza.
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18/04 - Chico César grava o 12º álbum da carreira em estúdio de São Paulo
Chico César está em estúdio, materializando o estado de poesia em forma de música. Inspirado compositor projetado em meados da década de 1990 que tem mantido o pique criativo ao longo de quase 25 anos de carreira fonográfica impulsionada a partir do álbum Aos vivos (1995), Chico começou a gravar na primeira quinzena deste mês de abril o primeiro álbum de músicas inéditas desde Estado de poesia (2015), estupendo disco lançado há quatro anos. As gravações estão sendo feitas no estúdio Gargolândia, situado em Alambari (SP). Trata-se do 12º álbum do artista. Chico – vale lembrar – abriu recentemente parceria com César Lacerda. A música Até caber ou acabar foi criada com letra de Chico e melodia de Lacerda. Editoria de Arte / G1
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18/04 - 'Um de vocês é um diabo'
Livro-reportagem reconstitui o histórico surto de feitiçaria em Salem, em 1692 'As bruxas' Divulgação O ano de 1692 ficou marcado, na História norte-americana, como aquele em que se promoveu, literalmente, a mais terrível caça às bruxas. O episódio do surto de feitiçaria em Salem, aldeia puritana na baía de Massachussets, na Nova Inglaterra, com pouco mais de mil habitantes, já rendeu diversas obras, destacando-se o clássico romance de Nathaniel Hawtorne “A casa das sete torres” (1851) e a peça teatral de Arthur Miller “The Crucible” (1953), mas não se tinha notícia de uma reconstituição rigorosa do que realmente aconteceu. O desafio foi enfrentado pela historiadora Stacy Schiff, autora do best-seller “Cleópatra” e vencedora do Prêmio Pulitzer, em “As bruxas – Intriga, traição e histeria em Salem” (Zahar, 324 pgs. R$ 89,90). A primeira manifestação de bruxaria aconteceu em janeiro daquele ano, com duas meninas enfeitiçadas rosnando e dando gritos horrendos. Após um bizarro processo judicial, o primeiro enforcamento se deu em junho. Até setembro, de um total de 400 acusados, com idade que variava dos 5 aos 80 anos, foram enforcadas 14 mulheres, cinco homens e até mesmo dois cachorros – todos acusados de pacto com o demônio. Vale lembrar que, no código legal fixado pelos colonos puritanos, a bruxaria aparecia como crime capital mais grave que o assassinato. Mas a história não terminou aí: diante dos sinais de que as sentenças se basearam em testemunhos mentirosos e confissões obtidas na base da ameaça e coerção, os juízes e toda a comunidade sobrevivente de Salem tiveram que conviver com a culpa pelo resto de suas vidas. O silêncio envergonhado que se seguiu ao episódio deixou claro que o objetivo dos julgamentos não tinha sido investigar a verdade das acusações, mas estabelecer a culpa dos suspeitos. O processo de superação dessa “suja mancha na nossa História” foi longo: as primeiras vítimas das execuções foram inocentadas e reabilitadas judicialmente em 1710; as últimas, somente em 2001. Leia aqui um trecho de “As bruxas – Intriga, traição e histeria em Salem”. Stacy Schift fez algumas opções curiosas na reconstituição do caso. Em vez de condenar, com os olhos do presente, o surto de irracionalidade que tomou conta da aldeia, ela tenta fazer o registro dos acontecimentos tais como eram percebidos com os olhos da época – quando não se duvidava da realidade da bruxaria, como não se duvidava da verdade da Bíblia. É uma estratégia narrativa eficiente, pois mergulha o leitor no cotidiano de terror e medo em que viviam os colonos: era um mundo no qual um pastor podia gritar para seus paroquianos “Um de vocês é o diabo!”, e no qual, basicamente, só havia três opções: acusar, confessar ou ser acusado e preso, possivelmente enforcado. “As bruxas” ganha, assim, contornos de um suspense forense, de um thriller psicológico opressivo. Somente nas páginas finais do livro a autora intervém como intérprete dos acontecimentos, analisando as diferentes teorias já formuladas para explicar o fenômeno de Salem: “tensões geracionais sexuais, econômicas, eclesiásticas e de classe; hostilidades regionais importadas da Inglaterra; envenenamento alimentar; histeria adolescente; fraude, impostos, conspiração; trauma de ataques indígenas”. Felizmente, Stacy evita a armadilha de tratar o tema como metáfora lacradora para acontecimentos do presente: não se vê, por exemplo, nenhuma referência a Donald Trump nem ao retrocesso a tempos sombrios no qual supostamente vivemos, nem a obscurantismo religioso que, na cabeça de alguns, está mandando pessoas para a forca. Se existe alguma atualidade no tema de “As Bruxas”, ela não reside em qualquer imagem de opressão e resistência (como na alusão ao macarthismo, na peça de Arthur Miller), mas no perigo da convicção absoluta de estar do lado do bem. Essa convicção leva pessoas normais a se aliarem na perseguição e no esfolamento de inocentes, com vizinhos acusando vizinhos, maridos acusando esposas, filhos acusando pais. A atmosfera crescentemente claustrofóbica em Salem gerou um denuncismo desvairado e um surto coletivo que seguramente guardam paralelo com o que acontece em certos meios, no Brasil de hoje. No final das contas, a mensagem que fica é que, venha de onde venha, é preciso evitar a histeria de massa, porque, uma vez instalada, é difícil escapar dela. Luciano Trigo Arte G1
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18/04 - Bradley Welsh, ator de 'Trainspotting 2', é morto após ser baleado na Escócia
Welsh interpretou um chefe de gangue na sequência de "Trainspotting" em 2017. Segundo a polícia de Edimburgo, 'morte está sendo tratada como suspeita'. Ator Bradley Welsh Reprodução Bradley Welsh, ator de "Trainspotting 2", morreu aos 42 anos após ser baleado em Edimburgo, capital da Escócia, nesta quarta-feira (17). A polícia chegou à rua em que ele estava ferido por volta das 20h. O ator morreu no local. De acordo com uma postagem na página oficial da Divisão de Polícia de Edimburgo no Facebook, "a morte está sendo tratada como suspeita e as investigações continuam". Clássico dos anos 90, longa 'Trainspotting' ganha continuação 20 anos depois "Os oficiais continuarão a fornecer uma presença de alta visibilidade na área para se envolver com o público, oferecer tranquilidade e coletar informações que possam ajudar nessa investigação". A polícia pede, ainda, que qualquer pessoa que tenha alguma "informação relevante" entre em contato. Polícia isola área onde ator Bradley Welsh morreu, na Escócia ASSOCIATED PRESS Welsh interpretou o chefe de gangue Doyle na sequência de "Trainspotting" em 2017. Além disso, participou de três documentários: "The Boxer from Somewhere Else" (2012), "Danny Dyer Deadliest Men" (2008) e "Football Hooligans International" (2007). Antes de atuar, Welsh seguiu carreira de boxeador e foi campeão na categoria leve na Associação de Boxe Amador da Inglaterra em 1993, quando tinha 17 anos.
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18/04 - Sindicato de roteiristas dos EUA processa as 4 maiores agências de talento do país
Processo acusa agências de praticarem concorrência injusta. As quatro recebem mais de 80% das taxas pagas por estúdios e redes de Hollywood. Hollywood TV Globo Uma disputa de longa data entre o sindicato de roteiristas norte-americanos Writers Guild of America (WGA) e a Associação de Agências de Talento (ATA) chegou ao ápice nesta quarta-feira (17), com o WGA dizendo que entrou com um processo contra as quatro maiores agências de talento dos EUA. O WGA e oito roteiristas, incluindo o criador da série "The Wire", David Simon, apresentaram o processo contra as agências Creative Artists Agency, ICM Partners, William Morris Endeavor e United Talent Agency na corte superior de Los Angeles. O processo argumenta que as agências praticaram concorrência injusta através do processo de "empacotamento de taxas", na qual um agente é pago diretamente pelo estúdio que contrata o cliente, em vez de receber uma comissão de 10% do próprio cliente. As quatro agências mencionadas no processo recebem mais de 80% das taxas pagas por estúdios e redes de Hollywood, de acordo com o WGA. O WGA e a ATA estavam discutindo um novo código de conduta que substituiria um documento criado 43 anos atrás. Quando os dois grupos não conseguiram chegar a um acordo na sexta-feira (12), o WGA orientou seus membros a demitirem agentes que não haviam assinado o novo código.
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18/04 - Nando Reis nem sempre chega perto de Roberto Carlos, como cantor, em álbum oscilante
Disco será lançado amanhã, dia do 78º aniversário do 'Rei'. É estupendo o começo do disco em que Nando Reis canta 12 músicas do repertório de Roberto Carlos. Alocada na abertura do álbum Não sou nenhum Roberto, mas às vezes chego perto, a canção Alô é um dos achados do surpreendente repertório deste disco que será lançado amanhã, 19 de abril, dia do 78º aniversário do Rei. Lançada em 1994, Alô é a última grande canção da parceria de Roberto com Erasmo Carlos. Foi apresentada sem a merecida louvação porque, na época, Roberto já perdia prestígio entre os formadores de opinião porque vinha priorizando sequencialmente músicas mais populistas em repertório que soava cada vez menos sedutor no confronto com as canções de tempos áureos. Nando Reis reconstitui a magnitude dessa composição de 1994 com interpretação precisa e um arranjo de sopros que evocam a moldura orquestral que envolveu o cancioneiro de Roberto a partir dos anos 1970. Na sequência, vem outro momento lindo do álbum gravado pelo cantor paulistano com produção de Pupillo Oliveira e direção artística de Marcus Preto. De tanto amor (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1971) reaparece em arranjo de arquitetura delicada que sublinha o tom tristonho da canção lançada na voz de Claudette Soares. Capa do álbum 'Não sou nenhum Roberto, mas às vezes chego perto', de Nando Reis Jorge Bispo Essas duas faixas iniciais sinalizam um grande álbum, mesmo gravado no limite do cover, como já sinalizara em março o single com a reverente abordagem da canção Amada amante (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1971), cuja única subversão reside na ressignificação da letra com romantismo que exclui o prazer proibido da traição, mote original da canção. Só que nem sempre Nando Reis chega perto das emoções das canções. Outro achado do repertório, a canção Me conte a sua história (Maurício Duboc e Carlos Colla, 1979) é envolta em atmosfera musical mais contemporânea que dilui o sentimento da letra no canto de Nando. Nem a declamação de sentimental texto autoral – em ação feita para evocar Isaac Heyes (1942 – 2008), mas que lembra mais as intervenções poéticas e literárias de Arnaldo Antunes, ex-Titãs mais talhado para o gênero – consegue criar emoção real. Em Abandono (Ivor Lancellotti, 1974), música propagada por Roberto em 1979, cinco anos após a gravação original de Eliana Pittman, o arranjo parece contrariar o estado de desordem emocional da personagem da canção. Em Abandono, a interpretação sem sentimento de Nando mostra o abismo que às vezes distancia Roberto Carlos – grande cantor que sempre entendeu o sentido de cada música que canta – de intérpretes que arriscam dar voz ao cancioneiro do Rei. Nando Reis acerta o tom de canções como 'Alô' e 'Vivendo por viver' Jorge Bispo / Divulgação Nando retoma o pulso das canções em Vivendo por viver (Marcio Greyck e Cobel, 1978), outra pérola rara que jazia no fundo do coração dos que ouviam os discos de Roberto nos anos 1970, década em que foram lançadas oito das 12 músicas do tributo de Reis ao Rei (ou 12, se postas na conta as duas músicas de 1980). Em faixa conduzida pela levada do violão, Nando acerta o tom abatido do amante confuso retratado nessa música. O toque triste de um violino sublinha no refrão a melancolia da letra. Em outra vitoriosa incursão por canções da lavra alheia de Roberto, mas gravadas pelo Rei como se fossem dele, Nando também recorre (inicialmente) ao violão para expressar a tristeza causada pela desilusão exposta em Nosso amor (Mauro Motta e Eduardo Ribeiro, 1977). Com evocação e citação de Vapor barato (Jards Macalé e Waly Salomão, 1971), Nosso amor é encorpada no terceiro dos quase cinco minutos da faixa, ganhando a pegada da banda que inclui o produtor Pupillo na bateria e Lucas Martins no baixo, entre outros músicos. Na sequência, Todos estão surdos (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1971) sai da esfera privada do amor a dois para suplicar por outra mensagem de Jesus em tom humanista, em linha black roqueira que emula inclusive o coro da gravação original de Roberto. Roberto Carlos é celebrado por Nando Reis em disco que termina com faixa declamada por Jorge Mautner Reprodução / Instagram Nando Reis Nessa vertente religiosa, Nossa Senhora (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1993) soa sem sentido sem a letra da emocionante canção que louva a Virgem Maria. Ateu, o compositor de Igreja (Nando Reis, 1986) – petardo disparado pelos Titãs em álbum de aura punk – se converteu somente à beleza da melodia, vocalizando a letra com intermináveis "nana nana nana" no passo de valsa. Você em minha vida (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1976) reconduz o álbum ao universo romântico da maior parte do repertório, reiterando que às vezes Nando é essencialmente conservador como intérprete devoto das canções de Roberto, ainda que o arranjo (no caso da faixa, a orquestração das cordas) soe inusitado. Com exatos seis minutos, Procura-se (Roberto Carlos e Ronaldo Bôscoli, 1980) – lembrança de momentos sensuais ao lado da mulher amada – é mais um achado de repertório que merece ser louvado por se desviar dos standards já batidos do cantor. O arranjo é inventivo, moderno. Com mais de seis minutos, A guerra dos meninos (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1980) tem o tom épico potencializado na declamação da letra humanista por Jorge Mautner. A voz de Nando Reis entra somente no coro que, na gravação original de Roberto, reunia vozes de crianças. Momento de estranheza no fecho de disco oscilante, A guerra dos meninos corrobora que Nando não é mesmo nenhum Roberto como cantor, embora seja um compositor de (muitas) músicas extraordinárias. Mesmo que Nando Reis nem sempre chegue perto de Roberto Carlos, o álbum tem alguns momentos realmente lindos que valorizam tributo pautado mais pela afetividade do que pela razão. (Cotação: * * *) Editoria de Arte / G1
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18/04 - Antes de Anitta e Madonna, 'Faz gostoso' já era hit em Portugal, com letra sobre traição; conheça
Funk pop de Blaya ficou no topo das mais ouvidas do Spotify no país em abril de 2018. Cantora luso-brasileira, que vem ao Rock in Rio 2019, já foi dançarina de kuduro e youtuber de sexo. "Faz gostoso", o funk que colocará a voz de Anitta no próximo álbum de Madonna, é sucesso desde o ano passado em Portugal, para onde a estrela norte-americana se mudou em 2017. Na voz da cantora luso-brasileira Blaya, a música chegou em abril de 2018 ao topo da lista de mais ouvidas do país no Spotify. Não é raro um funk ocupar boas posições no ranking: Portugal já tem suas próprias estrelas do gênero, de som muito similar ao produzido no Brasil. "Faz gostoso" foi criada por Blaya e por MC Zuka (outro hitmaker do funk português), ao lado de Tyoz, No Maka e Stego. Ela tem compasso melódico e dançante, que lembra o pop de Ludmilla, por exemplo, além de referências aos tempos do Bonde do Tigrão. 'Faz Gostoso': conheça o funk português gravado por Madonna e Anitta A letra original tem expressões bem portuguesas - "fica-se a coçar", "passei a vida a te teimar" -, mas o refrão, sensual e explosivo, fala de algo um tanto universal: uma traição irresistível. "E o pior que ele é safado ainda por cima é carinhoso / Ele faz tão gostoso, ele faz tão gostoso / (...) Ele sabe que eu sou casada e até amo meu esposo / Mas ele faz tão gostoso, ele faz tão gostoso" Anitta ao lado de Blaya, intérprete original de 'Faz gostoso', no Rock in Rio 2018, em Lisboa Reprodução/Instagram/Blaya Quem é Blaya? A gravação com Madonna não foi o primeiro contato de Anitta com "Faz gostoso". Seis meses antes de aparecer ao lado da estrela norte-americana em uma foto no Instagram, a brasileira cantou um trecho da música em sua apresentação no palco principal do Rock in Rio Lisboa, em junho de 2018. Initial plugin text "Este momento foi muito especial para mim e, um dia, meus amores, serei eu em cima daquele palco com milhares de pessoas na minha frente", disse Blaya na época. A cantora também se apresentou no festival, em um palco secundário, e estará na edição brasileira deste ano, em um show em parceria com Lellê (ex-Dream Team do Passinho), em 27 de setembro. Na apresentação portuguesa, ela incluiu no setlist o hit brasileiro "Só quer vrau", de MC MM e DJ RD. Blaya, que na verdade é Karla Rodrigues, tem 31 anos e nasceu em Fortaleza, mas se mudou ainda bebê para Portugal, quando o pai, jogador de futebol, foi transferido para o Amora, time do distrito de Setúbal. Foi criada em Ferreira do Alentejo, a 150 km de Lisboa. A cantora luso-brasileira Blaya Reprodução/Facebook/Blaya Iniciou a carreira na capital portuguesa como dançarina no grupo de kuduro Buraka Som Sistema, onde com o tempo também passou a cantar. A banda se apresentou no Brasil em 2010, no festival PercPan, no Rio. Quando o Buraka entrou em hiato, Blaya lançou um canal no YouTube - já desativado - em que falava sobre sexo e dava dicas às seguidoras. Ela tem até um livro de contos eróticos, "Mulheres, sexo e manias", lançado em 2018. Na música, gravou o primeiro EP solo em 2013, já com influência de funk, porém mais próxima do rap. O segundo trabalho, "Eu avisei", saiu em novembro de 2018, e o single mais recente, "Cash", foi lançado há uma semana, mas ainda está longe de estourar - o clipe tem menos de 300 mil visualizações no YouTube. Anitta com Madonna na época da gravação de 'Faz gostoso' Reprodução / Instagram Com Anitta e Madonna no álbum "Madame X", "Faz gostoso" ainda não tem data para sair. Mas certamente ajudará a tornar a voz de Blaya mais conhecida. Ao menos no Brasil, as buscas por seu nome no Google já explodiram nesta quarta-feira (17). Dados do Google mostram pico de buscas por nome de Blaya no Brasil nesta quarta-feira (17), dia em que 'Faz gostoso' foi confirmada em álbum de Madonna, com participação de Anitta Reprodução/Google
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